FORÇAS ARMADAS
Imaginem o não crente que vê a pobre mulher que rasteja, em cumprimento de promessa, no Santuário de Fátima. Imaginem agora um descrente na necessidade de existirem Forças Armadas que vê um fuzileiro, em cumprimento do dever, a atolar-se na pista de obstáculos. Estão a ver a semelhança mas a diferença é menos perceptível. É essa subtileza que faz, por ora, as Nações! E as Forças Armadas! A morte destas determina o fim daquela. Serão os agnósticos competentes para as dirigirem?



4 comentários:
Boa, Luís!
Amigo nosso que me segue lembrou e bem que a Nação não é o regime que momentaneamente vigora donde a correcção de simbolos.
Quando a bandeira era azul e branca
a Escola era risonha e franca
Agora,que é verde e encarnada
a Escola não é risonha, não é franca, não é nada.
verso "reaccionário" na 1ª Republica
Bem observado! e olha que bem protestei e praguejei quando tive de me arrastar pelos lodos das pistas e da Guiné.
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