Lá Vamos, Cantando e Rindo ...
Sou um leitor assíduo do periódico Diário da República:
Na 1ª Série do Diário da República, nº 83, de 27 de Abril de 2012, leio, a páginas 2313, a Portaria n. 115/2012, de 27 de Abril, assinada pela Ministra do MAMAOT, contendo, como Anexo I a "Identificação de águas balneares costeiras e de transição para o ano de 2012, constando desse anexo, no Concelho de Cascais, a Água balnear "Bafureira" (para onde eu ia com os meus filhos no Verão, há muitos anos).
Nesse mesmo Diário da República leio, a páginas 2312, a Portaria n.º 114/2012, de 27 de Abril, assinada pela Ministra do MAMAOT, que "Manda o Governo, pela Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, ........, o seguinte:


3 comentários:
É como o corte da realidade a tempo suspenso. Usavas mas já não usas, pensando que estás a usar. Quando voltares a usar, julgas que nunca deixaste de usar. Claro?
Recebido (correio eletrónico) o seguinte comentário:
"Ainda têm dinheiro para comprar publicaçõe humorísticas e depois admiram-se de lhes continuarem a cortar nas pensões.
Abraço do E.Gomes "
Recebido (correio eletrónico) o seguinte esclarecimento:
"Bom dia sr. Almirante
Parece que a explicação é esta, publicada no DN Online.
Esperemos é que a reparação seja feito com muita brevidade
Cumprimentos de
Fernando Boaventura"
„In DN Online/ Lusa (http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2444792&seccao=Sul )
«O Ministério do Ambiente suspendeu hoje o uso da praia da Bafureira, em Cascais, por razões de segurança, até à reparação do muro que serve de proteção à agitação marítima e que suporta as escadas de acesso à praia. Numa portaria publicada hoje no Diário da República, a tutela explica que, apesar de estar classificada como praia urbana com uso intensivo, no passado inverno verificou-se a rotura do muro de proteção da agitação marítima e de suporte às escadas de acesso à praia da Bafureira, "deixando vulnerável e exposta quer a área da plataforma existente no seu tardoz, quer o troço terminal do acesso à praia". O ministério prevê a execução da obra de reparação do muro "no curto prazo", mas como atualmente o local "não oferece as mínimas condições de segurança", potenciando "a probabilidade de ocorrência de acidentes com consequências graves", decidiu interditar o uso da praia até à conclusão das obras. A interdição, ainda segundo o ministério, surge como medida adicional de restrição do uso da praia, porque, "apesar da sinalização de zona interdita no início do acesso e da vedação colocada na área afetada, persiste a utilização destes locais pelos utentes.»”
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