Já chegámos à Madeira?
Na sequência do artigo de José Gil (aqui mostrado na "onda" do JBR de ontem) onde ele se questiona sobre o que fez o poder socialista para promover a democracia, desenvolver a cidadania e incentivar a liberdade, pareceu-me interessante o que Fernando Madrinha escreveu no último Expresso:
"N 'O Diabo' desta semana, Alberto João Jardim observava: "Se fosse na Madeira, o que não seria!..." Falava do caso do professor suspenso por uma funcionária zelosa, socialista e justiceira, que não admite aos que dependem dela que tenham má opinião do primeiro-ministro. E que se ponham com comentários impróprios, mesmo na privacidade do seu gabinete. Jardim tem razão. Se o caso ocorresse na Madeira, o que não seria!... Os socialistas não deixariam de gritar uma vez mais contra o défice democrático. E mais alto gritariam se um director-geral se lembrasse de abrir uma base de dados com fichas individuais de grevistas. Ou se o Tribunal de Contas - uma força de bloqueio, visto do Funchal - detectasse 700 milhões de euros de despesas públicas irregulares. Será que, depois de tudo o que se disse de Jardim, a sua prática fez escola? Será que já chegámos à Madeira?"


2 comentários:
Já alguém sabe o nome do BUFO?
Isso é que é essencial , é mesmo o essencial do problema , pois por esse BUFO protejido é que se chega ao Estado delatório
Mas isto não será tudo uma República das Bananas, com diferentes gradações?
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