sexta-feira, 16 de agosto de 2013

"Estórias" OCeânicas - Nº 3

Estamos em maio/junho de 1963, a uma 6ª feira e como de costume depois das aulas alguns iam praticar vela.. Três bravos Oceanos resolveram ir velejar num "Vouga", classe muito familiar do Oceano timoneiro. Outros Oceanos andavam em "Snipes", embarcações mais ligeiras e competitivas. A brisa era escassa, o Mar da Palha parecia um espelho e a enchente estava forte. Os três Oceanos resolveram afastar-se do perímetro da B.N.L. indo para montante, sendo apanhados pela corrente de enchente. Ao fim da tarde o pessoal regressou à BNL e subiu à EN para o jantar; ninguém reparou na falta do Vouga. Na formatura é que se dá pela falta dos Oceanos e não dá para encobrir; havendo uma certa preocupação pelos "desaparecidos". Entretanto recebe-se uma chamada telefónica do Oficial de Dia à Base Aérea do Montijo informando que o Vouga com os três Oceanos dera à praia da Base, pois com a falta de vento o Vouga fora arrastado pela corrente até à BA6.Os Oceanos jantaram na Base do Montijo e no dia seguinte regressaram à EN; não me recordo se vieram a reboque ou se finalmente apareceu o vento tão desejado. Apanharam uma rabecada do Oficial de Dia à EN, tendo ficado a salvo de embarcarem no "livro".

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Não saber de que terra se é



Celebrando o facto de me ser atribuída uma naturalidade que não é a minha, aqui fica uma imagem da terra que me imputam como sendo a do meu nascimento, pensando talvez que "não sei de que terra sou".

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Lisboa e o Tejo

Com este calor...

domingo, 11 de agosto de 2013

"Estórias" Oceânicas - Nº 2

                                                                                     
Estamos em fins de outubro de 1962, ainda sem ter 2 meses de internato. Sábado, dia da Revista de Corpos, passada pelo Comandante da Companhia de Alunos, O Oceano já com vasta experiência das exigências militares, nunca se preocupava com a barba que era ainda quase inexistente na sua cara (agora não). O Com. Comp. ao passar diante dele, mirou e descortinou uma barba malfeita e ordenou-lhe que dissesse o seu nº ao Cadete Chefe de Grupo. Ficou tão estupefacto que só conseguiu balbuciar "Quem? ... eu?". Acabada a revista voltamos às camaratas e o Oceano foi para a frente do espelho para ver se era verdade a existência da barba, lá estava uns pelos isolados  que foram considerados para sua irritação como  "barba". E lá ficou detido na 4ª feira seguinte na E.N. A partir dessa data passou a usar a lâmina de barbear uma vez por semana.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

"Estórias" Oceânicas - Nº 1


A pedido do OCeano CSL aqui se publica a primeira das suas "estórias" OCeânicas:

Nota Prévia:
Estas "estórias" passaram-se com Oceanos, durante o curso. No entanto, e por razões óbvias, não divulgarei os nomes dos actores, com excepção desta primeira "estória". Irão perceber porquê. Tentarei estabelecer uma certa ordem cronológica, se possível.
Estávamos em plenas provas físicas de admissão à EN. Quase no fim da manhã das provas, dois candidatos falharam nos tempos da corrida de 100 metros e o oficial que estava a controlar deu uma 2ª oportunidade a estes candidatos. Outro candidato que já fizera a prova com sucesso, e que presenciou o falhanço, ofereceu-se para servir de “lebre” para a 2ª tentativa. Com esta "lebre" os candidatos conseguiram nota positiva; entretanto a “lebre” deveria fazer o salto em comprimento, o que devido ao cansaço não conseguiu. O oficial examinador ordenou-lhe que no dia seguinte viesse à EN fazer a prova do salto em comprimento. No dia seguinte lá compareceu o candidato que com a presença apenas do oficial examinador, foi aprovado com um bom “salto”, merecido pela solidariedade do dia anterior. O candidato em questão foi o Nuno Mergulhão. Nunca fez alarde do seu acto.


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A solução

Esteve recentemente ancorado ao largo de Cascais um paquete de luxo, o "The World", que tem algumas características fora do vulgar. O navio pertence aos residentes que compram apartamentos e vivem neles, em permanência, enquanto o paquete vai andando pelo mundo. São 165 unidades residenciais e, em 2010, os preços (em US$) variavam entre os 600 000 (estúdio de 30 m2), os 3 000 000 para uma residência com dois quartos e os 13 500 000 para uma suite. A taxa de condomínio mensal começava (!) nos 20 000. 

(O "The World" ao largo de Cascais)

Ora aqui está uma boa solução para um novo estilo de vida ... depois de me sair o Euromilhões, é claro!!!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Em Óbidos ... regresso ao passado!


Adivinhem quem é. A imagem foi retirada do Facebook!

domingo, 28 de julho de 2013

O Livro aí está!


Eis os dois principais "trabalhadores" ... aqueles a quem se deve, em grande parte, este (Per)Curso, a fazer o contacto inicial com a obra acabada. À esquerda o dono da tipografia (António Roque) e à direita um atento coordenador apadrinha o acontecimento. 
Após a entrega do material, e logo que possível, será calendarizado o respectivo lançamento que se espera ter lugar no CMN.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Alm. Carlos Oliveira

O Alm. Oliveira foi operado a um hematoma na cabeça, devido a uma queda quando estava empoleirado numa árvore. A operação correu bem está quase recuperado a 100%,  em casa, o cérebro OK. Para quem quiser falar com ele (é o prof. dos Oceanos, mais idoso actualmente) o tlm. é: 9177336501.

Ainda a propósito ...


Ainda a propósito da Sagres, já destacaram os dois, dela lembram-se e dele?

Sem Título


De CARLOS MATOS GOMES:
«Os militares perderam o fundo de pensões. Era apenas um reconhecimento, porque o reconhecimento dos seus concidadãos e dos que os representam, é (ou era) o seu único fundo. Se, para os seus concidadãos e para os políticos, os militares são apenas funcionários a termo e em mobilidade especial, porque teriam um fundo de pensões para a velhice? Um soldado velho, é apenas um velho com memórias estranhas. É como um cão velho, que os novos donos hesitam em esperar que morra ou matá-lo.
Além do fundo de pensões devia-lhes ser retirado o direito a dizerem quem são, o que viveram. Deviam ser obrigados a usar um cartaz ao pescoço: «Despesa que não morreu!»

segunda-feira, 15 de julho de 2013

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Nesta hora ...

Nesta hora tão triste e dolorosa deixo a minha sentida homenagem a um GRANDE HOMEM e CAMARADA que foi exemplo para todos nós
Até sempre KID MAX

Cte Henrique Monteiro Marques


Foi hoje , de manhã, que tomei conhecimento da triste notícia ... o nosso camarada e amigo Kid Max deixou-nos. Ainda muito jovem a vida pregou-lhe grande partida e ele passou por momentos bem penosos apenas ultrapassados devido à sua grande coragem, espírito de sacrifício e capacidade de reacção. Daqui lhe envio um abraço de adeus, muito sentido. E lá, para onde quer que tenha ido, espero que descanse em paz!

Nota: Mais informo que o corpo do nosso camarada está na Capela de S. Roque onde será celebrada uma missa às 1530 hrs após o que seguirá para cemitério de Camarate para ser cremado.