quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Rugby

Com as alterações climáticas em curso não admira que jogadoras de rugby já não aguentem os equipamentos.
Isto não é efeméride naval.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

O 1º de Dezembro de 1640


A inauguração do monumento na Praça dos Restauradores no 1º de Dezembro de 1886.

EFEMÉRIDES NAVAIS

(D. João de Castro)

A 1 de Dezembro de 1542, D. João de Castro é nomeado Capitão-Mor da "Armada Guarda Costa" do reino.

(Canhoneira "Diu", 1889-1913)

Também a 1 de Dezembro mas de 1869 foi criada a Direcção Geral de Marinha.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Livro de homenagem ao Alm. Vítor Crespo

Recebida (correio electrónico) do Cte Pedro Lauret informação referente ao lançamento de um livro que homenageia o nosso professor de Artilharia da EN, na altura (idos de sessenta) 1º ten Vítor Crespo.

"Informo que no próximo dia 10 de Dezembro vai ser apresentado um livro de homenagem ao almirante Vítor Crespo, que conta com depoimentos de: Adelino Rodrigues da Costa, Amadeu Garcia dos Santos, António Almeida Santos, António Fuzeta da Ponte, António Ramalho Eanes, António Rodrigues Ponte, António Romão, Artur Santos Silva, Fernando de Melo Gomes, Francisco Roque, João Falcão de Campos, Joaquim Chissano, Jorge Sampaio, José Leiria Pinto, Luísa Tiago de Oliveira, Manuel Brandão Alves, Manuel Franco Charais, Manuel Martins Guerreiro, Maria Inácia Rezola, Nuno Vieira Matias, Óscar Monteiro, Vasco Lourenço, Vasco Vieira de Almeida.
A cerimónia decorrerá no Museu da Marinha,  Pavilhão das Galeotas com início pelas 18:00."



domingo, 29 de novembro de 2015

EFEMÉRIDES NAVAIS

(A barca negreira "Charles et Georges")

A 29 de Novembro de 1857 é apresada na baía de Conducia, Moçambique, a barca francesa "Charles et Georges" carregada com escravos negros.


Também a 29 de Novembro mas de 1901, é criada a secção de Timoneiros-Sinaleiros na Brigada deManobra do Corpo de Marinheiros.

EFEMÉRIDES - BRASIL

(O "Príncipe Real" que levou D. João VI para o Brasil)

A 29 de Novembro de 1807, depois de 2 dias fundeada na bacia do Tejo, sai a barra a armada com a família real, a corte, a Academia Real de Guardas-Marinhas e cerca de 15000 acompanhantes, para o Brasil.
A guarda avançada das tropas francesas ainda chega a tempo de ver os últimos navios a navegar já no mar.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

EFEMÉRIDES

(O embarque em Belém)

A 27 de Novembro de 1807, embarca em Lisboa, com destino ao Brasil numa retirada estratégica perante a invasão francêsa, a família real, a sua corte e demais acompanhantes ( cerca de 15 000 pessoas). A armada ficou entretanto fundeada no Tejo devido aos ventos que impediam a navegação para sair a barra.
A Academia Real de Guardas-Marinhas embarcou conjuntamente com os seus mestres e com toda a biblioteca.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

EFEMÉRIDES NAVAIS

(V. da Gama)

A 25 de Novembro de 1497, Vasco da Gama fundeia na Baía de S. Brás, na sua primeira viagem para a Índia.

(Goa em 1509, in Braun e Hogenberg)

Também neste dia mas de 1510, Afonso de Albuquerque conquista Goa aos indianos.

domingo, 22 de novembro de 2015

HISTÓRIA

(John e Jackie Kennedy em Washington, Maio de 1961)

A 22 de Novembro de 1963, é assassinado em Dallas, o presidente John Kennedy.
É a ele que devemos em grande parte termos feito a viagem de instrução na Sagres aos Estados Unidos, pois foi ele o homem que lançou a Operation Sail 1964.

EFEMÉRIDES NAVAIS


A 22 de Novembro de 1497, Vasco da Gama dobra o Cabo da Boa Esperança na sua primeira viagem à Índia.

sábado, 21 de novembro de 2015

José Alberto Nunes da Cruz

Apesar de nesta nossa latitude estarmos com dias pequenos, com menos de 10 horas de luz solar diária, hoje é um dia grande porque o nosso Número Um completa 72 anos de idade. É com muita satisfação que o felicito e lhe agradeço a forma inteligente, sábia e sensata como tem mantido a coesão deste nosso rebanho OCeânico, ultrapassando as politiquices, as clubites e as pequenas coisices de cada um. Espero que se mantenha ao leme por muitos e bons anos e, hoje, ofereço-lhe uma quadra do seu conterrâneo, o poeta António Aleixo:

Embora os meus olhos sejam
Os mais pequenos do mundo
O que importa é que eles vejam...
O que os homens são no fundo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

EFEMÉRIDES NAVAIS

(Réplica da "Flor de la Mar" existente em Malaca)

Em 20 de Novembro de 1511 a nau "Flor de la Mar" naufragou quando tinha largado de Malaca com destino a Goa. Levava o espólio da conquista de Malaca que se perdeu por completo. Afonso de Albuquerque ia embarcado na nau mas sobreviveu ao naufrágio.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Breves encontros OCeânicos


Foi há dois dias que o nosso camarada Braz Mimoso celebrou o seu aniversário, mas só hoje foi devidamente parabenizado por alguns amigos, com um singelo almoço na Adega do Monte, ali para os lados do Estoril.
É caso para dizer que isto é que são bons exemplos!

CURIOSIDADES HISTÓRICAS

"COMPANHIA BRAÇAL DO BACALHAU"

Nota prévia: esta informação foi obtida a partir do estudo "Bacalhau na sociedade portuguesa" elaborado pelos historiadores Marília Abel e Carlos Consiglieri.

A "Companhia Braçal do Bacalhau" foi fundada no século XV, não existindo no entanto um documento formal da sua constituição. Contudo há referências à sua existência nesse século.
Já no séc. XV iamos pescar bacalhau para o norte do Oceano Atlântico, pescando-se à linha directamente da borda do navio. À chegada a Lisboa era necessário estivadores para desembarcar o bacalhau dos navios para a respectiva seca de bacalhau. Era um trabalho penoso, sendo grande parte destes estivadores do norte do país (Trás os Montes). Estes estivadores organizaram-se numa "companhia" que estabelecia os métodos de trabalho e de organização e os soldos a pagar pelos patrões. Funcionava tão bem que mereceu o crédito dos patrões - os armazenistas do bacalhau.
Esta organização muito para além de sindicato e corporação, era uma sociedade com regras e códigos de conduta próprios, mantendo um secretismo na forma do seu funcionamento.
Os "Braçais" não contavam nada a estranhos, havendo uma hierarquia, a "roda" que era presidida pelo "Sota", o "Sota do Bacalhau". Este Sota fazia a escrita e negociava os contratos, portanto tinha que saber ler e escrever. Era eleito por todos os "braçais", só podendo ser demitido pelos mesmos. Este "sota" sendo chefe não tinha quaisquer mordomias em relação aos demais braçais.
O candidato à companhia, sempre por recomendação de um braçal, era sujeito a uma apreciação
pela "roda" (todo o colectivo). Quando aprovado passava a ser designado por "Picareto", tendo que pagar a "patente" uma espécie de propina. Quando não possuíam dinheiro para o pagamento da "patente", a companhia fazia-lhe um empréstimo que era amortizado trabalhando mais tempo destinando-se a remuneração respectiva a este trabalho extra para pagar a amortização. Assim o ordenado era sempre recebido por inteiro.
Tinham direito a uma licença remunerada, em caso de força maior, de um ano. Esta licença não podia ser interrompida, era sempre um ano; acabou por desaparecer em 1970. Durante esta licença recebia um sexto do ordenado normal. Era como que um regime privado de segurança social (único em Portugal) que terminou quando a "Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau" abrangeu os "braçais" no regime geral da Previdência. O braçal podia pedir a reforma à companhia a partir dos 50 anos e era sustentada pela própria companhia.
A companhia possuía lares para os braçais, mas a partir da década de 40 do séc. XX passou também a albergar as mulheres dos braçais. Estes lares acabaram em meados de 1974 e a seguir extinguiu-se a companhia. Esta organização perdurou cerca de 5 séculos, sempre dialogando com o patronato para definição salarial, sem problemas.
Resta informar que foram transmontanos quem criaram a "Companhia dos Braçais do Bacalhau".


"O País e a Defesa Nacional"


A conferência subordinada ao tema acima indicado realizou-se no passado dia 17 no Museu do Oriente em Lisboa. Nela participou o OCeano JPN com uma comunicação, "Missões de interesse público", que foi recentemente publicada no "Jornal de Defesa e Relações Internacionais".
A questão era:
"Faria algum sentido não utilizar as capacidades das FFAA em apoio a ações de proteção civil, no apoio ao combate ao narcotráfico, na segurança de grandes eventos, na proteção de determinados pontos vitais, no “policiamento” do espaço aéreo, do combate aos fogos florestais, no controlo do espaço estratégico de interesse nacional direto, com a responsabilidade concomitante de proteger direitos próprios em matéria de aproveitamento de recursos na área em questão, etc. etc.?"

A abordagem do OCeano JPN sobre esta matéria pode ser lida na sua totalidade seguindo esta ligação.