Face a uma situação considerada clinicamente não poder ser sustentada sem um internamento medico na area da Gastro, a ser prestado a meu Pai, contactei telefonicamente o Serviço de Gastro do Hospital da Marinha. Depois das vicissitudes "normais" para falar para o serviço consegui chegar à fala com o médico que na altura estava a dar consultas, dr. Santos Anjos.
Por não se lembrar(?!?) do meu Pai (o que estranhei pois há mais de 50 anos era frequentador assiduo daquele serviço ) informou-me que ia consultar a sua ficha e que lhe ligasse passada 1 hora.
Perante esta situação, para mim totalmente inesperada, em que esperava uma resposta do género:"traga-o para ser internado e observado, depois logo se vê." e em que me deparo com um caso de falta de memoria resolvi telefonar para o Hospital da Força Aérea, local onde o meu Pai, que eu saiba, nunca pôs os pés.
O médico com quem falei, Dr Rui Gonçalves, não precisou de puxar pela memoria para se decidir se devia internar o meu Pai ou não. Limitou-se a dizer:" Vou ver se há camas vagas e já lhe telefono". Demorou 4.5 minutos a dar-me uma resposta positiva !!!
Se calhar a culpa por acabar com o Hospital da Marinha não reside totalmente na Av. Ilha da Madeira...