sábado, 20 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
O uso da força militar
Na reunião de ministros da Defesa da NATO que teve lugar esta semana em Inglaterra, o Secretário da Defesa norte americano explanou o seu conceito sobre o emprego da força militar na actual conjuntura internacional, face à Rússia. Resume-se em governar com leme a meio e evitar as situações de 1914 e de 1938. Pode ler aqui.
Onda do
J.N.Barbosa
@
16:00 –
ninguém comentou
Bem no ar, mal no mar.
Onda do
J.N.Barbosa
@
16:00 –
tem 3
comentários
GUARDEM ESTA JOIA
Onda do
Manel
@
00:51 –
ninguém comentou
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Porque Não Desce o Preço da Gasolina ?
"Se nos últimos três meses a cotação do petróleo desceu quase 40%, por que é que o preço de venda da gasolina em Portugal caiu quase dez vezes menos?" A Galp pode achar que a pergunta é impertinência de ignorantes e a Autoridade da Concorrência entender que no pasa nada, mas devem ser os únicos à face da Terra a pensá-lo.
A Galp pode achar que a pergunta é impertinência de ignorantes e a Autoridade da Concorrência entender que no pasa nada, mas devem ser os únicos à face da Terra a pensá-lo. Menos certezas tem o comissário Europeu da Energia: falando especificamente de Portugal, Andris Piebags diz que a Autoridade da Concorrência "tem de acompanhar melhor o mercado dos combustíveis", para "confirmar permanentemente que não há práticas de cartelização entre as gasolineiras".
A questão do preço dos combustíveis está a tornar-se uma conversa de surdos. Ainda ontem, a Galp disse que não tem poder para definir preços de combustíveis, o que dá vontade de rir. Logo depois, o ministro da Economia pediu que as descidas sejam mais rápidas, o que dá vontade de sorrir. A associação das petrolíferas diz que não haverá descidas em breve, o que perante a queda do petróleo dá vontade de ruir. E os revendedores querem voltar a bater à porta da Concorrência, o que dá para pouco admitir, pois esta já validou todos os argumentos das gasolineiras, atribuindo a evolução dos preços a impostos e à conjuntura internacional. Foi a 3 de Junho que a Autoridade da Concorrência assim disse. O que se passou desde então? Muito.
Há factores que atenuam os efeitos aritméticos simplificados no primeiro parágrafo. A descida do petróleo em euros foi menor do que em dólares. E há uma componente fixa de imposto que dilui a descida do preço antes de impostos. Finalmente: a Galp diz que interessam mais as cotações internacionais das gasolinas do que o preço do petróleo.
Seja qual for a forma como se calcula, a descida dos preços na bomba é sempre mínima. De 4 de Junho para cá, em euros, o petróleo caiu 31%; as cotações internacionais do gasóleo e da gasolina desceram 23% e 13%, respectivamente; o preço médio na bomba em Portugal diminuiu 8% no gasóleo e 4% nas gasolinas, o que antes de impostos significa menos 16% e 8%.
Pode ser um balde de água fria mas estas contas nivelam a discussão: os preços dos combustíveis descem menos, mas não dez vezes menos. O primeiro parágrafo pode ser refeito:
"Se nos últimos três meses a cotação internacional do gasóleo desceu quase 23% em euros, por que é que o preço de venda da gasolina antes de impostos em Portugal caiu quase 30% menos?"
As gasolineiras merecem estar debaixo de crivo atento e diário, o que, aliás, este jornal tem feito amiúde. E, como aqui já se contestou, o relatório da Autoridade da Concorrência legitima, sem espírito crítico, tudo o que a Galp alguma vez ousou pensar. Mas, para avaliar a empresa, há dois tipos de julgamento: o do tribunal popular, onde se lê o primeiro parágrafo deste texto; ou o tribunal informado, onde se invoca o último parágrafo. A escolha sobre qual a sala de audiências em que prefere estar é inteiramente sua.
Onda do
Jorge Beirão Reis
@
08:49 –
tem 2
comentários
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A arte de construir fortunas
Onda do
J.N.Barbosa
@
19:15 –
ninguém comentou
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Militares na rua em Encontro Nacional
Onda do
Jorge Beirão Reis
@
08:09 –
tem 7
comentários



