segunda-feira, 7 de julho de 2008
REVISTA DE MARINHA
A 26 de janeiro , creio , lancei aqui a "onda" de que a Revista de Marinha , fundada por Mauricio de Oliveira e tão bem continuada e animada pelo Com. Lobo Fialho, iria mudar de "pena" , estando a correr negociações com o grupo "Prefácio" , de Nuno de Carvalho.
Onda do
Manel
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22:22 –
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Fundação Calouste Gulbenkian - Lançamento de Livro
Continuando a minha função de auto-nomeado secretário dos OCeanos para assuntos de natureza cultural, aqui deixo o convite para o lançamento do Livro "Ciência e Cidadania - Homenagem a Bento de Jesus Caraça", a ter lugar no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian na próxima 5ª feira, 10 de Julho, às 1830 horas.
Onda do
Jorge Beirão Reis
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21:57 –
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sábado, 5 de julho de 2008
E NÓS PARADOS!!!! é à vela....
Os comandos militares das armadas de Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste querem deixar de ter marinhas de guerra "simbólicas", razão pela qual pretendem apostar no reforço da cooperação com Portugal e Brasil.O Brasil, representado no simpósio pelo comandante de operações navais, almirante Aurélio Ribeiro Silva Filho, já está em contato com Moçambique para estudar a possibilidade de cooperação militar.Muitos países de língua portuguesa sofrem com a falta de meios técnicos operacionais, de navios de vigilância e de fiscalização, de recursos humanos e de uma estratégia voltada para o mar, por onde passa, atualmente, 95% do comércio mundial.Nos casos de Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, as Marinhas de Guerra "podem ser vistas como simbólicas".O ponto foi realçado pelo chefe do Estado-Maior da Marinha de Guerra de Moçambique, almirante Patrício Concuta Yotamu, que diz que os cerca de 3 mil quilômetros de costa do seu país são fiscalizados por "poucas embarcações" de "pequeno porte" e "reduzida autonomia".SegundoYotamu, em tempos de paz, "o mar tem efeitos negativos" que não devem ser ignorados, situação agravada em Moçambique pelas cíclicas catástrofes naturais e por fenômenos ilícitos, como o tráfico de seres humanos, armas e drogas."A situação é complicada e, apesar de pertencermos a um conjunto de organizações ligadas ao Mar e às Marinhas de Guerra, apenas participamos das reuniões, pois não temos meios para participar em ações de treinamento", sublinhou, lembrando, porém, estar em curso a formação de um batalhão de artilharia costeira em Moçambique.Se a situação em Moçambique é gritante, em São Tomé e Príncipe, cujas águas territoriais são cerca de 162 vezes maiores do que o arquipélago, o problema ganha ainda maiores contornos, sobretudo por se encontrar em pleno Golfo da Guiné, "zona de grande atividade de pirataria marítima", segundo o tenente Hamilton Nascimento Sousa, comandante da guarda costeira são-tomense.A guarda costeira são-tomense é, na verdade, uma força paramilitar subordinada ao Exército, já que o país não possui uma Marinha de Guerra. A força é formada por apenas 87 efetivos - 10 oficiais, 16 sargentos e 51 praças.Uma lancha, três semi-rígidos e dois botes infláveis são todos os meios dos quais dispõe a "Marinha" de São Tomé e Príncipe, não se prevendo alterações no horizonte próximo, "a menos que haja vontade política nesse sentido", acrescentou Hamilton Sousa.Em Timor Leste, a situação é ainda "mais gravosa", assinalou o capitão-de-fragata Donaciano Gomes, comandante da componente naval das Falintil - Forças de Defesa do Timor Leste (F-FDTL). Tal como São Tomé e Príncipe, o Timor Leste conta com apenas 87 homens para patrulhar uma área de cerca de 75 mil quilômetros quadrados (área quatro vezes superior à do território).Com apenas seis anos de existência, a esquadra timorense se limita a duas lanchas de patrulha doadas por Portugal, que não conseguem evitar perdas anuais de US$ 30 milhões a US$ 40 milhões pela pesca ilegal.Portugal, que apresentou também nesta quinta-feira sua intervenção no encontro, destacou a importância da Marinha de Guerra do país em operações militares, de manutenção de paz ou de interesse público.Segundo o comandante Novo Palma, chefe da Divisão de Planejamento da Armada, Portugal tem a seu cargo uma área marítima 63 vezes superior ao espaço terrestre, dispondo da frota naval e aérea "possível".Além das missões militares, em colaboração com organizações internacionais como a Otan, a Armada portuguesa também faz operações de combate à poluição, ao narcotráfico e ao terrorismo, além de busca e salvamento.Atualmente, a Marinha de Guerra portuguesa conta com cerca de 13.200 homens e é responsável pela maior parte da cooperação militar com CPLP depois do Brasil.O Timor Leste se colocou à disposição para acolher o próximo encontro das marinhas dos países lusófonos, em 2010.outras notícias
Teto de estacionamento de shopping desaba em Portugal
Portugal manterá política branda de imigração, diz
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Manel
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22:49 –
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VERGONHA
Felizmente está , outra vez , entre nós . Cidadã , livre , mulher. Como todo o ser humano tem direito a estar.
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Manel
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01:18 –
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sexta-feira, 4 de julho de 2008
Segurança e Defesa
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J.N.Barbosa
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23:32 –
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quinta-feira, 3 de julho de 2008
ET VOILÁ
Representantes das Marinhas dos Países da CPLP reúnem-se em Lisboa, para analisar os respectivos modelos e experiências, tendo como pano de fundo a cooperação no contexto internacional.
O simpósio, na Academia da Marinha, reune representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, e pretende também promover as relações de amizade e de solidariedade neste domínio.
Ao longo dos dois dias do evento, subordinado ao tema "O Papel das Marinhas no Actual Contexto Internacional", cada país apresentará a respectiva experiência de actuação.
O seminário conta também com a participação de destacadas personalidades do meio académico, ao abrigo de um protocolo existente entre a Marinha e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa.
Entre elas figuram Adriano Moreira, André Thomashausen, Marques Bessa, Borges Graça e o vice-almirante Lopo Cajarabille.
Entre os temas a abordar figuram "O Mar e a CPLP", "Interesses Marítimos e Direito Internacional na África Austral", "Geopolítica do Mar no Espaço Lusófono" e "Um Sistema de Informações Estratégicas Marítimas".
A sessão de abertura do simpósio é presidida pelo ministro da Defesa português, Severiano Teixeira, enquanto a de encerramento, está a cargo do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada.
Onda do
Manel
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23:15 –
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A ver aviões...
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J.N.Barbosa
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17:50 –
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COISAS BOAS
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Manel
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01:11 –
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quarta-feira, 2 de julho de 2008
AUSENCIAS de FERIAS
Caros Amigos e Camaradas
Dado que me vou ausentar e não poderei estar presente no último almoço antes das "férias" aqui deixo a todos e respectivos familiares o desejo de boas semanas de banhos e muita saúde.Atenção aos UV!
Um grande abraço
Jaime Montalvão
Onda do
Montalvão
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14:50 –
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terça-feira, 1 de julho de 2008
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José Aguilar
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Etiquetas: Gente nossa
domingo, 29 de junho de 2008
"Empurrado" pelo alm. Sacchetti, meti-me nesta outra estafeta dos faróis. Não pretendo fazer publicidade do assunto, tanto mais que não sou filatelista. No entanto, também não quero fazer caixinha. Devo esclarecer que não ganho nem mais um tostão se se venderem muitos. In medius est virtibus... O livro custa 45 euros. Se acham um exagero, nada como protestar junto do nosso ex-camarada Pedro Coelho, que é o vice-presidente dos CTT...
Nota especial: A qualidade da obra merece alguns valores...
Onda do
José Aguilar
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20:16 –
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