terça-feira, 8 de outubro de 2013

Mais visões




















Almoço OC (08Out13)

O recomeço




Como sempre, decorreu bem animado ...

Nota: a) Para ampliar, "clicar" sobre as imagens.
         b) Para aceder às fotos, individualizadas e transferíveis, podem seguir esta ligação.

Perdão da dívida

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

PENSÕES DE SOBREVIVÊNCIA


                         
                          MARCELO CAETANO E KARL MARX, A MESMA LUTA!
 

domingo, 6 de outubro de 2013

ESTORIAS OCEANICAS - 11

Continuando o périplo por portos americanos fundeamos ao largo de Bristol. Vivia nesta cidade um emigrante português de grande prestígio e com um elevado valor económico, sendo muito respeitado pelas autoridades locais, era o Sr. Ralph Brito. Ofereceu nos uma recepção em sua casa. Depois de desembarcarmos em terra deslocamo-nos a pé para sua casa no meio de uma multidão que nos saudava entusiàsticamente. Chegados à sua mansão e depois dos cumprimentos formais o Sr. Brito levou-nos até à sua piscina e disse que aproveitássemos para tomar uma banhoca. Havia no balneário
calções de banho de várias cores e feitios para nós estrearmos. Foi um regabofe. Depois do banho dirigimo-nos ao local da refeição e deparamo-nos com uma enorme nessa cheia de petiscos; dava-se uma volta à mêsa e ficávamos cheios, mas houve que conseguisse dar duas voltas. Depois veio a refeição pròpriam ente dita, muito bem servida e à base de produtos portugueses ( aliás o Sr Brito tinha uma cadeia de "supermarkets"). Acabado o repasto regressamos a bordo para retomarmos a nossa viagem até Providence. Em Bristol foi a mais curta permanência num porto mas foi necessário para mostrar a gratidão de Portugal a esse Emigrante. Creio que em 1966 ele veio a Portugal e esteve a jantar com o então Cte. Horta.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Almoço mensal


Após um interregno devido ao período estival e às comemorações cinquentenárias, dá-se a conhecer a todos os OCeanos que os almoços regulares (2ªs terças-feiras de cada mês) serão retomados já na próxima terça-feira (08Out) às horas e local habituais.  

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Curiosodades

No Diário da República n.º 191, Série II, Parte C de 3 de Outubro foi publicada a Listagem n.º 49, relativo às verbas atribuídas pelo Fundo de Fomento Cultural, no 1º semestre de 2013, num total de 7.916.607.76 €, compreendendo os beneficiários seguintes:
Fundação Arte Moderna - Colecção Berardo - 1.050.000 €
Fundação Centro Cultural de Belém - 3.360.000 €
Fundação Serralves - 1.435.000 €

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Lançamento do Livro OC (26Set2013)

Um (per)curso com 50 anos

No âmbito das comemorações do cinquentenário da entrada na Escola Naval do Curso “Oliveira e Carmo”, foi feita a apresentação pública do Livro de Curso, a que  apropriadamente chamamos o Livro do (Per)Curso.
A cerimónia decorreu no dia 26 de Setembro no Pavilhão das Galeotas do Museu de Marinha e teve a presença de muitos elementos do Curso e respectivos familiares, assim como de um significativo número dos seus professores e de muitos amigos, entre os quais os representantes dos Cursos que na Escola Naval foram nossos contemporâneos. Fomos distinguidos, ainda, com a presença da Senhora Dona Maria do Carmo Oliveira e Carmo e do Eng. Jorge Oliveira e Carmo, a viúva e o filho mais novo do nosso patrono.
Foi exibido um diaporama com sequências fotográficas dos Oceanos e de alguns aspectos da sua vida, criando um ambiente de acentuado cunho naval.
A anteceder a cerimónia ocorreu uma intervenção musical pelo octeto de sopro da Banda da Armada, a que se seguiram intervenções do CALM Bossa Dionísio, Presidente da Comissão Cultural da Marinha, do CALM MN Rui de Abreu, especialmente convidado para apresentar o Livro do (Per)Curso e do nosso Chefe de Curso, o Oceano JNC.
 Como opinou, e bem, o CALM Rui de Abreu, o nosso Livro será um dos mais bem conseguidos de entre os Livros de Curso que têm sido publicados.





(Para ampliar, "clicar" sobre as imagens)

NOTAS:
a) Para ver o programa do concerto executado pelo Octeto de Sopro da Banda da Armada podem seguir esta ligação.
b) Para ler a intervenção do CAlm Bossa Dionísio podem seguir esta ligação.
c) Para ler a apresentação do CAlm Rui de Abreu podem seguir esta ligação.
d) Para ler a intervenção do OCeano JNC podem seguir esta ligação.
e) Para ver o diaporama exibido podem seguir esta ligação.
f) Para ver as fotos do diaporama, individualizadas e transferíveis, podem seguir esta ligação.
g) Para ver as fotos acima colocadas, individualizadas e transferíveis, podem seguir esta ligação.

domingo, 29 de setembro de 2013

ESTÓRIAS OCEÂNICAS 10

Estando a Sagres atracada em New London, realizaram-se regatas à vela entre os cadetes dos vários países, em Newport. As regatas realizaram-se numa classe de embarcações à vela, "Blue Jay" semelhantes ao "Snipe" mas mais pequenas. Na altura eram destinadas ao adestramento do velejador para regatas.
Os dois Oceanos mais uma vez ficaram em 2º lugar, o 1ºlugar foi sempre ganho pelos italianos em que um deles era olímpico. Embarcados no Blue Jay atribuído aos Oceanos, o "proa" descobriu na gaveta junto ao mastro uma fita branca para cabelo e resolveu coloca-la na testa. Acabadas as regatas e na recepção de entrega de prémios descobriu-se que a embarcação pertencia a uma garota da idade dos Oceanos. O "proa" lá meteu conversa e conseguiu companhia para a estadia em New London.
Em 1984, estando colocado o outro oceano no CINCIBERLANT, durante um convívio em sua casa, a mulher do americano Chefe da Divisão do Oceano mostrou que era uma praticante de vela. Palavra puxa palavra e a certa altura foi-lhe mostrada a foto do Blue Jay com a tripulação portuguesa. Ela olhou para a foto e exclamou "era o meu barco", e até recordou o nome do "proa", passados 20 anos;
e vi9rando-se para o marido disse-lhe que naquela altura ainda não namorava com ele e que se divertira muito na companhia do Oceano.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mais do "Costa Concordia"

Já que se fala tanto do "Costa Concordia" aqui vai uma peça digna de estudo profundo, principalmente por aqueles mais conhecedores de navegação e meteorologia. "Comandante do «Costa Concordia» foi herói no mar da Madeira O caso é relatado no Diário de Notícias da Madeira. O comandante do "Concordia", Francesco Schettino, evitou uma tempestade, cancelando uma escala no Funchal. O caso remonta a 4 de Dezembro de 2010 e foi relatado à imprensa italiana por Fernando, o gerente do restaurante Milano do "Costa Concordia". Segundo este tripulante, o navio saíra de Tenerife em direção ao Funchal e "Schettino foi o único a interpretar corretamente os dados metereológicos e a perceber que o navio estava a dirigir-se para uma zona de tempestade. Sob os protestos dos passageiros, o comandante mudou a rota para o Mediterrâneo e seguiu para Málaga. Quem não fez como nós, acabou por enfrentar um mar de força 10. Um navio da Royal Caribbean teve 300 feridos a bordo. O Schettino também é isto", disse aquele profissional da Costa Crociere. O cancelamento na véspera da escala do "Concordia" no Porto do Funchal, devido ao mau tempo, foi noticiado na altura. O navio trazia 3.000 passageiros a bordo." Quem me consegue explicar por onde terá passado o navio quando em vez de ir para o Funchal foi para o Estreito de Gibraltar e assim não ter apanhado a tempestade? Isto de andar no Mar tem que se lhe diga

Fotos II



Fotos I




















O Lançamento (visto pelo JTA)



(Para ampliar, "clicar" sobre as fotos)

Nota: Para ver as fotos, individualizadas e transferíveis, podem seguir esta ligação.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Curiosidades

No Diário da República n.º 185,Série II, de 2013-09-25, Parte C encontram-se publicados os Despachos n.º 12199 a 12209 do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, designando pessoal para exercer funções no seu Gabinete

domingo, 22 de setembro de 2013

ESTORIAS OCEANICAS – 9


Estávamos atracados em Brooklin, acabadinhos de chegar.
Já depois de jantar, começámos a ouvir uns sons estranhos lá para os lados da tolda. Denunciavam vozes em alvoroço, misto de algazarra e de ordens e contraordens.
 
Estando de serviço, fui com o cabo de quarto ver o que se passava.

O que tinha acontecido? Um negro, de quem se comprovou depois a bebedeira, tinha caído à água e esbracejava ao mesmo tempo que emitia aflito uns sons imperceptíveis mas bem fornecidos de decibéis.

Já se tinham juntado uns tantos outros no cais, porventura compinchas no mesmo estado do actor principal, que davam as sugestões salvadoras mais desencontradas e igualmente bem audíveis.

Mas já tinham atirado à água um cabo, tinham conseguido laçar o candidato a náufrago a dois metros do cais e preparavam-se para começar a içá-lo, estranhamente sob os protestos do mesmo.

O que tinha acontecido é que tinham apanhado o homem pelo pescoço a assim o tentavam trazer a salvo.

Se bem me lembro, alguém da Sagres atirou-se à água e mudou o ponto de esforço do salvamento do homem do pescoço para o tronco e ele salvou-se.

Foi provavelmente este o primeiro acto humanitário da Sagres em terras do Tio Sam, lamentavelmente escapado a qualquer caixa jornalística.