
"Por entre excrementos recentes e embalagens de vinho vazias, há... muita...m*.
O edificio ... com a m* que a Estradas de Portugal, EP construiu custou 1,5 milhões de euros mas serviu apenas dois anos. Inaugurado em 2007, o imóvel foi totalmente esvaziado em 2009 e entregue ao Ministério das Finanças....Há indicios de que ele passou para a tutela do Ministério da Defesa."
Esta noticia publicada hoje no jornal "Público" referente a um edificio e terreno, em total abandono, sitos frente ao Palácio de Queluz, reporta-se a uma banalidade, a que os cidadãos já estão habituados, mas que, maldosamente, os continua a colocar, para desopilar do futebol, a pensar no despesismo do Estado, na corrupção dos politicos e do funcionalismo (alguns) e nas golpadas dos que podem e sabem disso aproveitar-se (alguns).
Mas desta vez, dessa multidão, pelo menos os militares, que também a compoem, estão enganados. Perante a fraca aceitação que "os privilégios" dos militares têm na opinião pública, o Governo, sempre avisado e com isso preocupado, encontrou uma maneira subtil de reforçar o Fundo de Pensões dos Militares das Forças Armadas.
É que, como sempre, cumprido a lei, parte do valor resultante da alienação desse património(certamente a mais inteligente solução a tomar em defesa do interesse público) e que nem era inicialmente afecto às Forças Armadas, a ser verdade que passou para a tutela do Ministerio da Defesa, pode ir direitinho para aquele Fundo, se houver boa vontade, coisa que não falta como se tem visto.
*M