sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
HÁ sinceridade nisso ?
Oh , Camarada , Sr . Nogueira:
Aqui , que ninguem nos ouve , diga lá , mas sob juramento:
O seu protagonismo e esforço contínuo , direi mesmo exagerado , neste momento , tem a ver com a luta e a causa dos Professores , ou com a sua luta para substituir Carvalho da Silva na INTER?
Seja sincero , camarada , olhe que o seu rival está atento.
Onda do
Manel
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23:30 –
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Etiquetas: sindicatos
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
JOBS FOR THE BOYS
O Ministério da Defesa Nacional anunciou o início do processo de modernização do Arsenal do Alfeite, assegurando que este se manterá uma única empresa, totalmente detida por capitais públicos e ligada à Marinha Portuguesa. O actual Arsenal do Alfeite será transformado em sociedade anónima de capitais públicos, designar-se-á Arsenal do Alfeite, S.A. e ficará na égide da holding das indústrias de defesa portuguesas, Empordef, seu único accionista. A nova empresa irá operar na actual localização, instalações integradas na Base Naval de Lisboa, pertencentes ao Estado, que serão cedidas à Arsenal do Alfeite, S.A. através da celebração de um contrato de concessão com a duração de 30 anos.Dado o seu grande interesse estratégico, não existe qualquer intenção do Ministério da Defesa Nacional em proporcionar a alienação total ou parcial do capital da nova empresa a participações privadas. O conselho de Administração da nova empresa será composto por três elementos, um representante da Marinha Portuguesa e dois gestores profissionais nomeados pela Empordef. O processo legislativo de criação da nova empresa terá agora início, prevendo-se que a sua conclusão possa ocorrer em aproximadamente 6 meses. O normal funcionamento da actividade do estaleiro não será afectado durante este período de transição.
O Arsenal do Alfeite é hoje a única empresa industrial ainda directamente dependente da Orgânica Central do Estado e que opera segundo um modelo de funcionamento definido nos anos 30 do século passado, totalmente desadequado a uma gestão moderna e eficiente. No actual formato, o Arsenal do Alfeite corre inclusivamente sérios riscos de encerrar pois apresenta vulnerabilidades que afectam gravemente o seu normal desempenho e enfraquecem as suas evidentes potencialidades. Um novo modelo de gestão e organização pode responder melhor aos interesses da Marinha Portuguesa e abrir outros mercados, potenciando as suas receitas.
O Arsenal do Alfeite, S.A. irá ser alvo de investimentos avaliados em cerca de 70 milhões de euros, em parte relacionados com obras de recuperação das estruturas portuárias e construção de um novo sistema de docagem. Estes investimentos, assim como a sua empresarialização, são considerados os dois elementos fundamentais para permitir modernizar o Arsenal do Alfeite, posicioná-lo num patamar tecnológico mais avançado e aumentar a sua competitividade. O propósito é criar um centro tecnológico de excelência da indústria naval que sirva melhor a Marinha Portuguesa, actualmente a completar um ciclo de renovação de toda a sua frota, e que também permita voltar a projectar a indústria naval portuguesa no mercado internacional.
Após a sua modernização, que também implicará a obtenção de atributos de centro de reparação acreditado por diversos fabricantes de equipamento marítimo de referência, existirão condições para que o Arsenal do Alfeite aspire à realização de trabalhos até hoje impossíveis, tais como:
reparação naval militar nos novos navios e submarinos adquiridos pela Marinha Portuguesa;
reparação nos portos portugueses de navios militares de Marinhas de países amigos;
reparação naval de navios não militares que demandem os portos portugueses;
manutenção de equipamentos militares e de armamento em tecnologias correntes nos navios militares, orientado para o mercado das Forças Armadas, Forças de Segurança, instalações NATO, etc.;
criação de um centro nacional de desenvolvimento tecnológico das actividades marítimas e de formação profissional e tecnológica;
projecto e construção naval de navios de serviço, de fiscalização e de navios militares de pequeno e médio porte, orientado para mercados em África e, eventualmente, nas América Central e do Sul;
desenvolvimento de actividades de consultoria em engenharia naval e em gestão e tecnologia de estaleiros orientadas para mercados em África e Américas, Central e do Sul.
A médio prazo, pretende-se que o Arsenal do Alfeite, S.A, apresente um crescimento das suas actuais receitas em pelo menos 20%. A longo prazo, a facturação poderá superar a actual em cerca de 30%.
Portugal detém portos próximos das principais rotas atlânticas e não faz sentido que a sua indústria naval não se encontre mais desenvolvida, contribuindo para o crescimento geral da economia nacional. O Ministério da Defesa Nacional pretende também contribuir para a retoma sustentada da economia e considera que as estruturas da indústria naval sub sua tutela, se modernizadas, podem ajudar nesse objectivo. Para a sua concretização é fundamental a participação dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, principal garante do know-how da empresa.
Todos os direitos e garantias dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite estão perfeitamente assegurados, ao abrigo do seu actual vinculo à função pública. Durante o período de transição para a nova empresa os trabalhadores do Arsenal do Alfeite não vão sentir qualquer alteração, qualquer falha no pagamento de salários ou quebra de qualquer outro benefício ou regalia em vigor. O período de transição será de cerca de 6 meses, durante o qual os actuais trabalhadores do estaleiro poderão: celebrar voluntariamente contratos individuais de trabalho com a nova empresa; ocupar voluntariamente vagas disponíveis no quadro civil da Marinha Portuguesa ou qualquer outro organismo da Administração Pública ou integrar o regime da mobilidade especial.
Logo que tome posse, a nova Administração irá iniciar o processo de transição dos trabalhadores.
A dimensão final do quadro de pessoal do Arsenal do Alfeite, S.A. só vai ser definida pela nova Administração, após definição e aprovação final do plano estratégico. Os estudos efectuados recentemente apontam que, para responder à carga de trabalho requerida para os anos imediatos, a nova empresa deva deter um quadro de pessoal com cerca de 800 a 1000 trabalhadores.
O propósito deste processo de empresarialização é modernizar e aumentar a competitividade do Arsenal do Alfeite, o que irá naturalmente permitir melhorar significativamente as actuais condições de trabalho na empresa. O know-how da organização está nas pessoas que nela trabalham, desta forma, a futura Administração terá todo o interesse em reter todos os trabalhadores que aportem valor à organização e que queiram contribuir para transformar o Arsenal do Alfeite, S.A. num caso de sucesso.
Onda do
Manel
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23:14 –
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Olimpíadas de Xadrez
Para os mais curiosos: podem ver todos os detalhes destas Olimpíadas neste site.
Onda do
LSN
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12:47 –
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
ADEUS velha AVENIDA
Onda do
Manel
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18:10 –
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Arsenal, Arsenal
Quando se fala destas mudanças sublinha-se muito os aspectos financeiros, de gestão e os costumados despedimentos (cheios de garantias...); nunca se diz se o cliente ficará mais bem servido, se o serviço é mais barato ou se a empresa ficará mais moderna e eficaz. Como o único cliente é a Marinha ( poderá haver um ou outro biscate para fora sem significado), já sabemos quem será a vítima.Fica a dúvida se os administradores civis vão ganhar como o militar ou vice-versa.
O espectro de Viana do Castelo paira sobre o Arsenal.
Onda do
J.N.Barbosa
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16:11 –
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AORN
Tratando-se de fim de semana prolongado a segunda feira dia 1 de Dezembro, feriado nacional, é esta mais uma excelente oportunidade de deslocação a Norte e convívio da Reserva Naval.
Anexamos ainda Anúncio oficial da REGATA DA RESERVA NAVAL. Mais informações no nosso website http://www.reservanaval.pt/.
Esta foto é do nosso LSN
Onda do
Manel
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00:42 –
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domingo, 23 de novembro de 2008
Notícias de Lagutrop
Hoje fui visitar a freguesia de Carnide. Entre outras coisas interessantes, descobri esta casa que foi do bispo de Lisboa. Conclusão: já nem a religião se safa!
Onda do
José Aguilar
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22:51 –
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Etiquetas: Património
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
HOSPITAL DA MARINHA
Sabiam que foi criado nos nosso hospital um gabinete do utente ?
Onda do
Bastos Moreira
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14:53 –
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
O Caso BPN. Sem Mais Comentários
“O governador explicou ainda que nada fazia prever que um grupo presidido por um ex-técnico de supervisão do Banco de Portugal, vice-presidente do Banco Europeu de Investimento, ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, cuja experiência e idoneidade se presumia ser a melhor possível, desse azo a situações com estes contornos. Constâncio referia-se obviamente a ....”
Onda do
Jorge Beirão Reis
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23:01 –
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
JÁ AGORA MAIS UM GAMANÇO
Lisboa, 13 Nov (Lusa) - O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, afirmou hoje que o Governo quer "integrar" o Arsenal do Alfeite "no contexto das empresas públicas", de forma a "modernizar" as estruturas de reparação naval da Marinha.
"Não está em cima da mesa a privatização do Alfeite. O Governo quer empresarializá-lo e integrá-lo no contexto das empresas públicas de Defesa, para o modernizar e dotar de capacidade para o seu objectivo fundamental, a reparação naval na Marinha, e se possível vender os seus serviços também a outras Marinhas", respondeu o ministro, questionado pelo deputado do PCP António Filipe, durante a discussão parlamentar do Orçamento de Estado para 2009 no sector da Defesa.
Durante o debate orçamental, o deputado comunista da Comissão de Defesa, interrogou Severiano Teixeira sobre o "futuro" do Alfeite.
"Sobre o Arsenal do Alfeite, queria uma informação sobre o que efectivamente se está a passar, qual será o seu futuro? O que se pretende? Vai ser uma segunda OGMA e, daqui a uns anos, ser vendido a algum grupo estrangeiro?", perguntou.
O responsável pela pasta da Defesa, afirmou ainda que esta "modernização" dos estaleiros navais terá um investimento inicial do Estado, adiantando que já apresentou uma proposta nesse sentido ao Ministério das Finanças.
Com a concretização deste projecto, anunciado na véspera da visita do Presidente da República, Cavaco Silva, ao Alfeite - onde também estará Severiano Teixeira - os estaleiros navais deverão passar para o domínio da EMPORDEF, a `holding` do Estado português para as empresas da área da Defesa, deixando assim a tutela militar, através do Estado-Maior da Armada.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Onda do
Manel
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19:26 –
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Intenções sinistras
Se o que vem hoje no Diário de Notícias relativamente a vencimentos de chefias militares se vier a concretizar, só terá uma leitura. À consideração dos leitores.
Defesa. Proposta de novo regime remuneratório em estudo pelas chefias das Forças Armadas Estudo do Exército coloca postos militares na nova grelha salarial da função pública em 2009O principal chefe militar das Forças Armadas vai ficar ao nível remuneratório de um juiz de círculo com 15 anos de profissão, segundo um estudo do Exército a que o DN teve acesso.O documento, oriundo do Comando do Pessoal do Exército, tem por base o anteprojecto de lei do Governo que aprova o novo regime remuneratório dos militares das Forças Armadas - enviado aos chefes militares para análise no passado dia 03 - que entrará em vigor no próximo dia 01 de Janeiro com o da função pública.A partir da proposta do ministro Nuno Severiano Teixeira, o Exército concluiu que o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) fica no nível 87 - um acima do dos juízes de círculo com 15 anos de profissão e quatro abaixo dos juízes há 18 anos (91, numa escala que termina no nível remuneratório 115). Note-se que um oficial general chega a a CEMGFA com cerca de 40 anos de vida nas fileiras. Em termos financeiros, o nível 91 corresponde a 4970 euros, o 87 a 4770 euros e o 86 a 4720 euros, de acordo com os dados constantes do estudo do Exército.A proposta fica aquém da reivindicação dos militares que, sendo um dos Corpos Especiais do Estado (como os magistrados ou os diplomatas), querem ver reposta a paridade perdida nas últimas três décadas em termos salariais. Segundo fontes castrenses ouvidas pelo DN, o nível de referência para o CEMGFA "deveria ser o 111", patamar onde estão os reitores e os juízes desembargadores (5971 euros).Para a Associação dos Oficiais das Forças Armadas (AOFA), a prioridade deveria ser o aumento do suplemento da condição militar (14,5% do vencimento dos militares), pois a revisão salarial deveria ser precedida por um estudo comparativo com as remunerações das profissões equiparadas e, só a partir daí, reposicionar os militares. De acordo com os dados disponíveis (ver gráfico ao lado), o fosso com os juízes ou os professores catedráticos abriu-se no final dos anos 1980 e início dos anos 1990 - quando o actual Presidente da República,Cavaco Silva, obteve a segunda maioria absoluta como chefe do Governo.A proposta do Governo decorre da lei dos vínculos, carreiras e remunerações da Função Pública. Sendo necessária a "articulação e harmonização" do regime remuneratório dos militares com o dos restantes trabalhadores a exercer funções públicas, a proposta integra os diferentes postos da hierarquia militar na tabela geral (composta por níveis e, dentro destes, por escalões).No caso dos chefes de Estado-Maior dos três ramos das Forças Armadas, o estudo do Exército coloca-os no nível 82, quatro níveis abaixo dos juízes com 15 anos de profissão.
Onda do
J.N.Barbosa
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17:40 –
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Em França também.
Do Figaro:
Le prix du brut dégringole, mais les tarifs à la pompe ne suivent pas
Armelle Bohineust13/11/2008 Mise à jour : 10:53
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© Marmara/Le Figaro
Alors que le pétrole est tombé mercredi à son plus bas niveau depuis le début 2007, le chef de l'État souhaiterait une baisse des tarifs à la pompe plus rapide et va convoquer les pétroliers. De son côté, l'Agence internationalede l'énergie redouteun nouveau choc pétrolier.
À qui profite vraiment la baisse spectaculaire du pétrole, tombé hier à 52,05 dollars le baril de brent à Londres, son plus bas niveau depuis janvier 2007 ? Pas aux consommateurs, estime Nicolas Sarkozy, qui a décidé de tancer les groupes pétroliers, qui ne répercutent pas suffisamment à la pompe le plongeon de l'or noir.
Convoqués initialement hier à l'Élysée,Total, Leclerc et autres distributeurs ont gagné quelques jours de répit, grâce à l'agenda chargé du président. Mais ils devront s'expliquer sur la baisse de 20% seulement du gazole ou du sans-plomb 95 alors que le brent a chuté de 60% dans le même temps. Et il en ressortira peut-être des mesures plus contraignantes que «l'engagement de modérer leurs prix de revente» pris par les distributeurs lors de leur entrevue avec Christine Lagarde, ministre de l'Économie, en novembre 2007
Onda do
J.N.Barbosa
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10:21 –
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