Ridendo castigat mores
Eu tenho um amigo anão
Que ao ouvir, no Parlamento,
Um debate, a certa altura,
Sem qualquer contradição
Me exprimiu este lamento:
-- Mas que falta de estatura!
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
Onda do
José Aguilar
@
12:53 –
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6 comentários:
O meu latim antigo dá para ler que o ridículo condiciona os costumes. Ora, parece-me que já ninguém tem medo do ridículo...
Os anões pelo menos têm coluna vertebrsal. Aqueles a que se refere o nosso bardo são lesmas!
Um breve esclarecimento: a frase latina, que encontra também a variante "castigat ridendo mores", significa "corrige os costumes a rir". A frase é de Jean de Santeul, poeta francês (1630-1697), que a aplicou à comédia. Hoje em dia diríamos: "A brincar, a brincar se vão dizendo as verdades"
Pois. A minha tradução foi um bocado apressada. Falta de prática!
Olha que o teu amigo anão, mesmo a rir, está carregadinho de razão!!!
Boa Poeta!
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