Bom dia OC!
Ontem assinalei o nascimento do nosso primeiro rei. Hoje é a vez de evocar a desastrosa derrota sofrida, quase cinco séculos depois, pelas forças apoiantes do último rei da 2ª dinastia na Batalha Naval de Vila Franca do Campo, travada no dia 26 de Julho de 1582.
Alguma réstia de esperança em escapar ao domínio filipino, que alguns ainda alimentavam, bem como o sonho de D. António, Prior do Crato, regressar ao trono que dois anos antes tinha sido forçado a deixar depois de 20 dias de reinado, foram por água abaixo nesta batalha travada a sul de S. Miguel entre uma força luso-francesa, comandada por Filippo Strozzi, e uma armada espanhola (que incluía grande parte da armada portuguesa), comandada por Álvaro de Bazán.
Depois desta derrota, Vila Franca do Campo foi palco do maior massacre que alguma vez ocorreu nos Açores e D. António viu-se obrigado a fugir para a Terceira, de onde partiu para o exílio, primeiro em Inglaterra e depois em França, onde acabou por morrer em Paris, no dia 26 de Agosto de 1595.
Alguma réstia de esperança em escapar ao domínio filipino, que alguns ainda alimentavam, bem como o sonho de D. António, Prior do Crato, regressar ao trono que dois anos antes tinha sido forçado a deixar depois de 20 dias de reinado, foram por água abaixo nesta batalha travada a sul de S. Miguel entre uma força luso-francesa, comandada por Filippo Strozzi, e uma armada espanhola (que incluía grande parte da armada portuguesa), comandada por Álvaro de Bazán.
Depois desta derrota, Vila Franca do Campo foi palco do maior massacre que alguma vez ocorreu nos Açores e D. António viu-se obrigado a fugir para a Terceira, de onde partiu para o exílio, primeiro em Inglaterra e depois em França, onde acabou por morrer em Paris, no dia 26 de Agosto de 1595.


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