domingo, 2 de março de 2014

Os do costume

No último número do Expresso, Miguel Sousa Tavares escreve mais uma diatribe contra os submarinos e o negócio dos submarinos. Diz, às tantas:" Então ninguém saiu a ganhar com o negócio? Sim, claro: alguns militares e escritórios de advocacia de tráfico de influências _ os primeiros são perigosos como suspeitos, os segundos são demasiado influentes para serem atacados." Com o rigor que lhe é habitual estranho não ter mencionado os nomes dos militares que receberam luvas e, também, por que é que são perigosos como suspeitos. Isto é tão estranho quanto sabemos que o único preso por corrupção neste país é um oficial de Marinha que apanhou sete anos de choça!!! Será que se ele fosse civil apanhava a mesma pena?

6 comentários:

O Jorge Lourenço Goncalves disse...

Ele tem que escrever qualquer coisa no seu comentário para que lhe paguem...

O Fernão disse...

Houve outro condenado, mas civil. O Cebola da Oliva, julgo que há vinte anos.
Penso que o CEMGFA não deixará de colocar a questão ao MP.

O Jorge Lourenço Goncalves disse...

Não, Fernão.
Salvo melhor opinião, esse foi condenado por fraude, isto é, por não ter entregue os descontos dos trabalhadores à Segurança Social.

O Jorge Lourenço Goncalves disse...

Queria eu dizer que esse não foi condenado por corrupção.

O Jorge Beirão Reis disse...

Corrijo as correcções:
O Cebola da Oliva foi preso há pouco menos de 40 anos, por não ter entregue o IVA, para poder pagar os salários dos seus trabalhadores.
Abraços.
JBR (o qual escreve de acordo com a ortografia com que foi ensinado)

O Ramiro Soares Rodrigues disse...

Boa tarde:
"Os processos remontam a 1992-94"
"O montante a liquidar corresponde a 125 mil euros de Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e 7500 euros de Imposto sobre o Rendimento Colectivo (IRC)"
(ver notícia completa:http://www.publico.pt/sociedade/noticia/joao-cebola-condenado-por-emissao-de-facturas-falsas-no-caso-oliva-161364)