sábado, 4 de fevereiro de 2012

FORÇAS ARMADAS








Imaginem o não crente que vê a pobre mulher que rasteja, em cumprimento de promessa, no Santuário de Fátima. Imaginem agora um descrente na necessidade de existirem Forças Armadas que vê um fuzileiro, em cumprimento do dever, a atolar-se na pista de obstáculos. Estão a ver a semelhança mas a diferença é menos perceptível. É essa subtileza que faz, por ora, as Nações! E as Forças Armadas! A morte destas determina o fim daquela. Serão os agnósticos competentes para as dirigirem?

4 comentários:

O Jorge Lourenço Goncalves disse...

Boa, Luís!

O Fernão disse...

Amigo nosso que me segue lembrou e bem que a Nação não é o regime que momentaneamente vigora donde a correcção de simbolos.

O Manel disse...

Quando a bandeira era azul e branca
a Escola era risonha e franca

Agora,que é verde e encarnada
a Escola não é risonha, não é franca, não é nada.

verso "reaccionário" na 1ª Republica

O Ferreira da Silva disse...

Bem observado! e olha que bem protestei e praguejei quando tive de me arrastar pelos lodos das pistas e da Guiné.