ESTÓRIAS OCEANICAS - 6
Esta é uma estória que se passou nas Bermudas, mas da qual eu não consigo ter a certeza de poder fazer uma descrição correta. No entanto os factos principais são aqui narrados.
Um Oceano que tinha falta de uniformes brancos e portanto o seu asseio era menos bom, ao passar por uma loja lavandaria self-service logo pensou que tinha o problema resolvido. Entrou, falou com a empregada para se informar como é que aquilo funcionava. Começou a despir-se perante a incrédula empregada, que reagiu dizendo que ele não podia despir-se. Depois de um arrazoado diálogo, lá a empregada consentiu que ficasse apenas em cuecas e que se fechasse na casa de banho. um pormenor importante, ele era o único cliente. O Oceano fechou-se na casa de banho e teve que aguentar cerca de uma hora para que o seu bragal ficasse pronto. A seguir e com a promessa que levaria a empregada (nova e engraçada) a uma recepção de Cadetes consegue que esta engome o uniforme.
Quando ao fim da tarde se reunião aos restantes camaradas, estes ficaram de boca aberta ao vê-lo trajando um uniforme imaculadamente branco e bem engomado. Se ele cumpriu a promessa ou não, desconheço. Creio que foi o único Oceano a usar este sistema.


7 comentários:
Um expediente desses não é para todos, não senhor!
Há pistas?
Nunca ouvi esta...
Certamente não foi o mesmo que, quando se lhe acabaram as cuecas limpas, começou a reutilizar as que estavam no saco da roupa suja?
Talvez seja o mesmo. Uma pista ele saiu da EN e fez posteriormente o SMO como FZE
Fez só SMO ou ingressou depois no Quadro?
Só falta dizer o nome...
Á propósito, mais uma questão tendo em vista a clarificação deste precioso enigma. Seria QP, é certo, mas para ser mais preciso teria o "filho da escola" em causa ingressado no quadro "SE" ramo FZ, tendo inclusivamente feito comissão na Guiné e não só .... ? Se sim, é ele mesmo o dito cujo em que estão a pensar. Alvíssaras!
Ainda a propósito de cuecas, tema sempre aliciante, até mais que o roubo das pensões e do complemento de pensão, a ser o mesmo, quando em "acto" a partenaire se admirou de ele não usar as ditas terá respndido que "os portugueses não usam", parece que tinha razão "avant la lettre"!
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