segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pico




O Pico é a mais bela, a mais extraordinária ilha dos Açores, duma beleza que só a ela pertence, duma cor admirável e com um estranho poder de atracção. É mais que uma ilha – é uma estátua erguida até ao céu e moldada pelo fogo – é outro Adamastor como o do cabo das Tormentas.

Assim escreveu Raul Brandão no Verão de 1924, quando visitou os Açores e compilou as suas notas de viagem n’As Ilhas Desconhecidas. Esta semana, quase cem anos depois, captei estas fotografias da ilha do Pico, que ofereço aos seguidores do nosso blogue, especialmente aos que cruzaram os mares açorianos nos nossos navios-patrulhas e nas nossas corvetas.

3 comentários:

O Luís Silva Nunes disse...

As Fragatas também por lá andaram ... uma boa estadia por essas bandas é o que eu desejo!

O Nunes da Cruz disse...

A única vez que desembarquei no Pico foi em 1969, num dia de mercado nas Lages, em que aluguei uma camionete de caixa aberta e fui buscar umas praças que tinham ficado acampadas no extremo oriental da ilha com um dos aparelhos do Hi-Fix (os outros dois estavam em S. Miguel e na Terceira) para nos (ao N.R.P. Afonso de Albuquerque) permitir marcar a posição com o rigor possível na época, em que andámos a sondar o baixo D. João de Castro.
Que saudades...

O Pires Neves disse...

Boas fotos, lembrando bons tempos e outras comissões. Nos Açores foram cinco, mas (como outras) de boa memória. Abraço amigo