segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Não sei que título dar a isto

Como a notícia é inimaginável e inacreditável, já não a consigo classificar. Diz o DN que, a partir deste ano, qualquer funcionário, civil ou militar, para ser credenciado e ter acesso a matéria classificada tem que pagar!!! O preço vai de 100 aos 2500 euros, conforme o tipo de funcionário ou empresa, sendo que os militares têm um desconto de 50%. Consta que o aborto tem origem no próprio gabinete da Autoridade Nacional de Segurança, que não encontrou melhor maneira de financiar o organismo. Não passou pela cabeça da ANS que, imagine-se, é militar, que as Forças Armadas não funcionam se o pessoal não for credenciado. Os chefes militares foram apanhados de surpresa e vêem-se assim obrigados a levar uma facada no seu orçamento para pagar à ANS. Sim, porque não quero querer que cada um pague a sua credenciação; seria pagar para trabalhar! Já não me admirava se alguém se lembrasse de fazer os militares pagar licença de uso e porte de arma.
Esta medida legislativa pode bem concorrer para a melhor anedota do ano.

4 comentários:

O Jorge Lourenço Goncalves disse...

E o prseidente da ANS até é Almirante!

O Manel disse...

É nacional é bom. O "inenarrável" passou a ser uma patente nossa

O José Cruz disse...

Sem pôr em causa a credibilidade do jornal que publicou esta notícia e mesmo da notícia, pergunto-me se isto será mesmo assim.
Acrescendo o facto de ser um militar (no caso presente da Marinha) que está à frente da ANS, não seria de bom senso certificarmo-nos da sua veracidade antes de nos pronuncionarmos sobre ela?

O Ferreira da Silva disse...

Com a caça ao níquel que está instalada não me admira mesmo nada. O bom senso e o bom gosto acabaram-se neste país