A Crise, os Ataques especulativos ao Euro e a Marinha
De tanto ouvir falar na crise e nos ataques especulativos à moeda euro, já baralho tudo e sem querer dou por mim a aplicar a alguns eventos os critérios por que se regem aquelas malfadadas realidades ou pelo menos estabelecer alguns paralelos mais ou menos apropriados.
Em primeiro lugar, a substituição do Hospital da Marinha (e congéneres) por um único hospital militar faz-me lembrar a substituição do escudo e de outras moeda pelo euro. As vantagens proclamadas são (foram) abundantemente explanadas, mas nem sempre aceites sem reservas pelos directamente afectados nem entendidas pelos não especialistas, respectivamente.
Quanto à moeda, parece que a vantagem de que todos têm percepção é a de que evitou (proibiu) os nossos governantes de terem entrado em maiores desvarios do que aqueles que já nos estão e continuarão a acarretar os malefícios que sabemos e sentimos. Quanto ao hospital, o futuro dirá de sua justiça e oxalá não em termos de se lamentar a não reversibilidade da medida.
Depois, vêm-me à cabeça os ataques especulativos, com que o “mercado” ou outros rostos ainda mais anónimos têm procurado cavar a respeitabilidade e quem sabe, atrevem-se a dizer algumas más-línguas, a própria existência de tão novel meio de pagamento, através dos elos mais fracos sobejamente propalados.
Aqui, embora não muito pacificamente, alguns dos mais fortes “euroistas” resolveram tomar medidas para proteger a sua dama ofendida. Sem entrar em considerações sobre os verdadeiros objectivos dos defensores, parece que o têm conseguido até agora.
Qual o paralelo que me martela a cabeça? Como não poderia deixar de ser, o nosso Museu da Marinha. Está a ser alvo de ataques especulativos e se não é ajudado pelos muitos cavaleiros andantes que naturalmente estão no firme propósito de o defender com as armas de que dispõem, arrisca-se a soçobrar e a desaparecer.
Vamos a isso?
Em primeiro lugar, a substituição do Hospital da Marinha (e congéneres) por um único hospital militar faz-me lembrar a substituição do escudo e de outras moeda pelo euro. As vantagens proclamadas são (foram) abundantemente explanadas, mas nem sempre aceites sem reservas pelos directamente afectados nem entendidas pelos não especialistas, respectivamente.
Quanto à moeda, parece que a vantagem de que todos têm percepção é a de que evitou (proibiu) os nossos governantes de terem entrado em maiores desvarios do que aqueles que já nos estão e continuarão a acarretar os malefícios que sabemos e sentimos. Quanto ao hospital, o futuro dirá de sua justiça e oxalá não em termos de se lamentar a não reversibilidade da medida.
Depois, vêm-me à cabeça os ataques especulativos, com que o “mercado” ou outros rostos ainda mais anónimos têm procurado cavar a respeitabilidade e quem sabe, atrevem-se a dizer algumas más-línguas, a própria existência de tão novel meio de pagamento, através dos elos mais fracos sobejamente propalados.
Aqui, embora não muito pacificamente, alguns dos mais fortes “euroistas” resolveram tomar medidas para proteger a sua dama ofendida. Sem entrar em considerações sobre os verdadeiros objectivos dos defensores, parece que o têm conseguido até agora.
Qual o paralelo que me martela a cabeça? Como não poderia deixar de ser, o nosso Museu da Marinha. Está a ser alvo de ataques especulativos e se não é ajudado pelos muitos cavaleiros andantes que naturalmente estão no firme propósito de o defender com as armas de que dispõem, arrisca-se a soçobrar e a desaparecer.
Vamos a isso?


3 comentários:
O assunto da centralização da saúde militar, e dos militares e seus familiares, na orgânica do Ministério da Defesa, directamente dependente do Ministro e a integração dos actuais estabelecimentos hospitalares num único, terá muito que se lhe diga. Aliás, assunto interessante e de interesse para todos os "OC,s", e não só, para ser analisado, debatido, questionado e equacionado nos "blogs" afins ou relacionados com o pessoal da "Briosa". Porque não? Vamos a isso camaradas!...
Quanto ao Museu da Marinha, como se costuma dizer,"já dei para esse peditório", subscrevendo a petição: «Salvem o Museu de Marinha» - http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N2153. E, fiz o meu comentário que no essencial está em conformidade com as tuas preocupações. Quanto à luta? Por mim, "Vamos a Isso". Que tal, uma primeira abordagem num encontro no CMN? Até sempre. Um "Abração"
Quanto ao Museu julgo que há que ter algum resguardo pois não se sabe o que pensa a Chefia da Marinha sobre o assunto. Concorda discorda? Quem pode esclarecer? Caso concorde com a ideia já viram a figura que o pessoal andou a fazer ao subescrever petições!
Nem pensei nessa hipótese, que só no plano teórico concebo.
Em abstracto, qual a Administração da Marinha que aceitaria ficar com a responsabilidade histórica de pactuar com o desaparecimento de uma instituição com o peso e tradição do MM? Só perante razões muito ponderosas que não conheço.
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