terça-feira, 26 de janeiro de 2016
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
Onda do
Luís Silva Nunes
@
13:01 –
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8 comentários:
Como o tempo passa! Pelas caras esta visita terá sido no primeiro ano.
Boa foto Luís.
Quem era o oficial?
Parece-me ser o Cte. Melo Cristino à altura diretor da escola, vê-se no bolso esquerdo da camisa o estojo do cachimbo.
Sim, é o Melo Cristino.
O que é que lá fomos fazer juntos com o LC?
É o Melo Cristino a explicar a vez em que ele ganhou um jogo de bilhar ao então campeão de Inglaterra!
Nesta fotografia de uma visita que fizemos à Escola de Fuzileiros em 1963, acompanhados pelos senhores cadetes Botelho Leal e Silva Nunes, reconhecem-se o Nuno Mergulhão, o Joglar, o Santos Roque, o Queiroz e Lima, o Marques das Neves e o Pereira Gonçalves que já nos deixaram.
Olha que não Paiva, pela sua pose e ar concentrado parece - me que ele estava mas é a contar a estória daquela vez em que, numa caçada e à noite, matou um leão com um só tiro entre os olhos...
Boa Sá sem dúvida o Melo Cristino no seu melhor.
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