quarta-feira, 11 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Isto é Que Vai Uma Crise! Esquadrilhas de Submarinos
Uma informação extraída do Diário Económico, de 6 de Maio:
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As Autarquias Portuguesas têm uma Esquadrilha de Submarinos muito significativa, propriedade dos 50 municípios maiores devedores, num total de 9,4 submarinos (convencionais), destacando-se Lisboa com 2,2 submarinos. Se, pelo menos, pudessem ser utilizados na defesa do seu porto...
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Tenham uma boa semana!
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Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia
Onda do
Jorge Beirão Reis
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08:52 –
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
NOVA CONSTITUIÇÃO
http://downloads.expresso.pt/expressoonline/PDF/memo_troika.pdf
Aqui está a nova Constitução. Como está em inglês vai ser violada menos vezes, coitada!
Onda do
Fernão
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08:21 –
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Bula Inter Coetera e Tratado de Tordesilhas
Onda do
Fernão
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14:56 –
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
Acima das nossas possibilidades
No meio do desconsolo geral, no meio desta crise que nos assola, no meio do pessimismo galopante que grassa por todo o lado, aparecem, de vez em quando, histórias que nos dizem que nem tudo está perdido, que a esperança não morre e que podemos ter confiança e orgulho nas instituições deste país e nos nossos governantes. A história que vou contar é uma dessas. Pode ser lida na última edição do Expresso, a páginas 22 … para quem não teve a felicidade de a ler na íntegra aqui vai um resumo.A história (presumo que seja verídica) começa em 1963 com a derrocada da cobertura da estação do Cais do Sodré onde morreu, no meio de outras 49 vítimas, um senhor que era funcionário administrativo da Emissora Nacional. Este senhor ganhava 3 600 escudos e, dois anos depois, foi atribuída (judicialmente) à sua viúva uma pensão vitalícia de 1 000 escudos mensais (cerca de 28% do vencimento auferido pelo funcionário) a ser paga pela Sociedade Estoril (extinta em Janeiro de 1976), então concessionária da linha de Cascais. Com a chegada do euro a pensão passou a 4,99 € (não se esqueçam do imposto de selo) mas a CP, que entretanto tinha passado a ser a concessionária, deixou de a pagar em 2002 pois considerava não ter “qualquer obrigação legal” de o fazer. Compreende-se, uma verba desta magnitude (!) poderia provocar graves estragos nas finanças da CP. Eu consideraria a alternativa de actualizar a pensão mas os senhores da CP, sempre atentos às consequências de gastar tal exorbitância resolveram de outro modo … deixaram de pagar os 4,99 € à viúva, preservando assim a saúde financeira da empresa. Em 2007 a senhora queixa-se ao Provedor de Justiça que concorda com ela e solicita à CP a reapreciação da situação. A CP, sempre na defesa dos altos interesses da empresa e na sua luta contra o despesismo não vê “motivo para alterar a (sua) posição”. Inconformado, o Provedor põe o problema à secretária de Estado dos Transportes (agosto de 2009), Ana Paula Vitorino … esta, membro de um governo socialista e também preocupada com o défice das contas públicas é peremptória: a CP tem razão, “a entidade devedora é a Sociedade Estoril” (extinta em 1976, digo eu). Em desespero recorre-se então ao ministro das Obras Públicas (setembro de 2010), António Mendonça, esse expoente de rigor e competência (apenas dois exemplos, TGV e SCUTs, embora eu reconheça que as verbas envolvidas nestes casos não são comparáveis ao tremendo dispêndio que o pagamento de 4,99 € representa). Este determina que a CP não pode “assumir responsabilidades que não lhe são imputáveis”, sobretudo “numa conjuntura de grandes constrangimentos orçamentais e de grande exigência em rigor”. Ao ler esta parte vieram-me as lágrimas aos olhos com a emoção de ver tão nobre e firme defesa dos interesses nacionais. Termino dizendo que a Provedoria, em Janeiro de 2011, abandonou/arquivou o processo e a viúva/pensionista, que tem hoje 90 anos, mostra a intenção de continuar a luta pois, num país onde temos gente a ir ao médico aos EUA em avião privado e gestores com prémios anuais de milhões de euros, ela é das que vive, talvez, acima das suas possibilidades.
Onda do
Luís Silva Nunes
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15:49 –
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domingo, 1 de maio de 2011
O 1º de Maio de 1974
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Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia
Onda do
Jorge Beirão Reis
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10:41 –
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terça-feira, 26 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Domingo de Páscoa
Onda do
J.N.Barbosa
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13:27 –
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Isto É Que Vai Uma Crise! Crise nas Empresas de Transportes!
Com a devida vénia, apresento acima um artigo de J.F. Palma-Ferreira e Margarida Fiúza, publicado no Expresso Economia, de 16 de Abril, subordinado ao título "Empresas sem soluções financeiras". Tomo também a liberdade de reproduzir o respectivo sub-título: "Os gestores das empresas de transportes não sabem como refinanciar as suas dívidas, envolvendo quase €20 mil milhões". Para quem deseja um termo de comparação, na nossa nova unidade monetária - o submarino - são, nada mais, nada menos do que 40 (quarenta) submarinos! E quem são as pobrezinhas: REFER - 12 submarinos;Metro de Lisboa - 8 submarinos; CP - 7,6 submarinos. Relativamente às outras, desconheço a dimensão da respectiva esquadra: Carris, Metro do Porto Sociedade de Transportes Colectivos do Porto e Transtejo. E os gestores, de acordo com os autores do texto, não sabem ... Será que sabem alguma coisa? Será que têm os salários em atraso? Coitadinhos! Isto é que vai uma crise! Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.
Onda do
Jorge Beirão Reis
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20:50 –
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Entrega à Marinha
Onda do
J.N.Barbosa
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16:16 –
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Almoço do OC em 12.4.2011 (cont.)
Embora sem a sofisticação da apresentação do LSN, aqui fica o testemunho da concorrência (Guilherme Allen), do nosso habitual e cada vez mais saboroso almoço mensal.
Onda do
José Cruz
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14:49 –
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Polícia aeronautica
Onda do
J.N.Barbosa
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09:53 –
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Almoço OC (12Abr11)
Onda do
Luís Silva Nunes
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12:27 –
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
Vai Deixar de Haver Crise! Vamos Ter Eleições!
De acordo com o Mapa Oficial n.º 4/2011, da Comissão Nacional de Eleições, publicado no Diário da República , 1ª Série, n.º 71, de 11 de Abril de 2011, apresentado acima, somos 9.621.076 eleitores (informação prestada pela Direcção-Geral da Administração Interna, em 7 de Abril de 2011) e vamos eleger 230 deputados, os quais, espero, irão fazer com que Portugal ultrapasse a Crise. Com que custo? E quem paga? Como dizia o nosso Grilo nos tempos idos de 1975, e cito: "Os pobres que paguem a crise! Por duas razões: 1ª - Porque estão habituados e 2ª - Porque, sendo muitos, não se nota tanto". Fim de citação. Aproveito a oportunidade para acrescentar uma 3ª - Porque, se os ricos pagassem a crise, deixavam de ser ricos. E isso, eles não estão pelos ajustes. Tenho dito! Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia (espero que sem erros).
Onda do
Jorge Beirão Reis
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22:30 –
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Na China há crise?
Onda do
J.N.Barbosa
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19:23 –
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