quarta-feira, 22 de junho de 2011

Últimas



Ainda fresquinho (foi hoje o lançamento), aqui vai um retrato da capa do novo livro do nosso camarada Rego de Almeida. Recomendo vivamente.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Acordo ortográfico

Amostras do acordo ortográfico:
_O comboio para para meter água.
_Para aqui o comboio para o Porto?

Por vezes a minha leitura para para decifrar estas novas palavras. A troika não obriga a cancelar o acordo?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O Eclipse

"Como é que consegue fotografar a lua se não tem flash?" perguntava a reporter da RTP1 a um astrónomo amador que se preparava para observar o recente eclipse. E nós temos de pagar o ordenado desta gente? Volta Mário, estás perdoado.

AT YOUR SERVICE


Capa Joao Nuno Barbosa

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Novo Acordo Ortográfico



Os meus sinceros agradecimentos ao Jornal de Letras por me mostrar que o negregado Acordo Ortográfico ainda podia ser pior do que é...

Nota: J. Teixeira de Aguilar escreve de costas para o Novo Acordo Ortográfico

terça-feira, 14 de junho de 2011

Almoço OC (14Jun11)

Hoje, mais uma sessão gastronómica OCeânica teve lugar, no sítio do costume. Notou-se uma ausência que por ser absolutamente invulgar merece ser assinalada ... o NC, o penicão, não almoçou connosco o que, salvo erro, é a primeira vez que acontece. Esta não-presença deveu-se a uma operação oftalmológica que, de acordo com informação colhida junto do próprio, correu lindamente. Daqui lhe desejo, estou certo que acompanhado por todos os OCeanos (presentes e ausentes), uma rápida e total recuperação. Seguem-se algumas imagens do repasto obtidas, desta vez, pelo telemóvel do Ganso que substituiu, com grande vantagem, a minha maquineta habitual.


(Para ampliar, é só "clicar" nas imagens)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A NATO finalmente organiza-se.

A reorganização da estrutura de comando da NATO ontem anunciada deve pôr termo a um processo que se arrasta há dez anos. De facto, a reorganização ocorrida há uns seis anos, não foi mais do que a possível face às várias resistências dos países membros, entre os quais Portugal, que queriam preservar os orgãos que tinham sediados nos seus territórios, o que lhes daria importância, visibilidade e proveito. Assim, a última reorganização ficou aquém do inicialmente desejado, sendo o caso português paradigmático. O plano inicial preconizava dois comandos de segundo nível, os Joint Forces Headquarters, e acabou por ter três, graças, digo eu, à amizade do MDN Portas com o Secretário da Defesa Rumsfeldt. Tiveram que inventar funções para este HQ, que sendo conjunto como era moda, meteu uma multidão de militares lá dentro. Ainda por cima, com o alargamento, foi preciso arranjar lugares para mais países. Volta-se agora ao plano inicial, eliminando o JHQ Lisbon (Oeiras) e dando-nos, em compensação, a sede da STRIKFORNATO e da escola de CIS, que era em Latina (Roma). Parece-me bom negócio, nas circunstâncias, e é irónico ver Oeiras voltar a ser naval, com funções parecidas com as suas originais funções, que tantos engulhos causavam cá na terra.

terça-feira, 7 de junho de 2011

E siga a dança ...

Ora aqui está uma notícia interessante ... para aceder a " O Inimigo Público" e ficar inteirado desta "novidade" é só "clicar" aqui:

domingo, 5 de junho de 2011

ATÉ AO MEU REGRESSO

Foi há 47 anos......Amigos prá vida

sábado, 4 de junho de 2011

Qué dos Outros Dois Submarinos?

O título do artigo publicado ontem no Diário Económico, que reproduzo com a devida vénia diz o seguinte: "Governo Registou Duas Vezes Despesa com Submarinos". Tomei a liberdade de suprimir a primeira linha (não foi "censura" dos tempos idos, mas a necessidade de preservar o texto, para eventuais interessados na sua leitura) porque a minha digitalizadora só permite formatos A4.
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Quererá isto dizer que deveríamos ter 4 submarinos? Ou que os brilhantes Doutores em Economia não têm razão quando afirmam que o deficit monstruoso do Estado Português foi devido à aquisição de, apenas, dois submarinos?
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Provavelmente, o projecto de extensão da plataforma continental que o Governo Português submeteu à consideração das Nações Unidas, se vier a ser aprovado, acarretará um aumento dos meios necessários de defesa e segurança da Propriedade Nacional (plataforma continental incluida), nomeadamente submarinos. Será que o Governo da Nação já tinha previsto essa necessidade e tinha já prevista a aquisição de dois submarinos adicionais?
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Tenham um bom fim de semana.
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Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

Com cor

Com menos confusão mas com mais cor, a Praça D. Pedro IV continua a albergar alguns resistentes solidários com a Puerta do Sol ... nunca tinha visto o Rossio engalanado desta maneira.

("Clicar" para ampliar)

domingo, 29 de maio de 2011

A Soberba do Doutor em Economia

Embora arriscando-me a ser acusado, outra vez, de ser accionista do Grupo Impresa (que, repito, não sou) tomo a liberdade de, com a devida vénia, reproduzir um pequeno apontamento de um artigo de Nicolau Santos, publicado no Expresso Economia, de 28 de Maio, com o título em epígrafe.
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Aproveito a oportunidade para reproduzir, também, uma anedota que ouvi há já algum tempo:
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"Sabem qual é a maior virtude dos economistas? É darem credibilidade aos meteorologistas!"
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Tenham uma boa semana!
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Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.

O mar que me chama

Passando por acaso hoje à porta de uma unidade da GNR chamada Unidade de Controlo Costeiro, vejo uma azulejo grande com as armas da dita, naquele estilo piroso e retrógado da heraldica militar portuguesa. Sob as armas, em listel, o moto da unidade dizia: O mar que me chama! Fiquei estarrecido. Que lata. É que é uma impossibilidade, um oximoro. Pode o mar chamar quem usa botas altas e capacete prussiano? Até pensei que fosse a gozar, mas a bigodaça do plantão à porta do quartel fez-me cair na realidade.

sábado, 28 de maio de 2011

The day after

Se de hoje a uma semana as coisas não correrem bem para o lado do PS, é natural que o engenheiro Pinto de Sousa mude de vida. O destino normal é a administração de um banco. Proponho aqui uma aposta aberta a todos para adivinhar a que banco vai parar. Por mim aposto no BES.