ESTÓRIAS OCEÂNICAS
(O Terreiro do Paço nos anos sessenta)
Aqui vai mais uma estória acerca de um feito de um OCeano. Passa-se creio eu, no ano em que o dito OCeano era Guarda-Marinha.
Ia ele a conduzir o seu carro para a Doca da Marinha quando teve um incidente com um condutor de táxi. O táxi seguiu-o e na passagem de peões do Terreiro do Paço tiveram que parar. O condutor do táxi saiu do seu carro e veio discutir com o OCeano, ele com toda a sua fleuma estava calado. Nisto a fila de carros começa a movimentar-se e então o OCeano pegou na ponta da gravata do condutor e fechou a janela e começou a andar devagarinho. Era ver o condutor preso ao carro do OCeano pela gravata e aos berros. Então o OCeano empunha uma faca de mato e corta a gravata do homem libertando-o por fim do incómodo reboque, com a risada dos peões que assistiram ao caso.
Não sei a completa veracidade da estória mas foi assim que corria na altura de sermos Guardas-Marinhas.



4 comentários:
Desconhecia. O valente que se acuse...
Eu sei quem foi mas está em segredo de justiça
Exactamente por isso eu apelei à confissão do arguido!
quem foi é quem tem o resto da gravata
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