segunda-feira, 12 de abril de 2021
sábado, 10 de abril de 2021
O navio da Guarda
Hoje, no Diário de Notícias, é publicado um artigo de opinião do OCeano JNFB.
"Há poucos anos, sem ninguém esperar, foi promulgada uma nova lei orgânica da Guarda Nacional Republicana (GNR) em que era criada uma Unidade de Controlo Costeiro. Percebeu-se com estupefação, que essa unidade ia estender a ação fiscal da GNR ao mar. Como é que uma corporação de vocação territorial rural, com pessoal de infantaria e cavalaria ia agora para o mar e fazer o quê?"
Para saber o que o "pequeno navio" vai fazer e lerem o artigo na íntegra podem seguir esta ligação.
Onda do
Luís Silva Nunes
@
16:51 –
tem 6
comentários
sexta-feira, 9 de abril de 2021
Reforma do comando superior das FFAA
Trabalho elaborado pelo GREI (Grupo de Reflexão Estratégica Independente), que vale a pena ler, sobre a intenção do Governo em reformar o comando superior das FFAA, "nas costas" das mesmas.
Lê AQUI.
Onda do
José Cruz
@
21:19 –
ninguém comentou
VASCO DA GAMA
Parte para a Índia, a 9 de Abril de 1524, pele terceira vez (última) Vasco da Gama nomeado Vice-Rei da Índia.
Onda do
speedy
@
10:06 –
ninguém comentou
ARÁBIA
A 9 de Abril de 1508 é nomeado Capitão-Mor da Arábia, Jorge de Aguiar.
Outros tempos em que Portugal era uma potência.
Onda do
speedy
@
10:03 –
ninguém comentou
quarta-feira, 7 de abril de 2021
“Obviamente, vamos andar à porrada com eles!”
Estávamos já na fase final da nossa comissão na Guiné. O DFE 8 estava sedeado em Ganturé. A actividade do PAIGC vinha a crescer nos últimos tempos, manifestando-se pelo aumento do número de cambanças detectadas e interceptadas no rio Cacheu e também pelos vestígios da passagem de colunas logísticas e da presença de grupos armados no corredor do Sambuiá onde, embora não os encontrássemos muitas vezes pela frente nos nossos frequentes patrulhamentos e também eles não nos emboscassem, a nossa presença na área era sempre assinalada com tiros de aviso.
Um
dia, a meio da manhã, sou chamado para ir com urgência falar com o Comandante
do COP 3 no campo de aviação. Quando lá cheguei encontrei-o a conversar com um
oficial da Força Aérea que aterrara pouco antes, depois de ter feito um
reconhecimento aéreo na região do corredor do Sambuiá e Guidage. O que
avistara, vestígios de muita movimentação de pessoal e material junto da
fronteira, já dentro do território da Guiné, indicava estar a preparar-se uma próxima
cambança para o interior do território e, por isso, resolvera dar conhecimento
de viva-voz ao responsável do sector.
Depois
de me terem assinalado na carta os locais onde se situavam os sinais das
movimentações, o Comandante do COP deu-me instruções para o Destacamento fazer,
nessa noite, uma operação com o objectivo de bater a zona e capturar o pessoal
e material que estivessem a preparar para a cambança.
Regressado
à base, começamos a planear a operação e achamos por bem reforçar o armamento
do Destacamento com mais duas MG42 do que o habitual, mas não as tínhamos
disponíveis na Base. Como nesse dia à tarde, vinha a Bigene o avião da Marinha
trazer o correio, enviei para o Comando da Defesa Marítima uma mensagem de
elevada precedência e em claro, solicitando o envio de duas MG42 nesse avião.
E, realmente, apesar do pouco tempo que mediava entre o pedido e a saída do
avião, o armamento chegou a Bigene nessa tarde.
Planeamos
a saída do destacamento de forma a desembarcarmos antes da meia-noite para fazermos
uma aproximação cautelosa e sem sermos detectados ao local onde se encontraria
concentrado o pessoal e material do PAIGC. Como era hábito, o pessoal preparava-se
nos seus abrigos e, um a um, iam chegando ao bar onde, conversando e bebendo
uma cerveja, esperavam pela hora do briefing que fazia sempre, antes da partirmos
para a ponte-cais onde embarcaríamos para a operação. Eu, costumava vestir-me e
preparar-me com muito tempo de antecedência, ir até à messe tomar um café,
beber um whisky e fumar uma cachimbada, enquanto ia olhando para a carta e
tentando prever o que poderia acontecer. Quando tudo estava pronto, o Imediato
vinha chamar-me e seguia com ele para o briefing.
Estava,
então, nesse momento de reflexão e espera, quando o telegrafista me traz uma
mensagem do CDMG. Nela, informa-se que o armamento pedido fora enviado no avião
e solicita-se que justifique o pedido. Àquela hora da noite, prestes a sair
para o mato, não me apetecia nada responder à mensagem e pensei em deixar isso
para o dia seguinte depois de regressar da operação, tanto mais que a mensagem
tinha a precedência mais baixa. Mas o telegrafista que devia ter tomado
conhecimento do seu teor ao recebê-la, ficou parado à minha frente com o bloco
de mensagens na mão, à espera de uma resposta.
O
autor do pedido de justificação era, naturalmente, o Chefe do Estado-Maior do
CDMG. O nosso curso, tinha-o conhecido bem como Comandante da Companhia de
Alunos da Escola Naval. O Comandante Lencastre, desde que chegou à Guiné, já a
comissão do Destacamento ia adiantada, foi um forte e permanente apoio com que
os Fuzileiros sempre contaram. Preocupava-se com as nossas necessidades,
informava-se das dificuldades que enfrentávamos no relacionamento com os
Comandos Operacionais, tinha sempre em consideração as nossas dificuldades
administrativas. Os relatórios das operações que enviávamos, para informação,
ao CDMG e que, até aí, não tinham qualquer feedback, passaram a ser objecto de
uma informação de retorno, muitas vezes crítica quanto à nossa actuação, mas que
nos ajudava junto dos Comandos Operacionais a defendermos pontos de vista sobre
a utilização dos fuzileiros que não eram em geral tidos em conta. Em resumo, a
sua chegada à Guiné, significou, pelo menos para mim, o abrandamento do sentimento
da que a Marinha se alheava dos Fuzileiros, fazendo-nos sentir um fardo que só
criava dificuldades e perturbava o normal funcionamento dos serviços. No
entanto, é preciso acrescentar que, compreendendo as nossas dificuldades, as
nossas falhas e procurando satisfazer as nossas necessidades, o Comandante
Lencastre era extremamente rigoroso e exigia sempre da nossa parte uma
explicação cabal para as solicitações que fazíamos ou as falhas e erros que
cometíamos. Por isso compreendi imediatamente que ao receber o pedido de mais
armas, mesmo sabendo que o destacamento estava nessa ocasião com a sua dotação
completa, não teve qualquer hesitação em accionar a pedido, mas, imediatamente,
também exigiu uma justificação.
Depois
de preencher o cabeçalho da mensagem, fiquei bloqueado na redacção do texto
justificativo, não me vinha à cabeça uma resposta suficientemente curta e
lógica para esclarecer a necessidade e justificar aquele pedido inopinado de
mais armamento. Entretanto, entra na messe o Imediato que informa que o pessoal
está pronto. Tinha de me despachar depressa e as palavras não me apareciam. Até
que, num impulso acabei por escrever o texto da mensagem: "SEU …
OBVIAMENTE VAMOS ANDAR A PORRADA COM ELES". Assinei, entreguei o bloco de
mensagens ao telegrafista, peguei na G3 e fui para o bar fazer o briefing.
Contaram-me,
uns dias depois, numa curta ida a Bissau, que o Comandante Lencastre recebeu bem-humorado
a resposta e até andou a mostrá-la a alguns camaradas, observando que era o que
podia acontecer quando se faziam perguntas deslocadas e fora de tempo
(perguntas parvas, assim me relatou um camarada). Quando me fui apresentar, recebeu-me
com um sorriso irónico e uma frase: “obviamente … as armas não servem para
outra cousa!”.
Muitos
anos depois, já almirante e reformado, quando vinha à Academia da Marinha,
subia muitas vezes ao andar de cima e vinha até ao meu gabinete no CNED
conversar, recordando algumas das situações vividas naquelas terras. Entre
outras, gostava, especialmente, de recordar esta mensagem, o aparecimento e as aventuras
do burro Comodoro e uma rocambolesca história que designava, ironicamente, como
a revolução marxista da Ganturé, que espero contar um dia (se a tanto me ajudar
o engenho e a arte).
Onda do
Ferreira da Silva
@
18:27 –
tem 5
comentários
OCEANOS
7 de Abril de 1945, mais um OCeano que veio ao mundo, desta vez o Bandeira Ennes. Cedo habituado à disciplina militar ingressa na E. Naval na classe de Marinha. Retirado das lides navais, também tem estado afastado das fainas gastronómicas dos OCeanos.
Que tenhas um dia muito feliz junto aos teus e que o possas repetir com saúde .
Um Abraço.
Onda do
speedy
@
09:54 –
tem 7
comentários
terça-feira, 6 de abril de 2021
JOGOS OLÍMPICOS
A 6 de Abril de 1896 têem início os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna. Uma criação do Barão Pierre de Coubertin.
Onda do
speedy
@
09:59 –
ninguém comentou
segunda-feira, 5 de abril de 2021
SIMÕES LOPES
Finalmente tens descanso, hoje, como “historiador” oficial do Curso e arauto dos aniversários de cada OCeano . E bem o mereces. Hoje, mas só hoje, estás autorizado a refrear o teu reconhecido “speed” e a dar descanso à memória (vejo que te antecipaste por uns minutos, mas atendendo que isso é usual em ti, estás desculpado). Que por muitos anos não abdiques dessa tarefa, com a amiga e alegre camaradagem como o fazes, e que passes um bom dia com os (possíveis) teus, embora em reclusão domiciliária, são os meus votos, com um grande abraço amigo e “blogueiro”, que a ocasião mais não permite.
Onda do
José Cruz
@
10:06 –
tem 10
comentários
SUBMARINOS
A 5 de Abril de 1940, a Direcção e a Esquadrilha de Submarinos são transferidas da Doca do Bom Sucesso para a nova Base Naval do Alfeite.
Onda do
speedy
@
09:49 –
ninguém comentou
quinta-feira, 1 de abril de 2021
lá por não nos vermos há mais de 1 ano ainda não me esqueci das vossas caras!!!
Mesmo confinado, aqui ficam os votos de uma Santa Páscoa para todos e respectivas famílias.
Portem-se com juízo, se conseguirem:
Abraço amigo
Temes
Onda do
Orlando Temes de Oliveira
@
17:57 –
tem 5
comentários
OCEANOS
1 de Abril de 1945, nasce o futuro OCeano Martins dos Reis . Entra na Escola Naval na classe do óleo. No entanto já no fim da carreira envereda pelas informações estratégicas. Acaba a vida na DINFO. Retirado das lides militares, assume uma vida discreta. Com tristeza não tem sido presente nas fainas OCeânicas. Esperemos que depois desta borrasca se decida a estar presente.
Que tenhas um bom aniversário repetindo-o com saúde e boa disposição.
Um Abraço.
Onda do
speedy
@
10:22 –
tem 6
comentários
quarta-feira, 31 de março de 2021
OCEANOS
Nascido a 31 de Março de 1943, o Fernando Maciel completa hoje as suas 78 primaveras. Vindo de Viana do Castelo para a Escola Naval depressa se adaptou à sua nova vida. Camarada, Amigo com uma grande noção de justiça grangeou o apreço entre todos com quem colaborou. Retirado das lides navais, depois de uns tempos na capital decidiu rumar ao Porto fazendo aí a sua base.
Que tenhas um bom dia de aniversário e que o repitas muitas vezes com saúde e a tua boa disposição.
Um Abraço.
Onda do
speedy
@
09:45 –
tem 7
comentários
terça-feira, 30 de março de 2021
TRAVESSIA AÉREA LISBOA - RIO
Onda do
speedy
@
12:10 –
ninguém comentou











