quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
MAIS UMA ACHA
Onda do
Manel
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18:10 –
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Etiquetas: marinha
Almoço de 13.4.2010 - A concorrência
Não querendo deixar os seus créditos por mãos alheias, a concorrência, ou seja o Allen, associa-se à reportagem fotográfica do LSN, fazendo inveja aos que se vão esquecendo da data das segundas terças feiras de cada mês.
Onda do
José Cruz
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17:20 –
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País Marítimo
Notícia de hoje (ou melhor de ontem) e que demonstra perfeitamente a opção pelo transporte marítimo, o tal menos poluente!!!!!!
Onda do
Orlando Temes de Oliveira
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00:52 –
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terça-feira, 13 de abril de 2010
STANAVFORLANT
Onda do
J.N.Barbosa
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19:36 –
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sábado, 10 de abril de 2010
COMME le TEMPS PASSE
Vejam só.....
Onda do
Manel
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10:26 –
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Etiquetas: Gente nossa
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Postal de Goa (XXI)
O MINÉRIO DE GOA
Para alguns, aquelas barcaças são a imagem de uma enorme riqueza económica, mas para outros são a imagem da delapidação dos recursos naturais e da destruição da paisagem.
Carregadas de minério, as barcaças descem o rio Mandovi e navegam até aos grandes navios mineraleiros fundeados ao largo da barra de Goa.
Depois de descarregadas, as barcaças regressam à sua base para voltar a carregar minério, subindo o rio Mandovi.
O território de Goa possui grandes concentrações de minério em qualidade e quantidade, com possibilidade de extracção a céu aberto e de escoamento por via fluvial, mas a sua exploração só começou a ter uma escala industrial e um valor significativo nas exportações goesas depois da 2ª Guerra Mundial.
Após a independência da Índia e com o bloqueio económico que, alguns anos depois, foi imposto ao Estado Português da Índia, as autoridades portuguesas decidiram iniciar a exploração mineira através do licenciamento de muitas concessões a grupos privados. Em 1953 já foram extraídas cerca de 1 milhão de toneladas de minério e, este resultado, mostrava como fôra eficaz a resposta portuguesa ao bloqueio indiano. Em 1959 havia 213 explorações mineiras e tinham sido extraídas cerca de 3 milhões de toneladas de minério.
Depois de 1961, a exploração mineira foi incrementada. Antes, os principais importadores eram o Japão, a Suécia e a Itália, mas nos últimos anos a procura mundial aumentou, estimulada sobretudo pela procura crescente da indústria chinesa.
Hoje são exportadas anualmente mais de 40 milhões de toneladas de minério, enquanto a actividade assegura cerca de 11.000 empregos directos e cerca de 10.000 indirectos, o que faz dela a segunda actividade económica mais importante do Estado de Goa, logo a seguir ao turismo.
Como consequência desta actividade, a paisagem marítima de Goa alterou-se substancialmente nos últimos anos e, ao longo da avenida marginal de Pangim, pode observar-se o movimento fluvial quase contínuo das barcaças do minério que descem ou sobem o rio Mandovi.
No promontório da Aguada e sobre o mar Arábico, o nosso olhar detecta várias dezenas de navios mineraleiros fundeados ao largo, a aguardar a chegada das barcaças com o minério que seguirá para a China, para o Japão e para a Europa.
Durante o período mais intenso da monção (Junho a Agosto), todo este movimento cessa, porque as condições marítimas se deterioram substancialmente. No entanto, por vezes são desafiados os limites de segurança e o que aconteceu ao N/M River Princess é um exemplo: encalhado no dia 6 de Junho de 2000 na praia de Candolim, lá continua no mesmo local a lembrar alguns dos riscos adicionais da actividade mineira.
O N/M River Princess encalhou na praia de Candolim na noite de 6 de Junho de 2000 e, dez anos depois, ainda continua a simbolizar uma das consequências nocivas da actividade mineira.
Os ambientalistas queixam-se da delapidação que a exploração mineira está a provocar em cerca de 14% do território de Goa, ameaçando aldeias, poluindo a água e inviabilizando a cultura do arroz, mas ainda se queixam mais porque todo o minério de ferro de Goa é exportado para o estrangeiro, pelo que reclamam pelo encerramento das minas.
Segundo os ambientalistas e outros activistas a exploração mineira está a destruir o território de Goa e apenas está a contribuir para o desenvolvimento da economia da China, para o financiamento do governo federal de Nova Delhi e para os elevados lucros das companhias mineiras privadas, dando apenas um escasso contributo de menos de 1 por cento para as receitas totais do Estado de Goa.
Sobre a riqueza mineira de Goa é muito curiosa a observação expressa pelo Capitão de Fragata Augusto Eduardo Neuparth, engenheiro hidrógrafo e comandante da canhoneira Sado, num “Estudo sobre o rio Mandovy” que apresentou em Janeiro de 1909:
Se algum dia se conseguir o aproveitamento da laterite que constitui a quase totalidade do solo da nossa Índia pode afoitamente dizer-se que a India portuguesa em relação à sua área, será o paiz mais rico do mundo.
Onda do
A.R.Costa
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10:45 –
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
Goa e os meus postais
Com a indispensável ajuda técnica do Luís Silva Nunes, durante a minha permanência em Goa, editei regularmente no Água Aberta alguns POSTAIS DE GOA, mas tendo regressado a Lisboa, interrompi a sua publicação.
Não me parece impróprio que, mesmo ausente de Goa retome a publicação de alguns dos textos que ainda lá preparei, sob o mesmo título genérico, embora os eventuais leitores fiquem a saber que o autor já não está em Goa e que, portanto, os postais apenas estão a ser recebidos com atraso.
Onda do
A.R.Costa
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07:00 –
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sábado, 3 de abril de 2010
"Submarinos, afinal para quê?"
Onda do
LSN
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09:30 –
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Submarinos
E os actuais Chefes certamente que confiam no MDN para garantir o bom nome da corporação.
E já agora, os senhores jornalistas podiam estudar melhor o assunto para não informarem de forma tão confusa, misturando pessoas, factos e datas (os contractos estão em execução desde 2004 e só agora é que se colocam dúvidas à sua legalidade? Quem os foi executando eram os contínuos e as auxiliares de limpeza?)
Onda do
Orlando Temes de Oliveira
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11:55 –
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
SUGESTÃO
Parece-me que tal poderia significar não só um conhecimento atempado dos mesmos mas, também, um incentivo à colaboração dos filhos da escola. Penso eu, de que...
Onda do
Jorge Lourenço Goncalves
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10:53 –
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quarta-feira, 31 de março de 2010
PÁSCOA 2010
Mais uma festa para juntar a família. A todos os Oceanos faço votos de uma Páscoa feliz, com muitas amêndoas (atenção às proteses dentárias),
Onda do
Bastos Moreira
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11:40 –
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quinta-feira, 25 de março de 2010
Medalhas
Conheço o possuidor de duas medalhas referentes à Marinha. A comemorativa do 1º centenário da Escola Naval e a do 1º centenário do Clube Militar Naval.
As medalhas são em prata, com cerca de 7 cm de diâmetro e 5 a 6 mm de espessura. Consta que pertenceram ao espólio de figura graúda do anterior regime.
Envio fotografias de frente e verso das duas medalhas e, se houver alguém interessado, posso pô-lo em contacto com o actual proprietário.
Um abraço amigo
Salgado Soares"
(Em cima: CMN A e B; em baixo: EN A e B)
Onda do
Curso OC
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17:22 –
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