DFE 12
Recebido, por correio electrónico, o seguinte comentário (referente à "onda" do J.N. Barbosa de 16/02/10):
"Não sendo OC desculpar - me - ão a intromissão neste tema mas, como estava na Guiné por essa altura, o sucedido também me diz respeito. A leitura do artigo em causa, de que tomei conhecimento pelo vosso Blog, não estivesse eu estado lá, far - me - ia supor que somente um DFE entrara em combate na Guiné. O caracter laudatório não me espanta já que ouvi, a um membro daquele Destacamento, que tendo sido projectado no ar, pelo rebentamento de uma granada de RPG, após uma pirueta, e ainda no ar, conseguiu abater 3 inimigos a tiro.
Penso não ser novidade para ninguém afirmar que o então Comandante Chefe tinha uma particular aversão à Marinha, aversão essa de que julgo conhecer alguns dos motivos. Também penso que não constituirá novidade que o então Comandante da Defesa Marítima da Guiné, por motivos que quem lá estava certamente conhecerá, poucos dias antes de acabar a comissão passou a ter um ódio de estimação ao Comandante Chefe .
O comando operacional das unidades de fuzileiros por oficiais do Exército nalguns poucos casos foi uma solução adequada, não o foi, de forma alguma, em muitos outros . O que também não se pode esquecer é que, para o dispositivo então assumido, a Marinha não dispunha, na Guiné, de oficiais superiores com experiência e formação para o exercício de tais comandos.
Um abraço amigo do E. Gomes
P.S. Nem calculam a inveja que tenho de só poder celebrar no Bairro Alto , local provável da morte do patrono do meu curso, no 50 º aniversário de entrada para a Escola Naval."
Nota: o artigo referido neste texto e na "onda" do JNB pode ser lido "clicando" aqui.












