segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
domingo, 30 de novembro de 2008
Ataque à Nau de Pedra
Onda do
J.N.Barbosa
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18:54 –
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sábado, 29 de novembro de 2008
GOOD NEWS
Vice-Almirante Saldanha Lopes escolheu o Comando de Zona Marítima da Madeira para realizar a sua primeira visita oficial aos diversos comandos pelos quais é, agora, responsável. O novo Comandante Naval, que foi empossado no passado mês de Outubro, esteve durante três dias na Região e parte, hoje, para Lisboa, a bordo da fragata Côrte Real, um dos mais modernos navios da Armada portuguesa. Em declarações ao Jornal da Madeira durante a sua visita ao Funchal, Saldanha Lopes referiu que esta é uma forma de se fazer, também, treinos de pessoal para diversos cenários, aproveitando a navegação que é aconselhável que se faça aos navios, sendo importante “verificar todos os equipamentos, treinar o seu uso” pelo menos uma vez por mês. Neste caso particular, a fragata, da Classe Vasco da Gama, fez então o treino específico nas águas próximas à Madeira, “em vez de o fazer no Algarve, por exemplo”, com o Vice-Almirante a aproveitar para assistir às capacidades de reacção daquele meio. Como tal, prosseguiu, “o aproveitamento de todas estas sinergias talvez possibilite, e é desejável que o faça, uma presença mais assídua dos meios navais na Madeira, para além do navio-patrulha atribuído à Zona Marítima”. Mais meios com mais frequência
Onda do
Manel
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10:53 –
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O NOSSO CLUBE
Onda do
Manel
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23:16 –
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
HÁ sinceridade nisso ?
Oh , Camarada , Sr . Nogueira:
Aqui , que ninguem nos ouve , diga lá , mas sob juramento:
O seu protagonismo e esforço contínuo , direi mesmo exagerado , neste momento , tem a ver com a luta e a causa dos Professores , ou com a sua luta para substituir Carvalho da Silva na INTER?
Seja sincero , camarada , olhe que o seu rival está atento.
Onda do
Manel
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23:30 –
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Etiquetas: sindicatos
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
JOBS FOR THE BOYS
O Ministério da Defesa Nacional anunciou o início do processo de modernização do Arsenal do Alfeite, assegurando que este se manterá uma única empresa, totalmente detida por capitais públicos e ligada à Marinha Portuguesa. O actual Arsenal do Alfeite será transformado em sociedade anónima de capitais públicos, designar-se-á Arsenal do Alfeite, S.A. e ficará na égide da holding das indústrias de defesa portuguesas, Empordef, seu único accionista. A nova empresa irá operar na actual localização, instalações integradas na Base Naval de Lisboa, pertencentes ao Estado, que serão cedidas à Arsenal do Alfeite, S.A. através da celebração de um contrato de concessão com a duração de 30 anos.Dado o seu grande interesse estratégico, não existe qualquer intenção do Ministério da Defesa Nacional em proporcionar a alienação total ou parcial do capital da nova empresa a participações privadas. O conselho de Administração da nova empresa será composto por três elementos, um representante da Marinha Portuguesa e dois gestores profissionais nomeados pela Empordef. O processo legislativo de criação da nova empresa terá agora início, prevendo-se que a sua conclusão possa ocorrer em aproximadamente 6 meses. O normal funcionamento da actividade do estaleiro não será afectado durante este período de transição.
O Arsenal do Alfeite é hoje a única empresa industrial ainda directamente dependente da Orgânica Central do Estado e que opera segundo um modelo de funcionamento definido nos anos 30 do século passado, totalmente desadequado a uma gestão moderna e eficiente. No actual formato, o Arsenal do Alfeite corre inclusivamente sérios riscos de encerrar pois apresenta vulnerabilidades que afectam gravemente o seu normal desempenho e enfraquecem as suas evidentes potencialidades. Um novo modelo de gestão e organização pode responder melhor aos interesses da Marinha Portuguesa e abrir outros mercados, potenciando as suas receitas.
O Arsenal do Alfeite, S.A. irá ser alvo de investimentos avaliados em cerca de 70 milhões de euros, em parte relacionados com obras de recuperação das estruturas portuárias e construção de um novo sistema de docagem. Estes investimentos, assim como a sua empresarialização, são considerados os dois elementos fundamentais para permitir modernizar o Arsenal do Alfeite, posicioná-lo num patamar tecnológico mais avançado e aumentar a sua competitividade. O propósito é criar um centro tecnológico de excelência da indústria naval que sirva melhor a Marinha Portuguesa, actualmente a completar um ciclo de renovação de toda a sua frota, e que também permita voltar a projectar a indústria naval portuguesa no mercado internacional.
Após a sua modernização, que também implicará a obtenção de atributos de centro de reparação acreditado por diversos fabricantes de equipamento marítimo de referência, existirão condições para que o Arsenal do Alfeite aspire à realização de trabalhos até hoje impossíveis, tais como:
reparação naval militar nos novos navios e submarinos adquiridos pela Marinha Portuguesa;
reparação nos portos portugueses de navios militares de Marinhas de países amigos;
reparação naval de navios não militares que demandem os portos portugueses;
manutenção de equipamentos militares e de armamento em tecnologias correntes nos navios militares, orientado para o mercado das Forças Armadas, Forças de Segurança, instalações NATO, etc.;
criação de um centro nacional de desenvolvimento tecnológico das actividades marítimas e de formação profissional e tecnológica;
projecto e construção naval de navios de serviço, de fiscalização e de navios militares de pequeno e médio porte, orientado para mercados em África e, eventualmente, nas América Central e do Sul;
desenvolvimento de actividades de consultoria em engenharia naval e em gestão e tecnologia de estaleiros orientadas para mercados em África e Américas, Central e do Sul.
A médio prazo, pretende-se que o Arsenal do Alfeite, S.A, apresente um crescimento das suas actuais receitas em pelo menos 20%. A longo prazo, a facturação poderá superar a actual em cerca de 30%.
Portugal detém portos próximos das principais rotas atlânticas e não faz sentido que a sua indústria naval não se encontre mais desenvolvida, contribuindo para o crescimento geral da economia nacional. O Ministério da Defesa Nacional pretende também contribuir para a retoma sustentada da economia e considera que as estruturas da indústria naval sub sua tutela, se modernizadas, podem ajudar nesse objectivo. Para a sua concretização é fundamental a participação dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, principal garante do know-how da empresa.
Todos os direitos e garantias dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite estão perfeitamente assegurados, ao abrigo do seu actual vinculo à função pública. Durante o período de transição para a nova empresa os trabalhadores do Arsenal do Alfeite não vão sentir qualquer alteração, qualquer falha no pagamento de salários ou quebra de qualquer outro benefício ou regalia em vigor. O período de transição será de cerca de 6 meses, durante o qual os actuais trabalhadores do estaleiro poderão: celebrar voluntariamente contratos individuais de trabalho com a nova empresa; ocupar voluntariamente vagas disponíveis no quadro civil da Marinha Portuguesa ou qualquer outro organismo da Administração Pública ou integrar o regime da mobilidade especial.
Logo que tome posse, a nova Administração irá iniciar o processo de transição dos trabalhadores.
A dimensão final do quadro de pessoal do Arsenal do Alfeite, S.A. só vai ser definida pela nova Administração, após definição e aprovação final do plano estratégico. Os estudos efectuados recentemente apontam que, para responder à carga de trabalho requerida para os anos imediatos, a nova empresa deva deter um quadro de pessoal com cerca de 800 a 1000 trabalhadores.
O propósito deste processo de empresarialização é modernizar e aumentar a competitividade do Arsenal do Alfeite, o que irá naturalmente permitir melhorar significativamente as actuais condições de trabalho na empresa. O know-how da organização está nas pessoas que nela trabalham, desta forma, a futura Administração terá todo o interesse em reter todos os trabalhadores que aportem valor à organização e que queiram contribuir para transformar o Arsenal do Alfeite, S.A. num caso de sucesso.
Onda do
Manel
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23:14 –
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Olimpíadas de Xadrez
Para os mais curiosos: podem ver todos os detalhes destas Olimpíadas neste site.
Onda do
LSN
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12:47 –
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
ADEUS velha AVENIDA
Onda do
Manel
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18:10 –
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Arsenal, Arsenal
Quando se fala destas mudanças sublinha-se muito os aspectos financeiros, de gestão e os costumados despedimentos (cheios de garantias...); nunca se diz se o cliente ficará mais bem servido, se o serviço é mais barato ou se a empresa ficará mais moderna e eficaz. Como o único cliente é a Marinha ( poderá haver um ou outro biscate para fora sem significado), já sabemos quem será a vítima.Fica a dúvida se os administradores civis vão ganhar como o militar ou vice-versa.
O espectro de Viana do Castelo paira sobre o Arsenal.
Onda do
J.N.Barbosa
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16:11 –
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AORN
Tratando-se de fim de semana prolongado a segunda feira dia 1 de Dezembro, feriado nacional, é esta mais uma excelente oportunidade de deslocação a Norte e convívio da Reserva Naval.
Anexamos ainda Anúncio oficial da REGATA DA RESERVA NAVAL. Mais informações no nosso website http://www.reservanaval.pt/.
Esta foto é do nosso LSN
Onda do
Manel
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00:42 –
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domingo, 23 de novembro de 2008
Notícias de Lagutrop
Hoje fui visitar a freguesia de Carnide. Entre outras coisas interessantes, descobri esta casa que foi do bispo de Lisboa. Conclusão: já nem a religião se safa!
Onda do
José Aguilar
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22:51 –
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Etiquetas: Património
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
HOSPITAL DA MARINHA
Sabiam que foi criado nos nosso hospital um gabinete do utente ?
Onda do
Bastos Moreira
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14:53 –
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
O Caso BPN. Sem Mais Comentários
“O governador explicou ainda que nada fazia prever que um grupo presidido por um ex-técnico de supervisão do Banco de Portugal, vice-presidente do Banco Europeu de Investimento, ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, cuja experiência e idoneidade se presumia ser a melhor possível, desse azo a situações com estes contornos. Constâncio referia-se obviamente a ....”
Onda do
Jorge Beirão Reis
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23:01 –
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
JÁ AGORA MAIS UM GAMANÇO
Lisboa, 13 Nov (Lusa) - O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, afirmou hoje que o Governo quer "integrar" o Arsenal do Alfeite "no contexto das empresas públicas", de forma a "modernizar" as estruturas de reparação naval da Marinha.
"Não está em cima da mesa a privatização do Alfeite. O Governo quer empresarializá-lo e integrá-lo no contexto das empresas públicas de Defesa, para o modernizar e dotar de capacidade para o seu objectivo fundamental, a reparação naval na Marinha, e se possível vender os seus serviços também a outras Marinhas", respondeu o ministro, questionado pelo deputado do PCP António Filipe, durante a discussão parlamentar do Orçamento de Estado para 2009 no sector da Defesa.
Durante o debate orçamental, o deputado comunista da Comissão de Defesa, interrogou Severiano Teixeira sobre o "futuro" do Alfeite.
"Sobre o Arsenal do Alfeite, queria uma informação sobre o que efectivamente se está a passar, qual será o seu futuro? O que se pretende? Vai ser uma segunda OGMA e, daqui a uns anos, ser vendido a algum grupo estrangeiro?", perguntou.
O responsável pela pasta da Defesa, afirmou ainda que esta "modernização" dos estaleiros navais terá um investimento inicial do Estado, adiantando que já apresentou uma proposta nesse sentido ao Ministério das Finanças.
Com a concretização deste projecto, anunciado na véspera da visita do Presidente da República, Cavaco Silva, ao Alfeite - onde também estará Severiano Teixeira - os estaleiros navais deverão passar para o domínio da EMPORDEF, a `holding` do Estado português para as empresas da área da Defesa, deixando assim a tutela militar, através do Estado-Maior da Armada.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Onda do
Manel
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19:26 –
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