terça-feira, 17 de julho de 2012

De Espanha ...


A ter em conta este artigo sobre os militares espanhóis e a crise ... a ler aqui.

Cônsul Honorário de Portugal em Panaraguá, Brasil

Por considerar que a notícia é da maior importância, tomo a liberdade de transcrever o Despacho (extracto) n.º 9545/2012, de 27 de Junho de 2012, publicado no Diário da República 2ª Série, n.º 136, de 16 de Julho de 2012:

"Por despacho do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de 18 de Junho de 2012, nos termos do disposto na alínes f) do n.º 3 do artigo 18º do Decreto-Lei n.º 71/2009, de 31 de Março, é o Senhor Leopoldo Câmara de Oliveira Bastos Jorge exonerado, a seu pedido, do Cargo de Cônsul Honorário de Portugal em Paranaguá, Brasil."


Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

The new american way of war


A solicitação do OCeano JNB aqui vai um artigo publicado no "New York Times" ... basta "clicar" aqui.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Almoço OC (10Jul2012)

Foi com forte afluência  que se realizou mais um almoço OCeânico, o último antes de umas merecidas férias de Verão. O próximo será em 06 de Setembro, integrado nas comemorações do Cinquentenário, durante a programada visita à Escola de Fuzileiros (atenção que é necessária a respetiva inscrição através do NC).



Nas fotos de baixo pode ser visto o magnífico salmão grelhado com que o OCeano (e Lusófono) Prof. Doutor Cavaco foi premiado (todos os outros foram corridos a carne de porco à portuguesa) ... de notar que apesar do seu currículo imaculado (ao contrário de outros que por aí andam nas bocas do mundo) teve que ser assessorado na hora crítica da preparação do dito peixinho.

Nota: as imagens podem ser ampliadas, "clicando" sobre elas.

domingo, 8 de julho de 2012

Rever um amigo

No dia do Fuzileiro, tivémos a oportunidade de almoçar e rever um velho OCeano, trágica e prematuramente incapacitado pela doença. Mesmo com dificuldades disse presente.

sábado, 7 de julho de 2012

Dia do Fuzileiro

Realizou-se neste sábado na Escola de Fuzileiros o "Dia do Fuzileiro". No programa foi incluida a re-apresentação do lvro do OCeano Raul Leitão, desta vez perante uma assembleia a quem muito diz pela parte que diz respeito às actividades dos Fuzileiros. O livro foi apresentado pelo Comandante do Corpo, Alm. Picciochi.

Apresentação do Alm. Picciochi
Reencontro com o velho OCeano Varela


Apresentação da biografia do autor

 Aspecto da assistência

O Cmdt  Leitão dirigindo-se à
assistência










                           

               


quinta-feira, 5 de julho de 2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

A Marinha de Múltiplo Uso


Eis o exemplo referido pelo OCeano Oliveira, da Marinha de Múltiplo Uso. Com a devida vénia, reproduzo uma fotografia e artigo publicado no Diário Económico de 28 de Junho, relativo às comemorações do 20º aniversário do PSI 20.

Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Killers

Apreciem estes três killers na praia de Durban, em 1967, exibindo os óculos escuros que tinham acabado de comprar.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Marinha de vários usos

Realmente foi com enorme espanto que vi esta notícia, que transcrevo: "ESTA QUARTA-FEIRA > Comemoração do 20.º aniversário do índice PSI 20 a bordo do Navio-Escola Sagres Esta quarta-feira, 27 de Junho, a Marinha associa-se às comemorações do 20º aniversário do PSI 20, a bordo do NRP Sagres, na Base Naval de Lisboa, onde se vai assinalar simbolicamente o fechar da bolsa com o tocar simultâneo do Sino, centenário, da Bolsa de Lisboa e o sino do navio, que este ano comemora os 50 anos ao serviço da Marinha Portuguesa e 75 desde que foi lançado à água, juntando desta forma dois símbolos nacionais." Será natural que a Marinha se veja associada a uma instituição que prima pela especulação e quem sabe, com uma boa quota parte de culpa na situação de penúria em que o País se encontra? Por este andar, e depois do apoio ao futebol, a Marinha de duplo uso, já vai em 4 usos.....

terça-feira, 26 de junho de 2012

Cumprimentos ao Alm. CEMA



Com algum atraso devido à disponibilidade tardia da foto, apenas agora se dá notícia no blogue do primeiro evento das comemorações do 50º aniversário do Curso OC, visita de cumprimentos do Curso ao Alm. CEMA, no dia 15 do passado mês de Maio.
Não tendo sido possível, por uma questão logística do Gabinete do CEMA, incluir na delegação todos aqueles que nisso faziam gosto, a mesma foi constituída pelos chefes de curso à saída da EN das três classes então existentes, mais o mais antigo da classe posteriormente criada dos Engenheiros de Material Naval.
Do evento bem como do resumo do diálogo lá ocorrido, já tinha sido oportunamente dado conhecimento aos OCeanos, por e-mail, em 16.5.2012.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Lançamento de um livro do OCeano RPL



Com apresentação do CALM José L. G. Cardoso.

É no Museu da Marinha a 5 de Julho p.f. pelas 1800 hrs

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dia Internacional da Música


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Outros tempos

Do livro Navios e Marinheiros de A. Emídio da Silva, publicado em 1937, transcrevo parte de um conto que tem por protagonista um bem conhecido oficial, falecido em 1891, Carlos Testa, que tem uma sala com o seu nome na Escola Naval.
"Testa foi em 1862 encarregado de levar a Inglaterra a corveta Sá da Bandeira, construida em Lisboa para lhe ser adaptada a máquina.
Ali adquiriu em 1871 o transporte India e em 1874 o couraçado Vasco da Gama, as corvetas Mindelo e Rainha de Portugal , as canhoneiras Rio Lima e Tâmega e o transporte África.
Já capitão de mar-e-guerra foi nomeado para no mesmo país, vigiar a construção da corveta Afonso de Albuquerque e das canhoneiras Liberal e Zaire. A corveta, cujo modelo foi vivamente criticado, prestou, assim como as duas canhoneiras, bons serviços durante muitos anos.
Concluídos os navios e ao proceder ao pagamento da última prestação à casa construtora, vê Carlos Testa com estranheza, que lhe era apresentado um cheque passado a seu favor, que representaria a comissão como intermediário, em relação ao valor da encomenda. Recusou-a indignado, em movimento expontâneo de repulsa, quando os ingleses, desfazendo-se em desculpas, pretenderam justificar o acto como sendo o mais natural possível e longe de qualquer intuito ofensivo.
Testa, percebendo que a intenção efectivamente nada tivera que pudesse ferir o seu brio e honradez, aceitou as desculpas como boas, mas... não aceitou o cheque.
A recusa afligiu fortemente os ingleses, que lhe explicaram que a verba já figurava na escrita da casa construtora e que graves transtornos lhes ia causar a atitude que assumia.
O oficial português perante as complicações a que ia dar lugar, resolveu então o caso por forma que os seus escrúpulos se não sentissem ofendidos e o país fosse beneficiado: _ encomendou, com a verba que lhe destinavam, um escaler a vapor para a a corveta."