quinta-feira, 10 de junho de 2010

10 de Junho

Neste 10 de Junho a nota mais inesperada foi dada pelo discurso de António Barreto em defesa da instituição militar e dos veteranos. Foi uma pedrada no charco, com a originalidade de vir de um opositor ao regime que não fez a tropa. Em Belém a invocação de Oliveira e Carmo fez focalizar as comemorações na Marinha, onde pontificaram o Vidal Abreu e o Pires Neves, para além da "nossa" sra. de Oliveira e Carmo. Em Faro, a cerimónia militar era comentada na TV, não pelos habituais três representantes dos Ramos, mas sim por quatro, sendo o quarto representante do CEMGFA; que isto agora é preciso acentuar bem quem manda... A coitadinha da locutora lá ia fazendo perguntas idiotas e resolveu falar de submarinos. Perguntou como era possível estarem os submarinos a chegar e não haver missão para eles. Deixou o representante do CEMGFA encravado, a gaguejar que o sr. General não foi bem entendido, etc. Claro que o sr. General já se vingou ao mandar fechar o Hospital de Marinha. Enfim, todos os anos pela Primavera...

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