quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Panteão Nacional

Estive contra e a favor dele em várias ocasiões. Só o conheci pessoalmente já Presidente da Junta e até ao 18 de Setembro 1974 e falei com ele a última vez em 1994 nas comemorações dos vinte anos do 25 de Abril de 1974 quando alguns da antiga "corte " já por ele passavam desapercebidos. Não sei se terá havido um português que melhor tenha sido um homem do seu tempo e que melhor represente o que foi a nossa contraditória História na útima metade do século XX, coisa que Aquilino não foi para a primeira metade nem politicamente nem como escritor, hoje só lembrado academicamente e dormente em serenos repousos de vetustas bibliotecas.
Estou certo que quem tenta olhar a História desapaixonadamente, e já que existe o Panteão Nacional, concordará que deve haver lá um lugar para o Marechal António de Spínola, até para repor algum equilibrio entre civis e militares que está actualmente em 8 a 5 se considerarmos que Afonso de Albuquerque,Nuno àlvares Pereira e Vasco da Gama cabem nesta última classe.
Aqui fica a sugestão.

3 comentários:

O Manel disse...

Gostei muito desta tua prosa.

Atendendo a quem és e o que de ti conheço bem , vai para anos , só me congratulo.

O FdaPonte disse...

E já agora tiravam de lá o Carmona

O Bastos Moreira disse...

Concordo. Assino por baixo a tua sugestão.