sábado, 12 de junho de 2021

ZÉ POVINHO

 A 12 de Junho de 1875 é publicada pela primeira vez, na revista “Lanterna Mágica”, a criação do genial Rafael Bordalo Pinheiro, o “Zé Povinho “.

sexta-feira, 11 de junho de 2021

ANO ESCOLAR

Era a 11 de junho que terminava o ano lectivo nos Liceus e Escolas técnicas. Era uma maneira de nós irmos ao Estádio Nacional para participar no espectáculo  de ginástica .

MARINHA DO BRASIL

 
A 11 de Junho de 1822 é criada a Marinha do Brasil. Hoje é o dia da Marinha dos nossos irmãos.

Um Abraço de parabéns.

quinta-feira, 10 de junho de 2021

SOS

A 10 de Junho de 1909 é utilizado pela primeira vez o código “SÓS” por um navio mercante. Foi o navio “Slavonia” da Cunard Line ao largo dos Açores.

REMO

 A 10 de Junho de 1829 realiza-se no rio Tâmisa a primeira regata de remo entre as universidades de Cambridge e Oxford. É a competição náutica mais antiga do mundo.

terça-feira, 8 de junho de 2021

OCEANOS

 Desde 1992 que neste dia, 8 de Junho, é celebrado o “Dia Mundial dos Oceanos”.

Nós os OCeanos até temos um dia que nos é dedicado.

segunda-feira, 7 de junho de 2021

OCEANOS

7 de Junho de 1941, data de nascimento do OCeano Brito Vale. Dotado de um saboroso humor conseguia sempre que o “mar estava tempestuoso “ com uma piada sua, amainar a borrasca e provocar um sorriso entre nós. Bom Camarada e Amigo, agora que retirado das lides navais, entretém-se a meter bolas nos buracos com a ajuda do pau.

Que tenhas um óptimo dia de aniversário junto com os teus e que continues assim com a mesma saúde e boa disposição.

Um grande Abraço.

domingo, 6 de junho de 2021

OCEANOS ( na sequencia da onda de 29 de Maio e respectivo comentário)

 Na sequência de um pedido que fiz a 4 de Junho passado sobre uma "desclassificação" numa regata internacional de baleeiras ocorrida em 1964 recebi, com pedido de publicação, a seguinte prosa do Fernando de Sousa Maciel:

"A regata de remo realizou-se no Mar da Palha, num percurso de 1000 metros com chegada  à bacia da Base Naval de Lisboa.

As embarcações eram as baleeiras da Sagres ou outras equiparadas, já não me recordo, com uma tripulação de 10 remadores.

A nossa tripulação era constituída pelos vogas Simões Teles e Ramos Guerreiro, pelos sotas José Cruz, Amaral Pereira, Lobo Varela, Beirão Reis, Pereira Gonçalves e Santos Roque, e pelos proas Vacas de Carvalho e Sousa Maciel.

Na nossa eliminatória, alinharam pelo nosso bombordo a equipa alemã e por estibordo a equipa americana, quer uma, quer outra, com remadores cuja maioria tinha, seguramente, mais 15 centímetros de altura que os levezinhos proas portugueses e massa muscular bem evidente.

Impressionavam, mas certamente não intimidavam, a tripulação dos cadetes da Sagres. Estávamos todos prontos para a luta.

Iniciada a regata, fizemos uma excelente partida ( muito treinada em Porto Santo ) e, assim, pudemos controlar os nossos adversários.

Afligia-me olhar para o lado e ver o semblante supostamente sereno dos remadores alemães, enquanto eu fazia um esforço extremo.

Já depois de passado o meio do percurso, a nossa determinação aumentava, pois continuávamos a liderar com uma proa de avanço, quer a bombordo, quer a estibordo, absolutamente contagiados pela força motivadora do nosso timoneiro, que nos incitava a aumentar a voga.

E eis que acontece o inesperado!

Os remos dos vogas e sotas de bombordo ensarilham-se com os da tripulação alemã.

Tudo nos faz parecer que o adversário saiu da sua pista e interferiu na nossa remada.

Do parecer à certeza, foi a decisão do Varela.

De imediato se levanta em cima do banco e, já com o pesadíssimo remo em riste, ameaça " remar" as cabeças e braços dos adversários.

Interrompida a regata, excepto para a tripulação americana, que continua serenamente até à meta.

Aguardámos ansiosamente a decisão do júri, que indica a nossa desclassificação por invadirmos as águas alemãs!

Saímos tristes mas, apesar de tudo, certos do dever cumprido."

sábado, 5 de junho de 2021

SAGRES 1964


 Foi há precisamente 57 anos (5 de Junho de 1964) que teve início a “Regata Lisboa - Hamilton. A Sagres foi a primeira a cortar a linha de partida, uma linha definida como o azimute 180 a partir do Cabo Raso. Logo a seguir passou o nosso rival Gorch Fock. O Comandante Silva Horta desconfiou que o Comandante alemão deixou propositadamente sermos os primeiros a cruzar a linha de partida, facto que ele veio a confirmar já nas Bermudas durante uma reunião de comandantes a bordo do Eagle.

sexta-feira, 4 de junho de 2021

OCEANOS

4 de Junho de 1944, nasce um futuro OCeano, o Luís Silva Nunes, o “Palmeiras”. Primeiramente como Oficial de Marinha especializado em AS, posteriormente concorreu e ganhou o direito a frequentar o curso que lhe deu a qualificação de Eng. de Material Naval. Competente e incómodo para quem não fosse correcto. Uma das almas deste blog, colabora colocando todas as imagens da Onda do Speedy, um trabalho discreto que deve ser dado a conhecer.

Que tenhas um óptimo dia de aniversário junto com os teus e que o repitas muitas vezes com saúde e a mesma determinação.

Um grande Abraço.

terça-feira, 1 de junho de 2021

Um reencontro feliz

  Não costumo escrever diários, mas de vez em quando e por períodos curtos vou escrevendo algumas notas, que vou guardando em dossiers, às vezes datados. Num breve texto, de finais de 1971, quando o DFE8 se encontrava em Ganturé, encontrei esta pequena frase: “Encontramos hoje, no Tiligi, a bajuda do Joaquim. Pelo menos, a operação serviu para reunir uma família”. Desta frase e do que sobrou na memória, nasceu o texto abaixo. 

 

Joaquim era um balanta que tinha sido capturado numa operação na área do Tiligi, na margem Sul do rio Cacheu. Foi viver para junto de familiares, também eles deslocados, na Tabanca Nova, um reordenamento junto da base de Ganturé. Joaquim não era o seu nome, mas foi o nome que o pessoal percebeu nos primeiros contactos e era por ele que respondia. Tinha um aspecto físico que impressionava. Alto, musculoso, sempre de cabeça levantada. Uma cara larga, simpática, quase sempre com um sorriso. Num assalto a um acampamento de casas de mato escondido na mata, quando a população fugia desordenadamente, ele e mais alguns moradores deixaram-se ficar para trás e foram apanhados. A partir da altura em que lhe designaram um lugar na coluna mostrou-se confiante e colaborante. Aceitou imediatamente o saco de primeiros socorros que o Boticas lhe passou. Pouco depois levava também, bem agarrado debaixo de um braço, um leitão apanhado por um marinheiro.

Como conhecia bem a área, o major Comandante do COP 3 tentou aliciá-lo para guia das unidades militares quando se faziam operações na margem sul do rio Cacheu. Fê-lo poucas vezes porque, apesar do dinheiro que ganhava com esse trabalho, tornou-se evidente a sua pouca vontade e constrangimento em participar nas operações que levavam a guerra para as suas anteriores terras. Aparecia muitas vezes pela base de Ganturé para cumprimentar, pedir alguma ajuda e desabafar sobre um dos problemas que mais o afligia. A sua bajuda, assustara-se e fugira para o mato quando o acampamento fora assaltado e ele queria trazê-la para viver com ele. Pedia-me insistentemente para fazer lá uma operação e o levar para a ir buscar. Tinha o receio, que repetia frequentemente, de que a bajuda, que era nova e bonita e de quem gostava, o esquecesse e trocasse por outro. O tempo foi passando. Apesar de por vezes pensar em satisfazer-lhe o pedido, os imperativos de acção na zona iam atrasando a possibilidade de voltarmos à região da sua antiga morança e isso ia-o tornando dia a dia mais triste e melancólico.

Até que, finalmente, a ocasião chegou. Não o avisei antes da operação e só depois do jantar o foram buscar à Tabanca Nova. Quando chegou disse-lhe para se preparar para ir para o mato connosco e para onde íamos. Os olhos brilharam-lhe de satisfação e abriu-se-lhe um sorriso de todo o tamanho. Desembarcamos e o primeiro objectivo foi a sua antiga morança. O Joaquim tomou o primeiro lugar na coluna e foi das poucas vezes em que depositei absoluta confiança no guia. Apesar de o obrigar a seguir fora dos trilhos, a corta-mato, quase não consultei a carta e olhei para a bússola. Nunca o Destacamento andou tão depressa como naquela ocasião. Chegamos perto do acampamento era ainda noite cerrada. Apesar de ser, de algum modo, imprudente e de arriscar a que o destacamento fosse detectado, tinha combinado com o Joaquim que o deixaria tentar chegar junto da bajuda antes de desencadear o assalto. Teríamos ainda bastante tempo para os primeiros alvores e, de qualquer modo, não esperava que o PAIGC tivesse muitos guerrilheiros por aquelas bandas.

Estacionamos o destacamento, montamos uma segurança apertada e o Joaquim partiu sozinho, depois de combinarmos o lugar por onde devia regressar e o sinal para nos avisar da sua aproximação. Ao fim de meia hora o Joaquim, acompanhado pela bajuda e a sogra apareceram sem qualquer sinal e por uma direcção diferente da combinada. Só escaparam de ser abatidos porque o pessoal estava bem treinado. Com a alegria de ter encontrado a sua bajuda esquecera-se completamente do combinado. Felizmente, o pessoal que estava de vigia deixou que o grupo se aproximasse e reconheceram-no.

Trazia informações de que na tabanca não se encontrava pessoal armado pelo que decidi não a assaltar, contorná-la e seguir para um outro objectivo. O Joaquim seguiu para a frente da coluna nas suas funções de guia enquanto a bajuda, que se chamava Sábado e era realmente muito bonita e a sogra ficaram incorporadas na coluna algumas posições atrás de mim. Numa paragem o Joaquim veio até junto dela e, ao vê-los juntos, tive por momentos um sentimento de inveja e frustração por todos nós nos encontrarmos tão longe de quem nos era caro.

Enquanto estivemos em Ganturé o Joaquim nunca mais me serviu de guia. Era corajoso e seguro, conhecia muito bem a região, mas via-se bem que o fazia contrariado. Acabou por conseguir alguma terra para cultivar e foi organizando na vida. Nos primeiros tempos, se não fossem as ajudas que lhe dávamos e algum dinheiro por fora, teria possivelmente passado muito mal. Mas depressa começou a ter colheitas, a criar alguns animais e a ter uma vida mais estável.

Entretanto o destacamento foi deslocado para outras bandas e só regressamos ao fim de alguns meses. O Joaquim esperava-me na ponte-cais de Ganturé. Feliz, informou-me logo que a Sábado estava grávida.

Esta é uma pequena história, quase uma não história, no meio de uma guerra e de uma disputa política. Um homem e uma mulher acabam por optar por deixar de viver numa das margens do rio Cacheu, território controlado pelos que lutavam pela independência e expulsão das tropas coloniais, para se mudarem para a outra margem que essas tropas dominavam e controlavam. Alguns pretenderão inferir daqui generalizações políticas e históricas em relação à época e ao problema colonial. Possivelmente, poderíamos fazê-lo tanto mais que havia gente que suspeitava que o Joaquim poderia ser simpatizante do PAIGC e eu próprio não tinha grandes dúvidas que continuava a manter ligações com familiares que se mantinham na margem Sul. Mas estávamos numa guerra contra-revolucionária, em que um grupo de militares portugueses estacionavam por um período curto numa terra que lhes era estranha enquanto a população que por lá habitava tinha elos, ligações e disputas que duravam há séculos. Viver com estas contradições era o quotidiano naqueles tempos e naquele tipo de guerra. Para além disso, sabíamos e tinha-o ouvido nas palavras do próprio General Comandante Chefe na cerimónia da recepção do Destacamento, que a guerra estava já num estádio em que não havia solução militar e Portugal teria de encontrar uma saída política para o problema colonial. O que este casal, como milhares de casais que sem vêm no meio de uma guerra que não compreendem e não a sentem como deles, ou que não querem participar nela com armas na mão quis, foi encontrar um lugar para viver e criar os seus filhos com alguma paz e segurança. E, apesar de tudo, na Tabanca Nova, ali perto da base dos fuzileiros, a vida acabava por ser bem mais calma e segura do que no seu acampamento no Tiligi, escondido no meio do arvoredo, para onde os obuses de Bigene disparavam, os aviões lançavam bombas, onde os guerrilheiros do PAIGC, que viviam lá por perto, apareciam e também não os deixavam viver em paz. E, quando os fuzileiros resolviam aparecer havia guerra com os guerrilheiros e eles, a população, tinham de fugir e de se esconder na mata até a calma voltar.

 

Em jeito de nota, algumas palavras sobre populações e reordenamentos na Guiné.

 

As populações, numa guerra revolucionária como a que travamos na Guiné, são o alvo principal que um e o outro lado pretendem conquistar e manter sobre o seu controlo. Os reordenamentos de populações não foram uma das prioridades da política colonial do General Spínola, mas existiam e promoveram-se alguns durante o seu consulado. Nos primeiros anos as suas políticas causaram algumas dificuldades no desenvolvimento da estratégia do PAIGC que, em resposta, endureceu a guerrilha. Só superficialmente estudei o problema dos reordenamentos, mas durante a comissão tive algumas vezes de lidar com ele e de fazer opções. Conheci durante a comissão, entre 1971 e 1973, dois reordenamentos, o da Tabanca Nova, entre Bigene e Ganturé, onde se situava a base dos fuzileiros, já estabilizado e com as vidas dos seus habitantes mais ou menos organizadas e os primeiros tempos  do reordenamento de Gampará, em que as populações que não se refugiaram na área controlada pelo PAIGC, ainda viviam em acampamentos improvisados à volta do acantonamento das nossas tropas, enquanto se construíam as suas futuras casas.

Visitava com alguma frequência a Tabanca Nova. A população, de várias etnias, vivia pobremente, mas eram pouco incomodados pelas incidências da guerra. Vinham com alguma frequência à enfermaria da base procurar a ajuda do enfermeiro e prestavam-nos alguns serviços. Que me lembre, só por uma vez caíram lá por perto alguns foguetões. Era bem recebido quando lá ia, as pessoas falavam comigo sobre assuntos triviais e assisti a alguns roncos (festas em que o que de mais visível acontecia eram cantos e danças comemorando algum acontecimento). Os miúdos da Tabanca Nova entravam e saíam à vontade na base e andavam por todo o lado sem constrangimentos aguardando o fim das nossas refeições para se alimentarem. O pessoal tratava-os geralmente bem e só uma vez tive de mandar parar uma brincadeira de um marinheiro que estava a dar uma divertida instrução de ordem unida aos putos que se prolongou para além do razoável. Não tinha dúvidas que o PAIGC tinha ligações com elementos da Tabanca Nova, que algumas das lavadeiras que regularmente vinham trazer e levar roupa passavam voluntária ou involuntariamente informações. Por isso, mantinha algumas regras de segurança, uma das quais era a de só comunicar o objectivo das operações a um grupo muito restrito de elementos do Destacamento e mantê-lo reservado até ao momento do breefing. De qualquer forma, era muito difícil disfarçar para o exterior quando ia haver uma operação porque os preparativos do pessoal acabavam sempre por ser visíveis.

As populações capturadas eram normalmente encaminhadas para junto de familiares ou de elementos das suas etnias em Bigene ou na Tabanca Nova. Nos primeiros tempos da comissão quando aprisionávamos elementos da população entregava-os ao Comando Operacional e procurava acompanhar a sua primeira fase de adaptação, embora essa não fosse uma competência do Destacamento. Alguns prisioneiros foram maltratados para se obterem informações e isso incomodou-me. Outros acabaram por se estabelecer e encontraram formas de levar uma vida normal. Outros ainda, ao fim de algum tempo, perdíamos-lhes o rasto e desapareciam, conseguindo possivelmente voltar às suas antigas povoações. Ao fim de algum tempo na Guiné, tendo passado a conhecer como funcionavam os processos de relacionamento com as populações e dos reordenamentos, sempre que fazíamos prisioneiros civis passei, na altura do reembarque, a dar-lhes a opção de ficarem ou virem connosco. As reacções foram diversas. A maior parte resolvia ficar, correndo imediatamente para a mata, às vezes com manifestações efusivas de alegria, mas alguns vinham connosco de livre vontade.

 

POLO NORTE MAGNÉTICO

 A 1 de Junho de 1831 o explorador James Ross consegue determinar a posição do Polo Norte Magnético na costa ocidental da península de Boothia, no NO do Canadá. 

Estudos posteriores permitem verificar a deriva do “Polo Norte Magnético”.

segunda-feira, 31 de maio de 2021

OCEANOS

 Nasceu a 31 de Maio de 1942, este OCeano, o António Gomes de Azevedo. Grande Camarada e Amigo, sempre pronto a ajudar quem precise e sem querer contrapartidas. Uma carreira na Marinha bastante variada, grangeou o apreço de quem com ele colaborava.

Que tenhas um óptimo dia de aniversário e que o possas repetir com saúde e boa disposição.

Um grande Abraço.

sábado, 29 de maio de 2021

OCEANOS

No período de 28 de Maio a 3 de Junho de 1964 realizaram-se as provas desportivas (natação, remo e vela) entre os Cadetes dos vários navios-escola que estavam em Lisboa para efectuar a regata Lisboa-Hammilton. A participação dos OCeanos foi honrosa. Em natação conseguimos um 2/o lugar em bruços e outro 2/o lugar na estafeta 4x50 estilos; no remo não fomos felizes tendo sido desclassificados; em vela obtivemos um 2/o lugar.

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Sugestão

 Havendo notícia de que alguns camaradas não conseguiram ler o conteúdo dos escritos através dos "AQUI" publicados nas ondas abaixo sob os títulos:

Adriano Moreira e Ex-Chefes da Armada alertam contra a "deriva" marítima da GNR

e

Adriano Moreira e Ex-Chefes da Armada alertam contra a "deriva" marítima da GNR - II

sugere-se tentarem-no através dos links:

https://www.dn.pt/politica/adriano-moreira-e-ex-chefes-da-armada-alertam-contra-a-deriva-maritima-da-gnr-13776672.html

ou

http://www.aofa.pt/rimp/210513_Carta_dos_Generais_Reforma_Estrutura_Superior_das_FFAA.pdf

ou ainda

https://zap.aeiou.pt/almirantes-cabrita-marinha-amadora-gnr-405738