sexta-feira, 3 de julho de 2009
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
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8 comentários:
Afirmação altamente louvável.
Afirmação infinitamente louvável da parte de quem vem
Em quê?
Este Fernão está cada vez mais fino...
Admito que sem partidos, sem parlamento, sem, sem, sem ... seria ainda muito mais barato.
Confesso desde já que tenho uma grande falta de memória. Deste defeito, que em muitos casos é uma verdadeira bênção, não me orgulho particularmente, mas vou convivendo bem com ele. Deve ser por isso que não percebo lá muito bem que as pessoas tenham saudades do tempo que não viveram. A não ser, claro, que se acredite na reencarnação...
Bonito! Para não se discutir o essencial da questão vão dando umas bocas laterais nos comentários!
Sim ou não a Chefia do Estado Português estria mais bem servida com a figura dum Rei? Quais os prós e contras?
E por favor não me venham com a subquestão de que a democracia não existe num estado em que o Chefe de Estado é o Rei.
Mas colocar hoje a questão monárquica não será uma boca lateral?
Acho que não. Principalmente se se conseguir discutir o assunto no campo dos princípios
Vejam o custo em Espanha , Dinamarca , Holanda , Suécia , Noruega e......o Palácio de Belém
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