quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
domingo, 28 de dezembro de 2008
Nova legislação

Por último, chamo a atenção para o nº4 do art.5º do RDM que diz:" Pela condição de militares, os militares na reforma estão sujeitos ao dever de aprumo, quando façam uso de uniforme, nos termos legalmente admitidos". Como os reformados só costumam vestir a farda já no caixão, têm que ser aprumados, mesmo na horizontal!
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J.N.Barbosa
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16:32 –
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Entre duas águas
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José Aguilar
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22:05 –
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
A crise
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J.N.Barbosa
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18:00 –
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Boas Festas
Recebido o seguinte "cartão":
"Camaradas,
Luís M. Alves de Fraga
Coronel da Força Aérea (R)
http://luisalvesdefraga.blogs.sapo.pt/ "
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LSN
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06:44 –
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
Malagueiro
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J.N.Barbosa
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19:06 –
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OS MEUS VOTOS.
Sei o que vão dizer os meus caros Oceanos quando lhes desejar um òptimo Natal e um melhor 2009. Podem crer que o fiz com sinceridade.
Os votos que pensaram que eu vos dava, guardo-os para os políticos deste país.
Onda do
Bastos Moreira
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11:23 –
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sábado, 20 de dezembro de 2008
BOAS FESTAS
Caros Amigos e Camaradas Oceanos
Onda do
Montalvão
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17:06 –
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
À dúzia
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J.N.Barbosa
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20:36 –
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008
BOM DIA OCEANOS.
Sabiam que hoje é dia de S. Eusébio. Tenham um bom dia.
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Bastos Moreira
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12:04 –
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
EIS A VERDADE?
"Actualmente temos cerca de 70 elementos, o C-130 [destacamento de cerca de 40 elementos e uma aeronave] vai retirar mas, em 2009, esse número subirá para cerca de 110 elementos, portanto vai haver um reforço efectivo da nossa presença", garantiu à Lusa o secretário de Estado João Mira Amaral, em visita às tropas portuguesas no Afeganistão.
Portugal tem actualmente 74 militares na missão da ISAF em terras afegãs, divididos entre um destacamento de 45 militares com uma aeronave de transporte logístico Hércules C-130 e mais 29 em funções no Operational Mentoring and Liasion Team (OMLT) - 20 da Força Aérea, 6 da Marinha e 3 do Exército Português.Em declarações à Lusa, o comandante da força portuguesa que está em Cabul, tenente-coronel Rodrigues, afirmou que o centro da capital está a ser afectado por "muitos incidentes" com talibãs, explicando que estes estão em "constante adaptação""Desde o início de Novembro já houve 45 incidentes no centro de Cabul", informou o comandante da força portuguesa, acrescentando que nos últimos meses as forças internacionais e afegãs "têm tido bastante contacto" com as insurreições talibãs, que têm resultado em baixas quase diárias.Esta semana um soldado francês morreu depois de pisar uma mina a menos de 10 quilómetros da cidade. Há cerca de um mês, no início de Novembro, numa emboscada a cerca de 20 quilómetros da capital do Afeganistão, mais 10 soldados franceses morreram ao serem surpreendidos por cerca de uma centena de talibãs.
Segundo o tenente-coronel Rodrigues, "ataques suicidas, emboscadas e minas" são as ofensivas mais comuns contra as forças da NATO e da coligação norte-americana. E adiantou também que "no centro de Cabul os acidentes de trânsito normalmente transformam-se em manifestações".Os 272 militares mortos no Afeganistão e o avanço constante do domínio talibã no país fizeram de 2008 o ano mais sangrento desde o início da missão da Força Internacional ."
Onda do
Manel
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20:21 –
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Etiquetas: cooperação
Um bom museu
Fica na Rua do Instituto Industrial, ali entre o Cais do Sodré e Santos.
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J.N.Barbosa
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17:28 –
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
A NOSSA MISSÃO
A participação militar portuguesa na missão da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) no Afeganistão vai ficar reduzida a um décimo do esforço inicial, cerca de 300 militares, que passarão a menos de trinta antes do Natal.Segundo dados fornecidos pelo Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), Portugal tem actualmente na missão da ISAF, liderada pela NATO desde 2003, um conjunto de 74 militares, distribuídos por um «destacamento de 45 com uma aeronave de transporte logístico Hércules C-130», a que se somam mais «29 militares no Operational Mentoring and Liasion Team (OMLT) - 20 da Força Aérea, 6 da Marinha e 3 do Exército Português».
Com o fim da participação do destacamento do C-130 antes do final do mês de Dezembro, Portugal passa a contar com apenas 29 militares em território afegão, a mais baixa participação desde o início da missão da ISAF, em 2002, primeiro ano em que foram enviadas tropas portuguesas para o Afeganistão.
Portugal começou por enviar cerca de 300 militares, tendo este número sido progressivamente reduzido ao longo dos últimos anos, para aproximadamente 150 militares a partir de 2005 e uma redução mais significativa este ano, quando seguiu para Cabul a equipa de 45 militares e do C-130.
Em declarações à agência Lusa, o antigo porta-voz da ISAF, o general português Carlos Branco, defende que a participação portuguesa está «enquadrada dentro das prioridades da Aliança Atlântica», acrescentando que houve «uma alteração qualitativa da participação portuguesa», que alterou a tipologia da sua participação militar.
Questionado sobre se prevê um aumento da participação portuguesa em 2009, o general Carlos Branco preferiu «não comentar políticas do Estado português».
O ano de 2008 teve o balanço mais negativo na história da missão da ISAF, com 272 militares das forças internacionais mortos - da NATO e da coligação norte-americana.
Alguns relatórios de grupos de reflexão especializados internacionais e o aumento de atentados e ataques contra os militares da ISAF indicam um aumento do domínio talibã no Afeganistão, o que tem levado vários quadros superiores da NATO a apelarem a um reforço militar naquele país.
Onda do
Manel
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22:15 –
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Etiquetas: cooperação
ASSIM NÃO DÁ
O CDS (mas podia ser outro qualquer) , perante a crise e a onda de criminalidade que se verifica , "atreveu-se" a propor uma lei em que se tomariam algumas precauções enquanto durassem os processos, para além de se promulgar uma "carta" do imigrante , que desse algumas garantias a quem o acolhe.
Onda do
Manel
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21:11 –
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Conferências na Fundação Calouste Gulbenkian
Um abraço
"O Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian, realiza no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna, 45 A) a conferência – EVOLUÇÃO E BIOGEOGRAFIA: PORQUE HÁ TANTAS ESPÉCIES NA TERRA? – que terá lugar no dia 16 de Dezembro, às 18h00, e será proferida pelo Prof. NUNO FERRAND da Universidade do Porto. Teria muito gosto em que estivesse presente nesta iniciativa.
Poderá também assistir em directo através do site: http://live.fccn.pt/fcg/ e enviar as suas questões (darwin@gulbenkian.pt) que o orador responderá no final da sessão"
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Jorge Beirão Reis
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19:56 –
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Finalmente, percebi!
"Nove dos portugueses mais ricos perderam 9 952 000 000 euros em 2008...".
É, assim, de toda a justiça que as autoridades deste jardim à beira mar plantado ajudem estes coitadinhos!
Razão tinha o OCeano Grillo quando, em 1975, perante uma "manif" gritando na Rua do Arsenal "Os ricos que paguem a crise", retorquiu: Não, os pobres que paguem a crise, por duas razões - primeira, porque estão habituados e segunda porque, sendo muitos, não se nota tanto!
Sobre a crise, recomendo a leitura do artigo de opinião de Ricardo Araújo Pereira, na secção "Boca do Inferno" desta mesma revista, intitulado "A Crise Está em Crise"
Isto é que vai uma crise!!!
Onda do
Jorge Beirão Reis
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18:49 –
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Ainda o almoço (OC) do dia 09Dez08
Para complementar a reportagem do Allen aqui vão mais algumas fotos.
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LSN
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10:43 –
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
COISAS BOAS
Onda do
Manel
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22:47 –
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Almoço OCeano de 9.12.2008
A pedido do autor, Trigo Allen, aqui estão fotos do nosso almoço de ontem.
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José Cruz
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11:03 –
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Almoço OC (09Dez08)
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LSN
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19:01 –
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Operação Atalanta
O quadro jurídico da missão é um bocado complexo. Vai sob mandato das N.U. e com o consentimento do pseudo governo da Somália para os navios entrarem no seu mar territorial. A base jurídica é uma convenção de 1988 para a Supressão de Actos Ilegais Contra a Segurança Marítima, que cobre a tomada de navios pela força, a violência contra o pessoal de bordo, e a colocação de dispositivos explosivos. As provisões sobre a abordagem são complicadas; implicam autorização dos estados de bandeira se os países forem signatários e uma resposta em quatro horas. Diz que se deve evitar a força, garantir a segurança das vidas no mar, respeitar a dignidade humana, não danificar o ambiente (!) e evitar detenções indevidas. Enfim, uma receita para vê-los fugir. Estou a imaginar um navio português a afundar um semi-rígido e logo de seguida um burburinho nos jornais e na Assembleia, com o ministro a desfazer-se em explicações sobre piratas bons e piratas maus, combustível derramado e direitos dos detidos...
O Solana diz que as Regras de Empenhamento são robustas, mas disso estamos já fartos. Era bom que fossem públicas e que o poder político nacional soubesse o que significam ( em toda a minha vida vi sempre os políticos faltarem aos exercícios de gestão de críses...).
Onda do
J.N.Barbosa
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11:14 –
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
A Sarah Palin portuguesa
Como é do conhecimento geral Sarah Palin foi o factor decisivo na vitória eleitoral de Obama. De facto, quando começaram as primárias democratas, ninguém dava dois tostões por ele na luta com Hillary. Mas ele lá foi e bateu a então considerada grande favorita. Depois, no início da campanha presidencial, a situação repetiu-se e quase todo o mundo apostava em McCain. Ora, para grandes males, grandes remédios e o "staff" de Barak tratou de endrominar a "crise" de modo a abater o rival republicano. Mas a vitória ainda não era segura, era preciso um toque/empurrão final e foi então que apareceu Sarah, uma agente democrata "undercover" (sei-o agora de fonte segura) a minar o campo republicano. Resultado: em menos de duas semanas de entrevistas e tomadas de posição suicidárias a senhora Palin enterrou o candidato McCain e lançou definitivamente Barak Obama para a vitória final. Foi a cereja em cima do bolo democrata.Sempre atento a estas manobras o PS cá do burgo, com a originalidade a que já nos habituou, decidiu seguir um rumo parecido e que tão bons resultados tinha dado no outro lado do Atlântico. José Sócrates já hostilizara meio país ... ele eram os professores e outros funcionários públicos, ele eram os militares e outras forças da ordem, os médicos e enfermeiros, os reformados, as PME, os agricultores, os pescadores, etc, etc, etc, ... e as legislativas a aproximarem-se a passos largos com perspectivas eleitorais um pouco sombrias. Ora como por cá o CDS/PP, o PCP e o BE estão "proibidos" de ganhar eleições e apenas o PPD/PSD e o PS o podem fazer, tornava-se essencial abater os laranjas e, simultâneamente, tentar manter a maioria absoluta a todo o custo. Era necessário fazer alguma coisa. Primeiro era preciso pôr a crise a trabalhar para, e a favorecer, o governo e isso mesmo foi feito ... de repente, e depois de três anos de aperto financeiro, já havia dinheiro (aos milhões) para tudo e mais alguma coisa (BPN, BPP, indústria automóvel, …). Mas a coisa não era suficiente, era preciso mais, o tal golpe de chanata final.
Lembraram-se então da senhora Palin e vai daí conseguiram, usando técnicas absolutamente maquiavélicas, colocar a chefiar o partido rival nada mais, nada menos do que uma agente socialista infiltrada. Já adivinharam quem é … claro, é MFL. Esta senhora começou imediatamente a enterrar o PSD e parece que o seu trabalho está a dar resultados muito bons o que prova que ainda vale bem a pena copiar os métodos usados nos EUA.
Este fim-de-semana (longo) ficamos a saber que o PS está outra vez no limiar da maioria absoluta e que o PSD vai ficando completamente esfrangalhado … bom trabalho, sim senhora!!!
Segue-se uma imagem da agente infiltrada tentando não ser reconhecida.

(Nota final: Esta “estória” não é uma total ficção. A eventual semelhança com factos da vida real não é pura coincidência)
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LSN
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sábado, 6 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
O "Ti ALFREDO" deve estar furioso
No passado dia 25 de Novembro, o Ministério da Defesa Nacional anunciou a extinção do Arsenal do Alfeite, a mais importante empresa pública do Concelho de Almada, fundamental do ponto de vista económico e social, com forte impacto a nível local e regional, como no plano estratégico da defesa e soberania nacionais, garantindo a operacionalidade da Marinha Portuguesa.Anuncia assim a intenção de criar a Arsenal do Alfeite, Sociedade Anónima, empresa tutelada pela EMPORDEF, na lógica da desresponsabilização do Estado face à economia e ao aparelho produtivo nacional, caminhando para a entrega aos privados de mais uma importante empresa de construção e reparação naval, empresa estratégica para a defesa e soberania nacionais e para o desenvolvimento do País.
O ataque que desde há muito tem vindo a ser realizado pelos sucessivos governos contra o Arsenal do Alfeite, integra-se na ofensiva que tem vindo a ser feita contra a indústria naval, com a entrega ao grande capital de empresas nacionalizadas de prestígio internacional, produzindo a destruição de milhares de postos de trabalho, precarizando outros tantos e destruindo uma grande potencialidade nacional. O concelho de Almada já assistiu às consequências desta política com o encerramento da Lisnave na Margueira.
Este ataque conduziu, propositadamente e particularmente desde a década de 90, ao desaproveitamento e não modernização dos meios tecnológicos e humanos, à sua não adaptação às exigências que se colocam ao exercício da actividade de sempre do Arsenal, desde o século XIV, e enquadra-se no objectivo de privatizar tudo aquilo que, segundo a sua concepção e opção, o Estado não esteja vocacionado para fazer, mas os privados sim.
O Governo do PS, agindo em conformidade com a essa concepção, pretende, sob o argumento do desajustamento estrutural do Arsenal de que é responsável e da necessidade de modernização e requalificação, entregar ao sector privado um estabelecimento industrial público, com enormes potencialidades técnicas e humanas, cuja credenciação e qualidade dos trabalhos executados é reconhecida internacionalmente, e que desde sempre esteve e está vocacionado para servir a Marinha Portuguesa e Portugal e contribuir para a defesa da soberania do País.
O Ministério da Defesa Nacional diz garantir a ligação da nova empresa à Marinha Portuguesa mas, de facto, nada pressupõe que assim seja, ficando a nova empresa submetida aos ditames do mercado nacional e internacional e à lógica do lucro, colocando em segundo plano a Marinha, os trabalhadores e a defesa e soberania nacionais.
O Governo diz que a Arsenal do Alfeite, S.A., terá 100% capitais públicos mas não diz que também a OGMA era tutelada pela EMPORDEF e agora 65% do seu capital pertence a EMBRAER, empresa multinacional brasileira. Tendo sido semeado todo um investimento pelo Estado, os lucros são depois colhidos pelos privados.
Esta decisão do governo, que repudiamos com toda a energia, é feita sem consulta e à margem da opinião dos trabalhadores e dos seus órgãos representativos, merecendo forte contestação por parte dos trabalhadores do Arsenal e da população de Almada, que saudamos calorosamente.
São graves as afirmações do Ministério da Defesa Nacional que, dizendo que todos os direitos e garantias dos trabalhadores estão assegurados, clarifica que o quadro de pessoal definitivo só será definido pela administração da Arsenal do Alfeite S.A., e que estudos recentes apontam para um quadro de pessoal com menos 400 trabalhadores.
Afirma que “só com a colaboração dos trabalhadores será possível levar o Arsenal do Alfeite a novos patamares de desenvolvimento”, quando apenas recebeu a Comissão de Trabalhadores minutos antes de anunciar a decisão, ignorando por completo a Comissão Sindical e as reivindicações apresentadas.
Anuncia também que os trabalhadores poderão celebrar contratos individuais de trabalho com a nova empresa, ocupar vagas disponíveis noutros organismos da Administração Pública ou integrar o regime de mobilidade especial. Tal retrocesso social e laboral, só pode merecer o mais firme repúdio por parte dos trabalhadores, que vêem assim os seus direitos conquistados ao longo de décadas completamente destruídos.
O PCP rejeita a criação da Arsenal do Alfeite, S.A. e defende o reforço do investimento do Estado no actual Arsenal do Alfeite, garantindo a estabilidade, a modernização e o futuro do estaleiro. Combatemos a intenção da privatização do Arsenal do Alfeite e exigimos que se mantenha a sua natureza pública e a ligação à Marinha, garantindo a operacionalidade e funcionamento da Armada Portuguesa, protegendo a economia e soberania nacionais, o emprego e os direitos dos trabalhadores.
Assim, exigimos:
- A manutenção do papel público do Arsenal, como estaleiro integrado na Marinha;
- A responsabilização do Estado no que toca à recuperação das infra-estruturas e equipamento do estaleiro;
- O investimento na modernização tecnológica e material necessário para o cumprimento de todos os trabalhos executados;
- Melhor formação profissional e valorização dos trabalhadores, nomeadamente através da vertente salarial;
- Uma aposta em novos projectos e construções (lanchas rápidas, patrulhas e navio de combate à poluição) e não só na manutenção e reparação da frota existente;
- A contratação de mais trabalhadores efectivos de maneira a dar resposta ao trabalho existente e a formar novas gerações;
- A confirmação do vínculo público de todos os trabalhadores.
Apelamos para que os trabalhadores e a população de Almada, elevem a luta desenvolvida até aqui a um patamar mais elevado. A unidade e luta dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, em conformidade com a sua heróica história de resistência, poderá denunciar o ataque de que são alvo, para que a culpa não morra solteira, e criar as condições para a defesa dos postos de trabalho, dos direitos e de um Arsenal do Alfeite público, ao serviço da Marinha, dos trabalhadores e do país.
Fonte: A Concelhia de Almada do Partido Comunista Português
E eu digo porque aqui pus o "Ti Alfredo" . é que ele trabalhou no Arsenal , como marceneiro, e agora deve estar a dar voltas na tumba.
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Manel
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21:48 –
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Conferência do MDN
Como antigo auditor dos Cursos de Defesa nacional recebi um convite para assistir a uma conferência do MDN, esta tarde, no Instituo de Defesa Nacional.
Certamente que estava programada há meses! Mas não deixa de ser curiosa a coincidência. Depois uma palavras de um general reformado que foram consideradas como extemporâneas e desajustadas eis que o 1º Ministro vai falar na abertura do ano lectivo nos Altos Estudos Militares e agora o Ministro também vai dizer coisas sobre os militares!
Certamente que são coisas redondas, com têm sido habitual...
Espero que os militares não se sintam obrigados a estar presentes e perderem o seu tempo. A menos que queiram figurar na fotografia da “brigada do reumático II”.
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Orlando Temes de Oliveira
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13:30 –
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O Banco Alimentar
De acordo com as informações tornadas públicas a recolha de donativos para o Banco Alimentar durante o último fim de semana ultrapassaram as 1900 ton, ou seja mais 19% que no ano anterior.
Notável o espirito de solidariedade que este nosso povo demosntra. Em altura de aperto de carteira aumenta a ajuda para aqueles que menos têm.
Menos notável é a atitude da classe política, e do governo em particular, que nem uma palavra tem sobre esta atitude do povo a quem tudo exigem. Quem viu um membro dum partido colaborar na recolha ou fazer um comentário. Claro que para estarem presentes numa inauguração ou na oferta de um computador sempre atentos e até 1º Ministro aparece! Não sabem ou não querem resolver os problemas dos portugueses e ainda ignoram quem vem minimizar a situação.
Pobre País que consegue gerar tal raça de políticos!
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Orlando Temes de Oliveira
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13:29 –
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
LÁ FORA HÁ DISTO
HMS Westminster chega a Londres , atravessa a ponte e vê a sua cidade.
Que Fragatão , como diriam os alentejanos
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Manel
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23:44 –
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Etiquetas: Navios
domingo, 30 de novembro de 2008
Ataque à Nau de Pedra
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J.N.Barbosa
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18:54 –
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sábado, 29 de novembro de 2008
GOOD NEWS
Vice-Almirante Saldanha Lopes escolheu o Comando de Zona Marítima da Madeira para realizar a sua primeira visita oficial aos diversos comandos pelos quais é, agora, responsável. O novo Comandante Naval, que foi empossado no passado mês de Outubro, esteve durante três dias na Região e parte, hoje, para Lisboa, a bordo da fragata Côrte Real, um dos mais modernos navios da Armada portuguesa. Em declarações ao Jornal da Madeira durante a sua visita ao Funchal, Saldanha Lopes referiu que esta é uma forma de se fazer, também, treinos de pessoal para diversos cenários, aproveitando a navegação que é aconselhável que se faça aos navios, sendo importante “verificar todos os equipamentos, treinar o seu uso” pelo menos uma vez por mês. Neste caso particular, a fragata, da Classe Vasco da Gama, fez então o treino específico nas águas próximas à Madeira, “em vez de o fazer no Algarve, por exemplo”, com o Vice-Almirante a aproveitar para assistir às capacidades de reacção daquele meio. Como tal, prosseguiu, “o aproveitamento de todas estas sinergias talvez possibilite, e é desejável que o faça, uma presença mais assídua dos meios navais na Madeira, para além do navio-patrulha atribuído à Zona Marítima”. Mais meios com mais frequência
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Manel
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10:53 –
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O NOSSO CLUBE
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Manel
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23:16 –
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
HÁ sinceridade nisso ?
Oh , Camarada , Sr . Nogueira:
Aqui , que ninguem nos ouve , diga lá , mas sob juramento:
O seu protagonismo e esforço contínuo , direi mesmo exagerado , neste momento , tem a ver com a luta e a causa dos Professores , ou com a sua luta para substituir Carvalho da Silva na INTER?
Seja sincero , camarada , olhe que o seu rival está atento.
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Manel
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23:30 –
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Etiquetas: sindicatos
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
JOBS FOR THE BOYS
O Ministério da Defesa Nacional anunciou o início do processo de modernização do Arsenal do Alfeite, assegurando que este se manterá uma única empresa, totalmente detida por capitais públicos e ligada à Marinha Portuguesa. O actual Arsenal do Alfeite será transformado em sociedade anónima de capitais públicos, designar-se-á Arsenal do Alfeite, S.A. e ficará na égide da holding das indústrias de defesa portuguesas, Empordef, seu único accionista. A nova empresa irá operar na actual localização, instalações integradas na Base Naval de Lisboa, pertencentes ao Estado, que serão cedidas à Arsenal do Alfeite, S.A. através da celebração de um contrato de concessão com a duração de 30 anos.Dado o seu grande interesse estratégico, não existe qualquer intenção do Ministério da Defesa Nacional em proporcionar a alienação total ou parcial do capital da nova empresa a participações privadas. O conselho de Administração da nova empresa será composto por três elementos, um representante da Marinha Portuguesa e dois gestores profissionais nomeados pela Empordef. O processo legislativo de criação da nova empresa terá agora início, prevendo-se que a sua conclusão possa ocorrer em aproximadamente 6 meses. O normal funcionamento da actividade do estaleiro não será afectado durante este período de transição.
O Arsenal do Alfeite é hoje a única empresa industrial ainda directamente dependente da Orgânica Central do Estado e que opera segundo um modelo de funcionamento definido nos anos 30 do século passado, totalmente desadequado a uma gestão moderna e eficiente. No actual formato, o Arsenal do Alfeite corre inclusivamente sérios riscos de encerrar pois apresenta vulnerabilidades que afectam gravemente o seu normal desempenho e enfraquecem as suas evidentes potencialidades. Um novo modelo de gestão e organização pode responder melhor aos interesses da Marinha Portuguesa e abrir outros mercados, potenciando as suas receitas.
O Arsenal do Alfeite, S.A. irá ser alvo de investimentos avaliados em cerca de 70 milhões de euros, em parte relacionados com obras de recuperação das estruturas portuárias e construção de um novo sistema de docagem. Estes investimentos, assim como a sua empresarialização, são considerados os dois elementos fundamentais para permitir modernizar o Arsenal do Alfeite, posicioná-lo num patamar tecnológico mais avançado e aumentar a sua competitividade. O propósito é criar um centro tecnológico de excelência da indústria naval que sirva melhor a Marinha Portuguesa, actualmente a completar um ciclo de renovação de toda a sua frota, e que também permita voltar a projectar a indústria naval portuguesa no mercado internacional.
Após a sua modernização, que também implicará a obtenção de atributos de centro de reparação acreditado por diversos fabricantes de equipamento marítimo de referência, existirão condições para que o Arsenal do Alfeite aspire à realização de trabalhos até hoje impossíveis, tais como:
reparação naval militar nos novos navios e submarinos adquiridos pela Marinha Portuguesa;
reparação nos portos portugueses de navios militares de Marinhas de países amigos;
reparação naval de navios não militares que demandem os portos portugueses;
manutenção de equipamentos militares e de armamento em tecnologias correntes nos navios militares, orientado para o mercado das Forças Armadas, Forças de Segurança, instalações NATO, etc.;
criação de um centro nacional de desenvolvimento tecnológico das actividades marítimas e de formação profissional e tecnológica;
projecto e construção naval de navios de serviço, de fiscalização e de navios militares de pequeno e médio porte, orientado para mercados em África e, eventualmente, nas América Central e do Sul;
desenvolvimento de actividades de consultoria em engenharia naval e em gestão e tecnologia de estaleiros orientadas para mercados em África e Américas, Central e do Sul.
A médio prazo, pretende-se que o Arsenal do Alfeite, S.A, apresente um crescimento das suas actuais receitas em pelo menos 20%. A longo prazo, a facturação poderá superar a actual em cerca de 30%.
Portugal detém portos próximos das principais rotas atlânticas e não faz sentido que a sua indústria naval não se encontre mais desenvolvida, contribuindo para o crescimento geral da economia nacional. O Ministério da Defesa Nacional pretende também contribuir para a retoma sustentada da economia e considera que as estruturas da indústria naval sub sua tutela, se modernizadas, podem ajudar nesse objectivo. Para a sua concretização é fundamental a participação dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, principal garante do know-how da empresa.
Todos os direitos e garantias dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite estão perfeitamente assegurados, ao abrigo do seu actual vinculo à função pública. Durante o período de transição para a nova empresa os trabalhadores do Arsenal do Alfeite não vão sentir qualquer alteração, qualquer falha no pagamento de salários ou quebra de qualquer outro benefício ou regalia em vigor. O período de transição será de cerca de 6 meses, durante o qual os actuais trabalhadores do estaleiro poderão: celebrar voluntariamente contratos individuais de trabalho com a nova empresa; ocupar voluntariamente vagas disponíveis no quadro civil da Marinha Portuguesa ou qualquer outro organismo da Administração Pública ou integrar o regime da mobilidade especial.
Logo que tome posse, a nova Administração irá iniciar o processo de transição dos trabalhadores.
A dimensão final do quadro de pessoal do Arsenal do Alfeite, S.A. só vai ser definida pela nova Administração, após definição e aprovação final do plano estratégico. Os estudos efectuados recentemente apontam que, para responder à carga de trabalho requerida para os anos imediatos, a nova empresa deva deter um quadro de pessoal com cerca de 800 a 1000 trabalhadores.
O propósito deste processo de empresarialização é modernizar e aumentar a competitividade do Arsenal do Alfeite, o que irá naturalmente permitir melhorar significativamente as actuais condições de trabalho na empresa. O know-how da organização está nas pessoas que nela trabalham, desta forma, a futura Administração terá todo o interesse em reter todos os trabalhadores que aportem valor à organização e que queiram contribuir para transformar o Arsenal do Alfeite, S.A. num caso de sucesso.
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Manel
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Olimpíadas de Xadrez
Para os mais curiosos: podem ver todos os detalhes destas Olimpíadas neste site.
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LSN
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
ADEUS velha AVENIDA
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Manel
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Arsenal, Arsenal
Quando se fala destas mudanças sublinha-se muito os aspectos financeiros, de gestão e os costumados despedimentos (cheios de garantias...); nunca se diz se o cliente ficará mais bem servido, se o serviço é mais barato ou se a empresa ficará mais moderna e eficaz. Como o único cliente é a Marinha ( poderá haver um ou outro biscate para fora sem significado), já sabemos quem será a vítima.Fica a dúvida se os administradores civis vão ganhar como o militar ou vice-versa.
O espectro de Viana do Castelo paira sobre o Arsenal.
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J.N.Barbosa
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AORN
Tratando-se de fim de semana prolongado a segunda feira dia 1 de Dezembro, feriado nacional, é esta mais uma excelente oportunidade de deslocação a Norte e convívio da Reserva Naval.
Anexamos ainda Anúncio oficial da REGATA DA RESERVA NAVAL. Mais informações no nosso website http://www.reservanaval.pt/.
Esta foto é do nosso LSN
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Manel
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domingo, 23 de novembro de 2008
Notícias de Lagutrop
Hoje fui visitar a freguesia de Carnide. Entre outras coisas interessantes, descobri esta casa que foi do bispo de Lisboa. Conclusão: já nem a religião se safa!
Onda do
José Aguilar
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22:51 –
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Etiquetas: Património
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
HOSPITAL DA MARINHA
Sabiam que foi criado nos nosso hospital um gabinete do utente ?
Onda do
Bastos Moreira
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14:53 –
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
O Caso BPN. Sem Mais Comentários
“O governador explicou ainda que nada fazia prever que um grupo presidido por um ex-técnico de supervisão do Banco de Portugal, vice-presidente do Banco Europeu de Investimento, ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, cuja experiência e idoneidade se presumia ser a melhor possível, desse azo a situações com estes contornos. Constâncio referia-se obviamente a ....”
Onda do
Jorge Beirão Reis
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23:01 –
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
JÁ AGORA MAIS UM GAMANÇO
Lisboa, 13 Nov (Lusa) - O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, afirmou hoje que o Governo quer "integrar" o Arsenal do Alfeite "no contexto das empresas públicas", de forma a "modernizar" as estruturas de reparação naval da Marinha.
"Não está em cima da mesa a privatização do Alfeite. O Governo quer empresarializá-lo e integrá-lo no contexto das empresas públicas de Defesa, para o modernizar e dotar de capacidade para o seu objectivo fundamental, a reparação naval na Marinha, e se possível vender os seus serviços também a outras Marinhas", respondeu o ministro, questionado pelo deputado do PCP António Filipe, durante a discussão parlamentar do Orçamento de Estado para 2009 no sector da Defesa.
Durante o debate orçamental, o deputado comunista da Comissão de Defesa, interrogou Severiano Teixeira sobre o "futuro" do Alfeite.
"Sobre o Arsenal do Alfeite, queria uma informação sobre o que efectivamente se está a passar, qual será o seu futuro? O que se pretende? Vai ser uma segunda OGMA e, daqui a uns anos, ser vendido a algum grupo estrangeiro?", perguntou.
O responsável pela pasta da Defesa, afirmou ainda que esta "modernização" dos estaleiros navais terá um investimento inicial do Estado, adiantando que já apresentou uma proposta nesse sentido ao Ministério das Finanças.
Com a concretização deste projecto, anunciado na véspera da visita do Presidente da República, Cavaco Silva, ao Alfeite - onde também estará Severiano Teixeira - os estaleiros navais deverão passar para o domínio da EMPORDEF, a `holding` do Estado português para as empresas da área da Defesa, deixando assim a tutela militar, através do Estado-Maior da Armada.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Onda do
Manel
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19:26 –
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Intenções sinistras
Se o que vem hoje no Diário de Notícias relativamente a vencimentos de chefias militares se vier a concretizar, só terá uma leitura. À consideração dos leitores.
Defesa. Proposta de novo regime remuneratório em estudo pelas chefias das Forças Armadas Estudo do Exército coloca postos militares na nova grelha salarial da função pública em 2009O principal chefe militar das Forças Armadas vai ficar ao nível remuneratório de um juiz de círculo com 15 anos de profissão, segundo um estudo do Exército a que o DN teve acesso.O documento, oriundo do Comando do Pessoal do Exército, tem por base o anteprojecto de lei do Governo que aprova o novo regime remuneratório dos militares das Forças Armadas - enviado aos chefes militares para análise no passado dia 03 - que entrará em vigor no próximo dia 01 de Janeiro com o da função pública.A partir da proposta do ministro Nuno Severiano Teixeira, o Exército concluiu que o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) fica no nível 87 - um acima do dos juízes de círculo com 15 anos de profissão e quatro abaixo dos juízes há 18 anos (91, numa escala que termina no nível remuneratório 115). Note-se que um oficial general chega a a CEMGFA com cerca de 40 anos de vida nas fileiras. Em termos financeiros, o nível 91 corresponde a 4970 euros, o 87 a 4770 euros e o 86 a 4720 euros, de acordo com os dados constantes do estudo do Exército.A proposta fica aquém da reivindicação dos militares que, sendo um dos Corpos Especiais do Estado (como os magistrados ou os diplomatas), querem ver reposta a paridade perdida nas últimas três décadas em termos salariais. Segundo fontes castrenses ouvidas pelo DN, o nível de referência para o CEMGFA "deveria ser o 111", patamar onde estão os reitores e os juízes desembargadores (5971 euros).Para a Associação dos Oficiais das Forças Armadas (AOFA), a prioridade deveria ser o aumento do suplemento da condição militar (14,5% do vencimento dos militares), pois a revisão salarial deveria ser precedida por um estudo comparativo com as remunerações das profissões equiparadas e, só a partir daí, reposicionar os militares. De acordo com os dados disponíveis (ver gráfico ao lado), o fosso com os juízes ou os professores catedráticos abriu-se no final dos anos 1980 e início dos anos 1990 - quando o actual Presidente da República,Cavaco Silva, obteve a segunda maioria absoluta como chefe do Governo.A proposta do Governo decorre da lei dos vínculos, carreiras e remunerações da Função Pública. Sendo necessária a "articulação e harmonização" do regime remuneratório dos militares com o dos restantes trabalhadores a exercer funções públicas, a proposta integra os diferentes postos da hierarquia militar na tabela geral (composta por níveis e, dentro destes, por escalões).No caso dos chefes de Estado-Maior dos três ramos das Forças Armadas, o estudo do Exército coloca-os no nível 82, quatro níveis abaixo dos juízes com 15 anos de profissão.
Onda do
J.N.Barbosa
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17:40 –
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Em França também.
Do Figaro:
Le prix du brut dégringole, mais les tarifs à la pompe ne suivent pas
Armelle Bohineust13/11/2008 Mise à jour : 10:53
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© Marmara/Le Figaro
Alors que le pétrole est tombé mercredi à son plus bas niveau depuis le début 2007, le chef de l'État souhaiterait une baisse des tarifs à la pompe plus rapide et va convoquer les pétroliers. De son côté, l'Agence internationalede l'énergie redouteun nouveau choc pétrolier.
À qui profite vraiment la baisse spectaculaire du pétrole, tombé hier à 52,05 dollars le baril de brent à Londres, son plus bas niveau depuis janvier 2007 ? Pas aux consommateurs, estime Nicolas Sarkozy, qui a décidé de tancer les groupes pétroliers, qui ne répercutent pas suffisamment à la pompe le plongeon de l'or noir.
Convoqués initialement hier à l'Élysée,Total, Leclerc et autres distributeurs ont gagné quelques jours de répit, grâce à l'agenda chargé du président. Mais ils devront s'expliquer sur la baisse de 20% seulement du gazole ou du sans-plomb 95 alors que le brent a chuté de 60% dans le même temps. Et il en ressortira peut-être des mesures plus contraignantes que «l'engagement de modérer leurs prix de revente» pris par les distributeurs lors de leur entrevue avec Christine Lagarde, ministre de l'Économie, en novembre 2007
Onda do
J.N.Barbosa
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10:21 –
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
GATO PERSA
Onda do
Fernão
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23:16 –
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O NOSSO CLUBE
Onda do
Manel
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22:40 –
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O risco azul
Mas afinal o que é este risco azul por cima do blog?
Onda do
J.N.Barbosa
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22:37 –
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Em Verdun
Sarkozy memorializes France's World War I dead, including the mutineers
The Associated Press
Tuesday, November 11, 2008
DOUAUMONT, France: President Nicolas Sarkozy of France paid tribute Tuesday to hundreds of World War I soldiers who were shot for disobeying orders in a mutiny in 1917. It was a change of tone on the first Armistice Day without a living French veteran.
More than 600 French soldiers were executed by their own side during World War I, many for refusing to obey orders to continue to fight after a bloody and failed series of offensives in northeastern France in 1917.
"France will never forget its children who died for it," Sarkozy said in a speech paying tribute to the French and allied war dead that explicitly included those shot for "cowardice" or acts of mutiny.
"I think of these men of whom too much was asked, who were too exposed, who were sometimes sent to be massacred through mistakes by their commanders, of those men who, one day, no longer had the strength to fight," he said.
The 1917 mutinies, in which many regiments refused to move from their own lines, raised fears among French leaders that the army could collapse and led to harsh reprisals against those who disobeyed orders to fight.
World War I, fought out in large part on French soil from 1914 to 1918, cost 1.4 million French lives and remains firmly anchored in French memories. But there has been a growing debate here about the best way to mark the event.
At Douaumont, the governor general of Australia, Quentin Bryce; Prince Charles of Britain; and Grand Duke Henri of Luxembourg laid wreaths at the foot of a huge French flag that soared over an esplanade between two large fields of white crosses.
The president of the European Commission, José Manuel Barroso, and Peter Müller, president of Germany's upper house of Parliament, were also on hand.
Armistice Day was marked for the first time without the presence of a French veteran. Lazare Ponticelli, an Italian-born immigrant who joined the Foreign Legion at 16 and who was the last French survivor of the war, died this year at 110.
Gerard Aprile, 59, once a military parachutist and a regular at Armistice Day ceremonies in France, said Ponticelli's death changed the tone of the event. "The ceremony will always be there, but without a human witness, there is an emptiness," said Aprile, who wore his military uniform.
In London, three frail British veterans in wheelchairs honored the deaths of more than 700,000 British comrades. Henry Allingham, 112; Harry Patch, 110; and Bill Stone, 108, were among those at the Cenotaph war memorial near the Houses of Parliament.
In the Belgian region of west Flanders, thousands of people stood in driving rain in the town of Ieper - better known to British soldiers by its French name, Ypres - at the annual poppy parade commemorating Armistice Day.
Flags fluttered across the Polish capital, Warsaw, on Tuesday as President Lech Kaczynski was expected to receive a host of dignitaries, including the presidents of Afghanistan, Ukraine and Georgia, at an evening gala. Chancellor Angela Merkel of Germany was expected at an earlier event.
In his speech, delivered near the site of the Battle of Verdun rather than at the traditional site at the Arc de Triomphe in Paris, Sarkozy said the time had come to recognize that many of those executed had been pushed beyond endurance.
"Many of those who were executed at the time did not dishonor themselves, were not cowards, but went to the extreme limits of their strength."
His speech contained no mention of a possible posthumous pardon, but the minister in charge of veterans affairs said this year that France would consider clearing the names of many of those shot for refusing to obey orders.
In 2006, Britain posthumously pardoned 306 men shot for desertion or cowardice during World War I, many of whom were believed to be suffering from psychological trauma.
Correction:
Notes:
Copyright © 2008 The International Herald Tribune www.iht.com
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Onda do
J.N.Barbosa
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22:29 –
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Carta do Inimigo às Nossas Tropas
Recebi este texto de uma mensagem do OCeano Mandíbulas e não resisti a transcrevê-la.
Mais vale levar isto a brincar!
Um abraço.
"Caro Inimigo:
Espero que esta carta vos encontre de boa saúde, apesar da vossa ADM estar cada vez pior... Serve esta missiva para vos transmitir o meu espanto perante aquilo que, a partir da nossa trincheira na linha da frente e através da 'terra de ninguém', conseguimos observar no vosso território e que muito me traz preocupado. Preocupação essa que aumenta de dia para dia. Senão vejamos: - Dezenas de unidades do vosso Exército vão fechar e ser vendidas. O que é que vai sobrar para nós atacarmos? - O vosso novo Exército só vai ter vagas para 60% dos actuais efectivos. E os 40% que não vão ter cabimento, o que vão fazer? Espero que não se venham alistar aqui no nosso Exército, pois não conseguiremos concorrer com os baixos salários que auferem, e isto aqui também não está fácil... - A implantação territorial vai passar a ser assegurada pela vossa Guarda Nacional Republicana. E depois? Quando vos quisermos invadir? Vá de passar multas na gente, autuar a torto e a direito? Isto assim não tem graça nenhuma... - Planeávamos tomar de assalto as vossas escolas e centros de saúde, mas foi tarde demais.... O vosso Governo antecipou-se e fechou tudo.... - O vosso anterior CEMFA tinha dito que os P-3P Orion iam para a Base de Ovar. Nós até já tínhamos posicionado os radares e as baterias antiaéreas para essa região. Agora vem o novo CEMFA e diz que 'não senhora... os P-3P vão mas é para Beja'. Eh pá, vejam lá se se entendem. Não podemos andar com o nosso material para cima e para baixo, que também já está velho e cansado... e sempre se gasta um dinheirito em ajudas de custo que bem que podia ser gasto noutras coisas... - Depois, é toda gente a malhar nas vossas tropas, e nós aqui de braços cruzados. Vejam lá se reservam algum tempo na vossa agenda para nós, pois já nos sentimos desprezados, sempre à espera de um ataquezito e nada... - Os vossos chefes não param de vos averbar com processos disciplinares; - Os nossos espiões perderam os rastos dos vossos espiões. Parece que os vossos espiões andam ocupadíssimos a fotografarem as vossas tropas...; - As vossas carreiras são uma desgraça e nem com 3 grupos de trabalho, vos resolvem o problema; - O vosso Governo ataca os vossos poucos direitos todos os dias; - Os comentadores da imprensa por conta do Governo, desancam-vos forte e feio; - O vosso Ministro manda calar os vossos chefes através dos jornais;É que até já dá pena! É um massacre... Na verdade sentimos que perante as ameaças que pairam sobre as vossas tropas, a nossa condição de 'inimigo' pode estar seriamente posta em causa e logo podemos perder o nosso posto de combate, por se tornar desnecessário e passamos ao quadro de excedentários... ou será que isso é só para os civis? É que nós também temos filhos para criar e casa para pagar. Vejam lá se se organizam...É caso para perguntar: - Afinal quem é que é o inimigo?Com amigos desses, quem é que precisa de inimigos... Despeço-me com os melhores cumprimentos, aguardando por melhores dias.
Onda do
Jorge Beirão Reis
@
19:01 –
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De copos na mão...
Mais uma vez e de copo na mão, ou não fosse hoje dia de S. Martinho, lá nos vamos encontrando.
E garanto que ninguém saíu avinhado. Mesmo assim, não digam nada ao Saldanha Sanches.
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Onda do
José Cruz
@
17:58 –
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Dia do Armistício
É hoje, 11 de Novembro, o dia do Armistício, o dia em que se celebra em quase todo o mundo a memória dos soldados caídos em todas as guerras. Em Portugal, é organizada uma cerimónia pela Liga dos Combatentes, no dia 15, sábado, junto ao Forte do Bom Sucesso pelas 1430.
Costumo seguir a cerimónia impar que todos os anos ocorre em Londres. Só que este ano celebraram no domingo passado e chamaram-lhe "Remembrance Sunday". Pode ver-se uma reportagem em http://news.sky.com/skynews/Home/UK-News/Remembrance .
Onda do
J.N.Barbosa
@
10:08 –
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FUI ENGANADO
Onda do
Manel
@
00:20 –
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
EU, JÁ ME CALEI...
“O que me espanta é que os oceanos (com excepção de JNB e MPM) não emitam opiniões pessoais ...
Será que, por estarem reformados ou reservados, deixaram de ter opinião?”
Como, conforme diz o ditado, “Quem não se sente não é filho de boa gente”, eu senti-me abrangido pelo comentário, pelo que venho aqui apresentar a minha defesa:
Lembro os OCeanos que, em 07 de Abril do corrente ano, publiquei neste nosso “blog” um texto, subordinado ao título “O Baú das Velharias – Era Uma Vez ...”, texto esse da minha autoria (embora o tenha atribuído a outrem), o qual caracterizei como história para crianças, embora não o seja.
Constitui tal texto uma análise sumária da actual situação político-militar e um apontar das responsabilidades dos militares nessa situação.
Mantenho tudo quanto afirmei, nessa altura, e não serão judicies ou loureiros dos santos (é inacreditável a mútua atracção entre indivíduos que adoram a exposição pública e os meios disponíveis de exposição pública) que me farão alterar esta posição.
Acrescento que, tendo os militares razões de queixa relativamente aos seus chefes, poderão sempre apresentar queixa, sucessivamente, aos escalões superiores da hierarquia, até ao Comandante Supremo das Forças Armadas. Ou não?
Assim, considero que tenho razões para afirmar, brincando com uma frase do Rei D. Juan Carlos, numa cimeira ibero-americana, “Eu, já me calei...”
Onda do
Jorge Beirão Reis
@
19:39 –
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O Drama e a Farsa
Sob este título escreveu Saldanha Sanches no último Expresso um artigo sobre as últimas ocorrências político-militares. É sabido que ele é contra a existência de forças armadas; mas desta vez faz um retrato da situação que decorre da imagem que os militares actualmente envolvidos nas manifestações estão a dar de si. Não me espanta que possa ser assim vista por muito boa gente e eu até concordo. Ele glosa as imagens de telejornal em que um grupo de oficiais de copo na mão faz variações do fado "agarrem-me, senão desgraço-me", diz que não serão os arranques avinhados dos militares que nos farão tirar o sono, etc. Termina perguntando a que distância estará a Europa.
Tudo isto é triste e triste é os militares e associações respectivas não terem a percepção nem a sensibilidade para perceberem as figuras que se fazem, nem as imagens que se projectam. Há formas de luta e tiros pela culatra...
Onda do
J.N.Barbosa
@
19:23 –
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Regata Vendée- Globe
Onda do
J.N.Barbosa
@
19:09 –
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sábado, 8 de novembro de 2008
COISAS MÁS
Onda do
Manel
@
23:36 –
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SÓ uma pequena pausa
Hoje vi , perdão ouvi, Carlos Paião ser assassinado.
Onda do
Manel
@
21:59 –
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O QUE DISSE MONJARDINO
No artigo A libertação da sociedade militar (Público, 24 de Novembro de 2006 pág. 6), JMJ acusa as Forças Armadas de desperdiçarem o dinheiro dos contribuintes e de asfixiarem a sociedade civil, defende a venda de quartéis e a redução dos investimentos militares em curso e propõe a reforma ou a negociação da saída de um número substancial de militares da função pública. Para JMJ, Portugal deve imitar a Irlanda, um país neutral, e reduzir muito rapidamente o seu orçamento da Defesa dos actuais 2,3% para 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB).
Esta proposta é um desastre para Portugal. Um desastre porque afectaria profundamente a segurança e a defesa do vasto espaço geográfico nacional (em Lisboa há muita gente que se esquece de que os Açores, a Madeira e uma vastíssima área atlântica continuam a ser território nacional). Um desastre porque afectaria profundamente as nossas relações com a NATO e a União Europeia, as duas mais importantes alianças nacionais. Um desastre, finalmente, porque transformaria rapidamente Portugal num novo Condado Portucalense isolacionista. Regressar ao século XII é uma solução barata, mas não é de certeza uma boa opção estratégica nacional nos tempos que correm.
O que parece motivar JMJ não são argumentos estratégicos, mas sim questões essencialmente políticas. JMJ teme que a recente manifestação militar disfarçada de passeio na via pública nos leve de volta aos tempos loucos do Verão Quente de 1975 e à supremacia dos militares sobre os líderes políticos eleitos. Teme também que a pressão dos militares nas ruas leve o Governo a ceder e a perder o seu ímpeto reformista. JMJ tem razão quando se preocupa com as consequências políticas dos passeios na via pública dos militares. Todavia, a solução que propõe sofre de dois grandes problemas.
O primeiro tem a ver com a dimensão do orçamento da Defesa. Em vez dos mencionados 2,3%, o orçamento para 2007 aponta para um gasto na casa dos 1,3% do PIB. Se tivermos em conta a nossa geografia, os objectivos da política externa nacional e as agendas da NATO e da União Europeia, este valor é extremamente baixo. Ao contrário do que JMJ escreve, Portugal não precisa de se libertar de uma sociedade militar que supostamente asfixia o resto do país civil. Não são as Forças Armadas que asfixiam a sociedade portuguesa, mas sim o peso e o funcionamento de toda a máquina burocrática do Estado. Se esta máquina civil tivesse feito a cura de emagrecimento que as Forças Armadas já fizeram e continuam a fazer, estaríamos todos muito melhor.
O segundo problema tem a ver com a noção de fronteira. JMJ tem uma noção de fronteira territorial. Como a Espanha não vai invadir militarmente Portugal, JMJ argumenta que Portugal pode e deve gastar muito menos com as Forças Armadas. Esta noção de fronteira está obsoleta há muitos anos. Na União Europeia e na NATO, os aliados credíveis não têm fronteiras territoriais. Têm fronteiras de segurança e defesa, uma coisa muito mais vasta e exigente do ponto de vista geográfico, orçamental e militar.
Portugal precisa de ter umas Forças Armadas credíveis para defender os seus interesses nacionais e para contribuir para a segurança e defesa da área euro- ‑atlântica, a zona mais rica e integrada do mundo em termos políticos, económicos e militares. E, para isso, a sociedade militar continua a ser indispensável para o presente e futuro nacional. A sociedade militar é e deve continuar a ser o escudo de Portugal.
onda do Jota em 29-11-2006
Como veem o Homem insiste
Onda do
Manel
@
20:50 –
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