sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Candura
Onda do
J.N.Barbosa
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19:40 –
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008
QUINTA-FEIRA NEGRA 24 de Outubro de 1929
A Grande Depressão gerou grandes mudanças na política econômica em vários dos países envolvidos. Anteriormente à Grande Depressão, por exemplo, o governo dos Estados Unidos da América pouco intervinha na economia do país. Executivos financeiros e grandes magnatas comerciantes eram vistos como líderes nacionais. A Grande Depressão, porém, mudou as atitudes de diversas pessoas em relação ao comércio. Muitos passaram a favorecer maior controle da economia do país por parte do governo."
Onda do
Fernão
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23:58 –
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Os Pássaros
Lembram-se com certeza do belo filme de Alfred Hitchcock, o mestre do "suspense", "The Birds" (1963). Neste clássico do cinema contracenavam a magnífica (loura) Tippi Hedren, a belíssima morena (de olhos verdes) Suzanne Pleshette e Rod Taylor. A estranha "estória" não tinha um final convincente e ainda hoje estou à espera de uma eventual justificação para a revolta da passarada. A sensação que sempre tive, ela ainda hoje aí está, é que ficou alguma coisa para contar, ficou alguma coisa para ver ...
Onda do
LSN
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13:49 –
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
O NOSSO CLUBE
Em 15 de Setembro de 1866 (142 anos) o nosso Clube apareceu , e com estes propósitos:a) Fazer convergir os esforços colectivos dos associados para que a corporação da Armada sirva com abnegação, zelo e denodo o seu país;
b) Buscar quanto em si couber para que se torne conhecido o seu préstimo, procurando que a Marinha seja animada e favorecida em suas laboriosas fadigas;
c) Excitar, por meios de palestras científicas e literárias, por adequadas publicações e por todos os meios legais, os estímulos geradores das grandes acções e os factos que honram a humanidade, para que os oficiais se tornem distintos e continuem a conservar as gloriosas tradições da Marinha Portuguesa.
Será que ainda os tem ?
Será que se cumprem?
Será que não é preciso alterar qualquer coisa?
Eu acho que sim. E breve
Onda do
Manel
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23:49 –
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008
MAGALHÃES
Onda do
Fernão
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11:33 –
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Regatas de circum-navegação
Cumprimentos,
Onda do
LSN
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19:19 –
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UMA LEI QUE NUNCA FUNCIONOU
A LEI QUE RENDE INJUSTIÇA
Fernanda Câncio
Jornalista - fernanda.m.cancio@dn.pt
De facto, como poderia um diploma que zela para que seja praticamente impossível a um senhorio que recebeu décadas de rendas baixíssimas aumentá-las para valores razoáveis e tendentes a ressarci-lo de prejuízos acumulados e que, além disso, obstaculiza ao máximo o fim dos contratos de arrendamento criar qualquer movimento no mercado? Como pode uma lei que caso haja más condições de conservação dos imóveis obriga o proprietário a fazer obras antes de aumentar as rendas (sendo que o valor das obras, ao contrário do das rendas, não foi sujeito a congelamento durante décadas e portanto implicará gastar o que jamais será possível recuperar) incrementar a reabilitação? Quem é que poderá estar interessado em investir para (continuar a ) perder dinheiro?
O NRAU não se limita, porém, a prolongar o regime de excepção e privilégio que faz dos inquilinos com arrendamentos anteriores a 1990, independentemente dos seus rendimentos, uma espécie protegida e dos senhorios correspondentes os seus reféns. Chega ao ponto de, no seu delírio de protecção, permitir que os arrendatários por ele abrangidos tenham direito, em situações rigorosamente idênticas de rendimentos do agregado e de valor da renda, a subsídios de renda bastante mais elevados que os previstos no regime geral da Segurança Social (para quem não saiba, é o regime existente para pessoas que efectivamente têm dificuldade em pagar as rendas). No âmbito do NRAU são até elegíveis para subsídio agregados com rendimentos até cinco salários mínimos mensais, ou seja, mais de 2000 euros - basta que o arrendamento esteja em nome de alguém com mais de 65 anos. Que conceito de justiça social justificará isto?
Numa altura em que se discutem as rendas "incrivelmente" baixas das casas da Câmara de Lisboa, um diploma com três anos atenta olimpicamente contra o princípio da igualdade. E, já agora, da racionalidade: como pode um Governo dizer que quer incrementar o mercado de arrendamento quando mantém em vigor uma lei que decreta a perseguição e o sacrifício dos senhorios? Não é preciso decerto ser constitucionalista nem sequer jurista para perceber que estamos perante uma aberração jurídica. O NRAU é uma obscenidade em forma de lei, uma lei que rende injustiça. E se nunca é tarde para reconhecer erros, a sua revogação virá sempre tarde de mais.
Onda do
Jorge Lourenço Goncalves
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13:11 –
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
O "nosso Hospital". É nosso? Para que serve e a quem serve?
E hoje, pontualmente, às 1330 lá estava eu. Uma pequena multidão de pessoas (a maior parte já com marcas visíveis da idade) aglomerava-se em pé à porta e pelo exíguo corredor. Alguns conseguiam estar sentados nas poucas cadeiras encostadas a um dos lados do corredor. Depois de confirmar que tinha uma consulta marcada para as 1330 a funcionária disse-me que a médica ainda não tinha chegado e que havia muita gente para a consulta pelo que não sabia dizer-me quando seria atendido. Resolvi assim ir até ao bar, até porque as ancas e os joelhos não me deixam já estar em pé por muito tempo. Estive por lá até às 1445. Quando voltei para a consulta estava a começar, o número de pessoas tinha aumentado, o corredor estava completamente cheio e a funcionária continuava a não saber quando seria atendido.
Claro, desisti da consulta e fui-me embora.
É este o nosso Hospital? Para que serve uma consulta que tem de ser marcada com pelo menos três meses de antecedência? Que hospital é este que trata os seus utentes sem a mínima consideração pela idade e as mazelas de muitos deles? Que hospital é este que marca uma consulta para uma série de pessoas para a mesma hora fazendo-as esperar tempos infindos amontoados como gado nos corredores ?
Felizmente, até há pouco tempo não fui um cliente frequente do hospital. Tirando o período a seguir à comissão nos fuzileiros na Guiné em que o corpo tardou a estabilizar e algumas vistorias de rotina poucas vezes tive de ir lá. Para além disso, nessa altura beneficiava de alguns privilégios pelo facto de estar no activo. Na reserva ou reforma já não contamos!!!
Mas a idade não perdoa e para quem, como a maior parte de nós, começa a sofrer as mazelas de uma vida sujeita a ambientes agressivos e a situações de stress que por vezes se prolongaram por muito tempo, as peças e engrenagens do nosso corpo começam a estar muito gastas e a necessitar de vigilância e assistência mais frequente. É a próstata que vai crescendo! São os rins que filtram mal! É o cólon e os seus pólipos! São os ossos e as articulações enferrujadas pela humidade e o vento! É o coração que bateu muito depressa e foi sujeito a esforços violentos e que começa a falhar! São os pulmões castigados pelas noites frias e húmidas e os dias quentes (para além do fumo, naturalmente!).
E como uma coisa nunca vem só, vamos enchendo a nossa agenda de consultas marcadas para as calendas e vemos o hospital cheio de "velhos marinheiros", que conhecemos cheios de força e vida, as vezes amparados pela mulher, que por lá vão arrastando a vida, dia após dia, manhãs e tardes inteiras, na esperança de "conseguirem" uma consulta.
Será para isto que descontamos ao longo de mais de 40 anos para uma coisa agora chamada IASFA? Olhei para a meu boletim de vencimentos e verifiquei que desconto 43.92€ por mês. Recentemente, uma filha foi fazer seis meses de intercâmbio universitário para o Brasil onde o cartão da ADM não serve para nada. Tive de lhe fazer um seguro de saúde. Pago por mês cerca de 48 € para o seguro Multicare VIP! Para que nos serve o IASFA e o Hospital de Marinha?
Há uns meses tive de recorrer a um hospital público. Esperei algum tempo sentado, e durante o dia em que por lá andei fui excepcionalmente bem tratado por toda a gente. No Hospital de Marinha sinto-me muitas vezes como se me estivessem a fazer um favor e não a usufruir de um direito para o qual pago.
Queria ressalvar disto os médicos e enfermeiros e alguns funcionários (as) do "nosso hospital". Quando entramos num gabinete de consulta somos por norma bem acolhidos. Mas o resto … A única coisa que serve para amenizar a espera é a possibilidade de encontrarmos e conversarmos com camaradas que não víamos há muito tempo.
Por último uma curiosidade. Sabiam que ao passarmos à reserva deixamos de ter dentes! O pessoal na reserva e reforma não tem consultas de estomatologia!!!
Penso que as Forças Armadas têm ter um serviço de saúde próprio, Mas para que a que serve o Hospital de Marinha para quem já não está no serviço activo? Não seríamos melhor servidos, depois de passarmos à reserva pelo SNS e por um bom seguro de saúde?
Onda do
Ferreira da Silva
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20:41 –
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OE 2009
Onda do
Manel
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20:39 –
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A explicação da crise
A brincar a brincar, é muitas vezes quando as coisas se percebem melhor. Demora um pouco mas vale a pena ver e ouvir.
Onda do
José Cruz
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16:58 –
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
NÃO ACREDITO
Onda do
Manel
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21:33 –
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Darwin: Entre a Terra e o Céu
Como já vai sendo habitual, transcrevo a mensagem recebida da Fundação Calouste Gulbenkian, relativamente à realização da conferência em epígrafe.
Apareçam ou assistam em directo no sítio (sempre detestei a palavra "site") abaixo indicado.
Informo que não tenciono transcrever, nem o texto introdutório, nem o curriculum do orador
"Exmo(a). Senhor(a),
O Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian, realiza no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna, 45 A) a conferência – DARWIN: ENTRE A TERRA E O CÉU – que terá lugar no dia 15 de Outubro, às 18h00, e será proferida pelo Prof. CARLOS MARQUES DA SILVA da Universidade de Lisboa. Teria muito gosto em que estivesse presente nesta iniciativa.
Poderá também assistir em directo através do site: http://live.fccn.pt/fcg/ e enviar as suas questões (darwin@gulbenkian.pt) que o orador responderá no final da sessão. Outras informações relativas a esta iniciativa estão disponíveis no site www.gulbenkian.pt/darwin
Junto tenho o gosto de enviar o texto introdutório do Prof. João Caraça, Director do Serviço de Ciência, bem como o currículo do Prof. Carlos Marques da Silva e o resumo da conferência.
Com os melhores cumprimentos.
Rita Rebelo de Andrade
Serviço de Ciência
E. - randrade@gulbenkian.pt
T. (00351) 21782 3525 /F. (00351) 21782 3019 "
Onda do
Jorge Beirão Reis
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17:55 –
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Britannia rules the waves
Onda do
Jorge Lourenço Goncalves
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15:40 –
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