Bom dia OC!
No dia 26 de Fevereiro de 1885, Portugal assinou o Acto Geral da Conferência de Berlim, em que África foi retalhada entre as potências europeias. Como não podia deixar de ser, a Inglaterra e a França são as principais beneficiárias. Mas também a Alemanha e até a Bélgica lucraram com a divisão.
Portugal é que ficou “a ver navios”. Contrariamente às nossas pretensões, o direito histórico não é aceite como critério de ocupação dos territórios africanos. O antigo reino do Congo é divido quase só entre a França e Bélgica. A Portugal apenas são reconhecidos os direitos sobre Cabinda, Molembo e Nóqui. Mais a Sul, o “Mapa cor-de-rosa” ligando Angola e Moçambique é rejeitado e de pouco servem os sacrifícios de Roberto Ivens e Hermenegildo Capelo que, em 1884 e 1885, percorreram ao longo de 14 meses os trilhos “De Angola à Contracosta”. Cinco anos depois, ainda fomos humilhados com o ultimato de 11 de Janeiro de 1890…
Portugal é que ficou “a ver navios”. Contrariamente às nossas pretensões, o direito histórico não é aceite como critério de ocupação dos territórios africanos. O antigo reino do Congo é divido quase só entre a França e Bélgica. A Portugal apenas são reconhecidos os direitos sobre Cabinda, Molembo e Nóqui. Mais a Sul, o “Mapa cor-de-rosa” ligando Angola e Moçambique é rejeitado e de pouco servem os sacrifícios de Roberto Ivens e Hermenegildo Capelo que, em 1884 e 1885, percorreram ao longo de 14 meses os trilhos “De Angola à Contracosta”. Cinco anos depois, ainda fomos humilhados com o ultimato de 11 de Janeiro de 1890…
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