G.N.R.
Recomendo a leitura do artigo do General Loureiro dos Santos no Público de hoje, sob o título "Guarda Nacional Republicana; uma força militar porquê?". Termina assim: Se a GNR deve tomar a seu cargo a segurança marítima nas águas territoriais e dispor de meios aéreos próprios, é uma pergunta que deve ser respondida com outra. Pode o país dar-se ao luxo de aumentar ou até duplicar meios dispendiosos e não tirar rendimento daqueles que as FA já possuem?
É bom que se fale já abertamente neste assunto, porque não estou nada esclarecido depois de ler a nova estrutura orgânica da GNR. Julgo que a armadilha ainda está montada.


6 comentários:
Ora aqui está mais um exemplo das preocupações tardias! Não teve a marinha, a tal que diz estar preparada para assegurar toda a questão marítima (só lhe faltando os meios),mais que tempo para levantar o presente tema e cprovocar a discussão em pempo oportuno, nomeadamente a criação da guarda costeira? Não, como ninguem falava do assunto o considerado mais adequado foi ficar calado e encostado a um canto a ver se ninguem se lembrava do assunto! Agora é gritar que "aquele menino é mau pois tirou-me a bola".
~Fazem favor de serem felizes neste fim de semana!
Totalmente em desacordo. A Marinha tem muitas vezes e publicamente levantado esta questão, desde o tempo do Alm. Matias.A última vez foi o tal seminário da marinh a de duplo uso.
Essa de seminários tenham paciência mas é curta..... Onde estão os documentos em que oficialmente e junto do poder pokítico a questão tenha sido abordada?
Eu julgo que documentos até houve mas, quanto a mim, errados por falta de pragmatismo, pois a posição que a Marinha sempre assumiu foi a de dizer que os meios tinham que ser seus. Ao fim e ao cabo, uma posição que até peca por falta de coerência (ou de memória), já que é parecida com a que a Força Aérea teve relativamente aos helicópteros dos navios.
Julgo que teria sido bastante mais sensato que a Marinha assumisse uma posição de cooperação, disponibilizando “know-how” à GNR e também meios humanos para a Brigada Fiscal. Por só olharem para o umbigo, as “cabecinhas” dos nossos CEMAS nunca vislumbraram o facto de, nesta área de decisão política, o MAI ter um peso muito superior ao do MDN.
Assim, em vez de andarem a defender a quimera da “marinha de duplo uso”, porque é que não começam a fazer uma forcinha para que a GNR também integre meios humanos da Marinha e não apenas do Exército?
Jota:
Sem sombra de gozo, dou-te um fortíssimo aplauso !!!
Mas creio que, como em muitas outras coisas, o ficar extasiado a olhar para o umbigo é genético e não vai acontecer, infelizmente, vermos a Marinha espalhada pela GNR...em detrimento das posições, sem duvida importantes, que o umbigo precisa para "funcionar".
Já ouvi a oficiais da GNR com prestígio dentro dessa corporação frases e conversas de espanto perante a recusa da Marinha em dar formação aos GNR's maritimos, ao afastamento da Marinha em toda a génese da GNR maritima. Ao ponto de aventarem a hipotese de pedir contas pelos gastos ocasionados pelo alheamento da Marinha...
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