terça-feira, 11 de novembro de 2008

O NOSSO CLUBE


Há quanto tempo está o "site" do nosso Club em manutenção?
Os "Anais" parece que continuam a precisar de um cientista-tradutor.
A "biblioteca" não tem Rei nem Roque.
Afinal , ali , só se come(e já foi melhor) e só se joga!!!
Assim sendo há que fazer alguma coisa , né?

O risco azul

Mas afinal o que é este risco azul por cima do blog?

Em Verdun


Sarkozy memorializes France's World War I dead, including the mutineers
The Associated Press
Tuesday, November 11, 2008
DOUAUMONT, France: President Nicolas Sarkozy of France paid tribute Tuesday to hundreds of World War I soldiers who were shot for disobeying orders in a mutiny in 1917. It was a change of tone on the first Armistice Day without a living French veteran.
More than 600 French soldiers were executed by their own side during World War I, many for refusing to obey orders to continue to fight after a bloody and failed series of offensives in northeastern France in 1917.
"France will never forget its children who died for it," Sarkozy said in a speech paying tribute to the French and allied war dead that explicitly included those shot for "cowardice" or acts of mutiny.
"I think of these men of whom too much was asked, who were too exposed, who were sometimes sent to be massacred through mistakes by their commanders, of those men who, one day, no longer had the strength to fight," he said.
The 1917 mutinies, in which many regiments refused to move from their own lines, raised fears among French leaders that the army could collapse and led to harsh reprisals against those who disobeyed orders to fight.
World War I, fought out in large part on French soil from 1914 to 1918, cost 1.4 million French lives and remains firmly anchored in French memories. But there has been a growing debate here about the best way to mark the event.
At Douaumont, the governor general of Australia, Quentin Bryce; Prince Charles of Britain; and Grand Duke Henri of Luxembourg laid wreaths at the foot of a huge French flag that soared over an esplanade between two large fields of white crosses.
The president of the European Commission, José Manuel Barroso, and Peter Müller, president of Germany's upper house of Parliament, were also on hand.
Armistice Day was marked for the first time without the presence of a French veteran. Lazare Ponticelli, an Italian-born immigrant who joined the Foreign Legion at 16 and who was the last French survivor of the war, died this year at 110.
Gerard Aprile, 59, once a military parachutist and a regular at Armistice Day ceremonies in France, said Ponticelli's death changed the tone of the event. "The ceremony will always be there, but without a human witness, there is an emptiness," said Aprile, who wore his military uniform.
In London, three frail British veterans in wheelchairs honored the deaths of more than 700,000 British comrades. Henry Allingham, 112; Harry Patch, 110; and Bill Stone, 108, were among those at the Cenotaph war memorial near the Houses of Parliament.
In the Belgian region of west Flanders, thousands of people stood in driving rain in the town of Ieper - better known to British soldiers by its French name, Ypres - at the annual poppy parade commemorating Armistice Day.
Flags fluttered across the Polish capital, Warsaw, on Tuesday as President Lech Kaczynski was expected to receive a host of dignitaries, including the presidents of Afghanistan, Ukraine and Georgia, at an evening gala. Chancellor Angela Merkel of Germany was expected at an earlier event.
In his speech, delivered near the site of the Battle of Verdun rather than at the traditional site at the Arc de Triomphe in Paris, Sarkozy said the time had come to recognize that many of those executed had been pushed beyond endurance.
"Many of those who were executed at the time did not dishonor themselves, were not cowards, but went to the extreme limits of their strength."
His speech contained no mention of a possible posthumous pardon, but the minister in charge of veterans affairs said this year that France would consider clearing the names of many of those shot for refusing to obey orders.
In 2006, Britain posthumously pardoned 306 men shot for desertion or cowardice during World War I, many of whom were believed to be suffering from psychological trauma.
Correction:
Notes:

Copyright © 2008 The International Herald Tribune www.iht.com
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Carta do Inimigo às Nossas Tropas

Recebi este texto de uma mensagem do OCeano Mandíbulas e não resisti a transcrevê-la.
Mais vale levar isto a brincar!
Um abraço.


"Caro Inimigo:
Espero que esta carta vos encontre de boa saúde, apesar da vossa ADM estar cada vez pior... Serve esta missiva para vos transmitir o meu espanto perante aquilo que, a partir da nossa trincheira na linha da frente e através da 'terra de ninguém', conseguimos observar no vosso território e que muito me traz preocupado. Preocupação essa que aumenta de dia para dia. Senão vejamos: - Dezenas de unidades do vosso Exército vão fechar e ser vendidas. O que é que vai sobrar para nós atacarmos? - O vosso novo Exército só vai ter vagas para 60% dos actuais efectivos. E os 40% que não vão ter cabimento, o que vão fazer? Espero que não se venham alistar aqui no nosso Exército, pois não conseguiremos concorrer com os baixos salários que auferem, e isto aqui também não está fácil... - A implantação territorial vai passar a ser assegurada pela vossa Guarda Nacional Republicana. E depois? Quando vos quisermos invadir? Vá de passar multas na gente, autuar a torto e a direito? Isto assim não tem graça nenhuma... - Planeávamos tomar de assalto as vossas escolas e centros de saúde, mas foi tarde demais.... O vosso Governo antecipou-se e fechou tudo.... - O vosso anterior CEMFA tinha dito que os P-3P Orion iam para a Base de Ovar. Nós até já tínhamos posicionado os radares e as baterias antiaéreas para essa região. Agora vem o novo CEMFA e diz que 'não senhora... os P-3P vão mas é para Beja'. Eh pá, vejam lá se se entendem. Não podemos andar com o nosso material para cima e para baixo, que também já está velho e cansado... e sempre se gasta um dinheirito em ajudas de custo que bem que podia ser gasto noutras coisas... - Depois, é toda gente a malhar nas vossas tropas, e nós aqui de braços cruzados. Vejam lá se reservam algum tempo na vossa agenda para nós, pois já nos sentimos desprezados, sempre à espera de um ataquezito e nada... - Os vossos chefes não param de vos averbar com processos disciplinares; - Os nossos espiões perderam os rastos dos vossos espiões. Parece que os vossos espiões andam ocupadíssimos a fotografarem as vossas tropas...; - As vossas carreiras são uma desgraça e nem com 3 grupos de trabalho, vos resolvem o problema; - O vosso Governo ataca os vossos poucos direitos todos os dias; - Os comentadores da imprensa por conta do Governo, desancam-vos forte e feio; - O vosso Ministro manda calar os vossos chefes através dos jornais;É que até já dá pena! É um massacre... Na verdade sentimos que perante as ameaças que pairam sobre as vossas tropas, a nossa condição de 'inimigo' pode estar seriamente posta em causa e logo podemos perder o nosso posto de combate, por se tornar desnecessário e passamos ao quadro de excedentários... ou será que isso é só para os civis? É que nós também temos filhos para criar e casa para pagar. Vejam lá se se organizam...É caso para perguntar: - Afinal quem é que é o inimigo?Com amigos desses, quem é que precisa de inimigos... Despeço-me com os melhores cumprimentos, aguardando por melhores dias.
Joaquim Nimigo, Soldado

De copos na mão...

Mais uma vez e de copo na mão, ou não fosse hoje dia de S. Martinho, lá nos vamos encontrando.
E garanto que ninguém saíu avinhado. Mesmo assim, não digam nada ao Saldanha Sanches.

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Dia do Armistício

É hoje, 11 de Novembro, o dia do Armistício, o dia em que se celebra em quase todo o mundo a memória dos soldados caídos em todas as guerras. Em Portugal, é organizada uma cerimónia pela Liga dos Combatentes, no dia 15, sábado, junto ao Forte do Bom Sucesso pelas 1430.
Costumo seguir a cerimónia impar que todos os anos ocorre em Londres. Só que este ano celebraram no domingo passado e chamaram-lhe "Remembrance Sunday". Pode ver-se uma reportagem em http://news.sky.com/skynews/Home/UK-News/Remembrance .

FUI ENGANADO





Olha , passei hoje pela Rua do Comercio , e o cavalheiro afinal ainda lá estava...




a ganhar o seu , naturalmente.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

EU, JÁ ME CALEI...

Vem este texto a propósito do comentário do OCeano Temes de Oliveira ao texto publicado em 6 de Novembro, pelo OCeano LSN, subordinado ao título “Colete de Forças” e que tomo a liberdade de reproduzir (o comentário, que não o texto):
“O que me espanta é que os oceanos (com excepção de JNB e MPM) não emitam opiniões pessoais ...
Será que, por estarem reformados ou reservados, deixaram de ter opinião?”

Como, conforme diz o ditado, “Quem não se sente não é filho de boa gente”, eu senti-me abrangido pelo comentário, pelo que venho aqui apresentar a minha defesa:

Lembro os OCeanos que, em 07 de Abril do corrente ano, publiquei neste nosso “blog” um texto, subordinado ao título “O Baú das Velharias – Era Uma Vez ...”, texto esse da minha autoria (embora o tenha atribuído a outrem), o qual caracterizei como história para crianças, embora não o seja.

Constitui tal texto uma análise sumária da actual situação político-militar e um apontar das responsabilidades dos militares nessa situação.

Mantenho tudo quanto afirmei, nessa altura, e não serão judicies ou loureiros dos santos (é inacreditável a mútua atracção entre indivíduos que adoram a exposição pública e os meios disponíveis de exposição pública) que me farão alterar esta posição.

Acrescento que, tendo os militares razões de queixa relativamente aos seus chefes, poderão sempre apresentar queixa, sucessivamente, aos escalões superiores da hierarquia, até ao Comandante Supremo das Forças Armadas. Ou não?

Assim, considero que tenho razões para afirmar, brincando com uma frase do Rei D. Juan Carlos, numa cimeira ibero-americana, “Eu, já me calei...”

O Drama e a Farsa

Sob este título escreveu Saldanha Sanches no último Expresso um artigo sobre as últimas ocorrências político-militares. É sabido que ele é contra a existência de forças armadas; mas desta vez faz um retrato da situação que decorre da imagem que os militares actualmente envolvidos nas manifestações estão a dar de si. Não me espanta que possa ser assim vista por muito boa gente e eu até concordo. Ele glosa as imagens de telejornal em que um grupo de oficiais de copo na mão faz variações do fado "agarrem-me, senão desgraço-me", diz que não serão os arranques avinhados dos militares que nos farão tirar o sono, etc. Termina perguntando a que distância estará a Europa.
Tudo isto é triste e triste é os militares e associações respectivas não terem a percepção nem a sensibilidade para perceberem as figuras que se fazem, nem as imagens que se projectam. Há formas de luta e tiros pela culatra...

Regata Vendée- Globe


Largou ontem de Sables d'Olonne a regata Vendée-Globe 2008, para solitários em monocascos de 18 metros, à volta do mundo sem escala. O record deste percurso está em 87 dias para monocascos . A Ellen MacArthur fê-lo em 71 dias, mas foi num trimarã.

Com esta são três as regatas em curso, neste momento, à volta do mundo! Parece que o mundo está a ficar pequeno para tanto velejador. A regata pode ser seguida em http://www.sport24.com/.

sábado, 8 de novembro de 2008

COISAS MÁS




Não gosto nada do Governo , como tenho aqui provado.
Mas este cavalheiro (será?) comparado com a Ministra é um zero à esquerda.
Já agora pergunto-lhe:
Se eram 100000 professores na manif , acrescentando as famílias , os militantes do PCP , Verdes (devem ser poucos , mas enfim) , Bloco de Esquerda, pessoal dos sindicatos , jornalistas e policias à paisana ... diga-me lá quanta gente estava ao todo?

SÓ uma pequena pausa




Hoje vi , perdão ouvi, Carlos Paião ser assassinado.
Na telefonia reproduziram a sua "Pó de arroz" cantada por um tal de Tiago Bettencourt(será assim???).
Não devia ser permitido!!!!!!!!!!!
Espero é que ninguém compre tal "coisa"

O QUE DISSE MONJARDINO

José Miguel Júdice (JMJ) não tem razão. Faz todo o sentido o que se gasta com as Forças Armadas em Portugal. E faz também todo o sentido dizer muito claramente que o que se gasta actualmente não é suficiente para que os militares cumpram todas as missões que lhes têm sido confiadas pelos decisores políticos nacionais nos últimos anos. Esta situação é muito preocupante. No campo da Defesa, o fosso entre os fins políticos e os meios militares tende a ter um preço extremamente elevado.
No artigo A libertação da sociedade militar (Público, 24 de Novembro de 2006 pág. 6), JMJ acusa as Forças Armadas de desperdiçarem o dinheiro dos contribuintes e de asfixiarem a sociedade civil, defende a venda de quartéis e a redução dos investimentos militares em curso e propõe a reforma ou a negociação da saída de um número substancial de militares da função pública. Para JMJ, Portugal deve imitar a Irlanda, um país neutral, e reduzir muito rapidamente o seu orçamento da Defesa dos actuais 2,3% para 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB).
Esta proposta é um desastre para Portugal. Um desastre porque afectaria profundamente a segurança e a defesa do vasto espaço geográfico nacional (em Lisboa há muita gente que se esquece de que os Açores, a Madeira e uma vastíssima área atlântica continuam a ser território nacional). Um desastre porque afectaria profundamente as nossas relações com a NATO e a União Europeia, as duas mais importantes alianças nacionais. Um desastre, finalmente, porque transformaria rapidamente Portugal num novo Condado Portucalense isolacionista. Regressar ao século XII é uma solução barata, mas não é de certeza uma boa opção estratégica nacional nos tempos que correm.
O que parece motivar JMJ não são argumentos estratégicos, mas sim questões essencialmente políticas. JMJ teme que a recente manifestação militar disfarçada de passeio na via pública nos leve de volta aos tempos loucos do Verão Quente de 1975 e à supremacia dos militares sobre os líderes políticos eleitos. Teme também que a pressão dos militares nas ruas leve o Governo a ceder e a perder o seu ímpeto reformista. JMJ tem razão quando se preocupa com as consequências políticas dos passeios na via pública dos militares. Todavia, a solução que propõe sofre de dois grandes problemas.
O primeiro tem a ver com a dimensão do orçamento da Defesa. Em vez dos mencionados 2,3%, o orçamento para 2007 aponta para um gasto na casa dos 1,3% do PIB. Se tivermos em conta a nossa geografia, os objectivos da política externa nacional e as agendas da NATO e da União Europeia, este valor é extremamente baixo. Ao contrário do que JMJ escreve, Portugal não precisa de se libertar de uma sociedade militar que supostamente asfixia o resto do país civil. Não são as Forças Armadas que asfixiam a sociedade portuguesa, mas sim o peso e o funcionamento de toda a máquina burocrática do Estado. Se esta máquina civil tivesse feito a cura de emagrecimento que as Forças Armadas já fizeram e continuam a fazer, estaríamos todos muito melhor.
O segundo problema tem a ver com a noção de fronteira. JMJ tem uma noção de fronteira territorial. Como a Espanha não vai invadir militarmente Portugal, JMJ argumenta que Portugal pode e deve gastar muito menos com as Forças Armadas. Esta noção de fronteira está obsoleta há muitos anos. Na União Europeia e na NATO, os aliados credíveis não têm fronteiras territoriais. Têm fronteiras de segurança e defesa, uma coisa muito mais vasta e exigente do ponto de vista geográfico, orçamental e militar.
Portugal precisa de ter umas Forças Armadas credíveis para defender os seus interesses nacionais e para contribuir para a segurança e defesa da área euro- ‑atlântica, a zona mais rica e integrada do mundo em termos políticos, económicos e militares. E, para isso, a sociedade militar continua a ser indispensável para o presente e futuro nacional. A sociedade militar é e deve continuar a ser o escudo de Portugal.

onda do Jota em 29-11-2006

Como veem o Homem insiste


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

PARABENS

Parecia impossível , não era?
Pois , mas não foi.

Espanha presente na Cimeira do G-20 O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, estará presente na Cimeira do G-20 que se realiza no próximo dia 15 em Washington, anunciou a presidência francesa da União Europeia.
Apesar de ser a oitava economia do mundo, a Espanha tinha sido deixada de fora da lista dos convidados dos EUA. O executivo de Zapatero empreendeu uma intensa campanha diplomática para colher apoios no sentido de a Espanha ser incluída na lista. Conseguiu.

Jardim dixit

"A classe política portuguesa e a formação da opinião pública em Portugal tem qualquer coisa de rafeiro, de falta de berço, de falta de qualidade, de falta de grandeza, tudo é muito medíocre, tudo é pé de chinelo em Portugal, é uma república que cada vez nos afastamos mais dela ..."

Às vezes consegue dizer que o rei vai nu!