Salman Rushdie é um famoso escritor inglês de origem muçulmana indiana, nascido e criado em Bombaim, que estudou na Inglaterra e se formou no King’s College, Universidade de Cambridge. É, desde há alguns anos, um potencial candidato ao Prémio Nobel da Literatura e é traduzido em Portugal pelo Oceano José António Teixeira de Aguilar.
Sir Salman Rushdie e o Comandante Teixeira de Aguilar encontraram-se no Porto, por ocasião do Festival Literário Babell, promovido pela Fundação Livraria Lello, com o apoio da Câmara Municipal do Porto.
Não resistimos a transcrever o que o nosso camarada escreveu na sua página do Facebook e aqui se divulga:
Existe um peixe chamado mero. Para quem gosta deste tipo de curiosidades ictiológicas, o seu nome científico é Epinephelus gigas. Mas todos temos algo em comum com ele: cada um de nós é um mero qualquer coisa.
Eu, por exemplo, sou um mero tradutor. Um mero que foi ao Porto do Babell e voltou com barbatanas novas (conhecer e ouvir autores inteligentes opera este tipo de metamorfoses).
Dizia-se nos meus tempos de estudante "o Porto é uma nação". Pois bem, o Porto, com o Babell, foi muitas nações. E noções.
Para além de tudo, facultou-me o raro prazer de encontrar dois autores que traduzi com entusiasmo: Salman Rushdie e David Uclés.
Deixo aqui os meus parabéns à organização do Babell e a minha gratidão pela companhia da minha editora de eleição, a Cecília Andrade, da Dom Quixote, do Rui Breda, também da Leya, e do João Nuno Machado. Com eles, a festa foi ainda mais festa.
O Água Aberta felicita o nosso camarada e publica a fotografia captada por Rachel Eliza Griffiths, a mulher de Rushdie, que é poetisa, novelista e artista gráfica. Quanto às pessoas que estão na mesa do pequeno-almoço são, da esquerda para a direita, Cecília Andrade, editora da Dom Quixote, Rui Breda, assessor de imprensa da Dom Quixote e, evidentemente, Sir Salman Rushdie e ao seu lado o nosso camarada.