A "Sagres" em Boston (2026)
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
A 15 de Julho de 1783, navega um barco propulsionado por uma caldeira a vapor. Aconteceu no rio Sena.
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10:06 –
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Um pequeno vídeo que me foi enviado dos EUA.
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José Cruz
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19:46 –
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A 14 de Julho de 1964 ocorre a parada naval, dos veleiros escola, pelo rio Hudson. A Sagres ia “escoltada” por dezenas de embarcações, muitas delas com a bandeira portuguêsa, outra com miúdas que gritavam por nós. A Sagres com as Cruzes de Cristo no seu pano redondo foi uma estrela.
Acabamos por ir atracar num cais no West Side.
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speedy
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10:08 –
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10 de Julho, celebramos o aniversário do Ramiro Soares Rodrigues. Nascido em 1944, ingressa nos Pupilos e em 1964 entra na Escola Naval, um dos 4 Pilões que a classe AN do nosso curso. Camarada excelente, não permitia que lhe pisassem o pé. Recordo a viagem de ambos embarcados na Sagres, em 1969, ao Brasil. Foi a primeira vez que houve o rancho centralizado num navio da nossa Marinha, em que ele garantiu com contentamento de todos.
Passa um dia feliz com os teus e que repitas muitas mais vezes com saúde e boa disposição.
Um abraço.
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10:15 –
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Na noite de 7 para 8 de julho, mas já a 8, os veleiros apanharam uma borrasca de vento bastante forte. A Sagres adornada até à borda na água. O veleiro indonésio partiu a mastaréu do traquete.
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10:24 –
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A 8 de Julho de 1497, Vasco da Gama larga do Restelo, com a sua armada rumo à tentativa de descobrir o “caminho marítimo para a Índia “
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10:20 –
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O Luís Silva Nunes regressou e já tem internet. Obrigado pelo teu apoio ao colocar as fotos relativas äs mensagens colocadas por mim.
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17:57 –
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Hoje, 7 de Julho de 1964, a Sagres juntamente com os outros veleiros escola, larga de Hamilton para N. Y. Seguimos numa regata informal com vento forte, e tomamos a dianteira.
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09:27 –
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A 4 de julho de 1964, realizaram-se em Hamilton, 3 regatas entre os Cadetes e Aspirantes dos 10 veleiros.
O torneio foi realizado com “Sunfish’s “, pequenos barcos à vela, quase que uma prancha e com uma vela.
A equipa portuguesa foi constituída pelos OCeanos Simões Teles, Simões Lopes,Nuno Mergulhāo, Serradas Duarte e Calvet Baptista. Conseguimos um 2/o lugar a título individual e um 3/o por equipas.
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09:42 –
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A 3 de Julho deu-se um “beach party” no Carlton Beach Hotel, posteriormente mudou o nome para “Sonesta Beach Hotel”. Na praia de areia fina convivemos com americanas da nossa idade. Houve quem a dançar entrasse pela água dentro. Dançou-se Limbo em que o Costinha deu show.
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09:55 –
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A 2 de Julho de 1494, o tratado de Tordesilhas foi ratificado pelo reino de Leão e Castela.
Portugal tem o único exemplar original do tratado.
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10:09 –
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Salman Rushdie é um famoso escritor inglês de origem muçulmana indiana, nascido e criado em Bombaim, que estudou na Inglaterra e se formou no King’s College, Universidade de Cambridge. É, desde há alguns anos, um potencial candidato ao Prémio Nobel da Literatura e é traduzido em Portugal pelo Oceano José António Teixeira de Aguilar.
Sir Salman Rushdie e o Comandante Teixeira de Aguilar encontraram-se no Porto, por ocasião do Festival Literário Babell, promovido pela Fundação Livraria Lello, com o apoio da Câmara Municipal do Porto.
Não resistimos a transcrever o que o nosso camarada escreveu na sua página do Facebook e aqui se divulga:
Existe um peixe chamado mero. Para quem gosta deste tipo de curiosidades ictiológicas, o seu nome científico é Epinephelus gigas. Mas todos temos algo em comum com ele: cada um de nós é um mero qualquer coisa.
Eu, por exemplo, sou um mero tradutor. Um mero que foi ao Porto do Babell e voltou com barbatanas novas (conhecer e ouvir autores inteligentes opera este tipo de metamorfoses).
Dizia-se nos meus tempos de estudante "o Porto é uma nação". Pois bem, o Porto, com o Babell, foi muitas nações. E noções.
Para além de tudo, facultou-me o raro prazer de encontrar dois autores que traduzi com entusiasmo: Salman Rushdie e David Uclés.
Deixo aqui os meus parabéns à organização do Babell e a minha gratidão pela companhia da minha editora de eleição, a Cecília Andrade, da Dom Quixote, do Rui Breda, também da Leya, e do João Nuno Machado. Com eles, a festa foi ainda mais festa.
O Água Aberta felicita o nosso camarada e publica a fotografia captada por Rachel Eliza Griffiths, a mulher de Rushdie, que é poetisa, novelista e artista gráfica. Quanto às pessoas que estão na mesa do pequeno-almoço são, da esquerda para a direita, Cecília Andrade, editora da Dom Quixote, Rui Breda, assessor de imprensa da Dom Quixote e, evidentemente, Sir Salman Rushdie e ao seu lado o nosso camarada.
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Curso OC
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17:41 –
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