A lei vetada
Está hoje no Diário de Notícias uma entrevista do Gen. Tomé Pinto a propósito da famigerada lei orgânica da GNR. O que aqui neste blogue foi comentado consta lá também: O silêncio (ou pouco barulho) das chefias militares, o comprometimento do MDN que presidia a um Instituto que foi pago pelo MAI para fazer um estudo sobre a unificação das polícias, o papel da tal unidade costeira que, à sorrelfa, alterava as missões da Marinha, etc. Como lá diz, hoje os Governos actuam como cilindros. Vamos lá a ver se este percebeu que isto não é tudo para aplanar ao nível zero...


1 comentário:
Não sei se houve silêncio (ou pouco barulho) das chefias militares, mas parece que houve, a acreditar no que foi publicado (Expresso,01Set), negociações prévias entre A. Costa e a "Casa Civil da Presidência e os Estados-Maiores do Exército e da Marinha". Ora o veto é atribuído à influência da Casa Militar da Presidência e ao CEMGFA, portanto ...
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