Bom dia OC!
Há uma ano, o Hezbollah lançou um ataque com rockets e morteiros contra algumas populações israelitas próximas da fronteira com o Líbano. Ao mesmo tempo, os seus guerrilheiros atravessavam a fronteira, matavam 3 soldados israelitas e raptavam 2.
A ofensiva israelita que se seguiu foi, no mínimo, desastrosa. Não recuperaram os soldados raptados, nem tão pouco eliminaram a influência do Hezbollah no sul do Líbano. Apenas conseguiram aumentar a animosidade daqueles sectores da opinião pública que já lhes eram desfavoráveis.
Depois do cessar-fogo que, no seguimento da Resolução 1701 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, entrou em vigor no dia 14 de Agosto de 2006, a chamada 2ª Guerra do Líbano terminou efectivamente no dia 9 de Setembro, quando Israel levantou o bloqueio naval.
Dez meses depois, ainda continuam por aplicar algumas das exigências mais importantes da Resolução 1701 – o Hezbollah não foi desarmado e continua a passear-se tranquilamente a sul do rio Litani. Apenas tem feito menos barulho e até condenou o ataque que matou os soldados espanhóis no passado dia 24 de Junho…
A ofensiva israelita que se seguiu foi, no mínimo, desastrosa. Não recuperaram os soldados raptados, nem tão pouco eliminaram a influência do Hezbollah no sul do Líbano. Apenas conseguiram aumentar a animosidade daqueles sectores da opinião pública que já lhes eram desfavoráveis.
Depois do cessar-fogo que, no seguimento da Resolução 1701 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, entrou em vigor no dia 14 de Agosto de 2006, a chamada 2ª Guerra do Líbano terminou efectivamente no dia 9 de Setembro, quando Israel levantou o bloqueio naval.
Dez meses depois, ainda continuam por aplicar algumas das exigências mais importantes da Resolução 1701 – o Hezbollah não foi desarmado e continua a passear-se tranquilamente a sul do rio Litani. Apenas tem feito menos barulho e até condenou o ataque que matou os soldados espanhóis no passado dia 24 de Junho…


1 comentário:
Para se entrar um pouco no que é cultural e socialmemte o Libano aconselho aos interessados o livro de Amin Maalouf "Origens"
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