quinta-feira, 1 de março de 2007

PORQUE JÁ NÃO EMIGRO

“Durante a campanha do aborto, eu achava que era uma questão de princípio e que não podia faltar àquelas iniciativas que se passasem no Porto... estou a regressar aos poucos à minha vida activa... se calhar fui um pouco naif, porque achei que havia cargos que podia ir exercendo, sem grande falta ao bébé... isto não é dificil de perceber, porque para ir a Lisboa, preciso de alguém que fique um dia inteiro com o bébé, enquanto que para participar na Assembleia Municipal (Matosinhos), basta duas horitas é quase como ir tomar um café... se for para a Assembleia da República, não tenho direito a seis horas de amamentação, porque estou a duzentos e tal kilómetros de distância... esta situação não é de doença minha, é de acompanhamento ao meu filho e, por isso, posso ir à câmara, que é aqui ao lado da minha casa... sou um bocado voluntariosa”
Palavras de Alcídia Lopes, deputada à Assembleia da República, justificando o facto de, estando em situação de baixa por doença à dita Assembleia, ter sido apanhada a frequentar as sessões da Assembleia Municipal de Matosinhos onde aufere 72 € por cada comparência.
FINALMENTE TENHO QUEM ME REPRESENTE VOLUNTARIOSAMENTE E FALA FRANCÊS CORRECTAMENTE!

3 comentários:

O FdaPonte disse...

Não concordo contigo.
Como naturais e/ou oriundos das "terras de mouros" acho que tal personagem só representará quem seja natural e/ou oriundo do norte do Tejo

O Jorge Beirão Reis disse...

Olha um comentário do FdaPonte!
Um abraço

O 403 d'62 disse...

....que os naturais e/ou oriundos das "terras de mouros" bem podem limpar as mãos às paredes com os personagens que os representam....

(Se alguma duvida houver sobre o que eu quero dizer com "limpar as mãos às paredes" eu depois digo)