sábado, 14 de janeiro de 2012

Impressionante!!!

Foi ontem à noite que o Costa Concordia, um paquete de luxo italiano, encalhou no mar Tirreno ao norte de Roma. Com 290 metros de comprimento e 115 000 toneladas é absolutamente impensável o que aconteceu ... encalhe num banco de areia. Tinha a bordo 4 234 pessoas e cerca de 70 estão desaparecidas.
Seguem algumas imagens do pesadelo:


4 comentários:

O Jorge Lourenço Goncalves disse...

Como nós bem sabemos estas coisas só acontecem a quem anda no mar...

O Luís Silva Nunes disse...

É verdade que só acontece a quem lá anda ... mas aqui cheira-me a erro humano, e dos grandes. Alguém facilitou e muito, absolutamente inacreditável ... veremos o que vai acontecer à indústria dos cruzeiros. Entretanto há a lamentar 5 mortos e ainda 17 desaparecidos.

O J.N.Barbosa disse...

Há aqui nabice e negligência pela certa. Ouvi na TV o comandante dizer que estava a 300 metros da costa quando bateu. Bem, o navio tem de comprimento 290m. Nem espaço tem para uma manobra!!! Em que escola é que este andou? Mal comparado, parece um mestre pescador português a desculpar-se.

O Curso OC disse...

Recebido, por correio eletrónico, o seguinte comentário:
"Meus caros
O encalhe do navio fez-me lembrar algumas histórias passadas, a
primeira das quais a de um camarada nosso que, na Guiné, encalhou o
navio, ficando este completamente em seco. Julgo ter sido essa uma
das razões, talvez a principal, para o seu afastamento da Marinha.
E, no entanto, a carta hidrográfica da zona apresentava, no local,
uma profundidade superior a 6 metros, mais do dobro do calado do
navio. Como curiosidade diga-se que a tal carta apresentava a
indicação estar actualizada há 1 ou 2 anos ( na verdade a actualização, embora tal não fosse indicado, referia-se unicamente ao levantamento de uma barra a largas milhas de distância).
Outro episódio ocorreu quando estive em Viana do Castelo, aquando da saída do estaleiro um petroleiro abriu um rombo de quase 30 metros. O capitão do navio foi, desde logo, apontado como o grande responsável
pelo acidente. Só meses mais tarde, graças ao levantamento efectuado
por uma empresa privada foi possível descobrir, no enfiamento da barra, um afloramento rochoso granítico responsável pelo acidente.
Não ouvi as declarações do capitão do navio mas, pelo que vejo
referido, não adoptou a posição assumida por um camarada nosso,
muito mais antigo, que descrevendo a acção do navio que comandava
referia. " Eu fiz isto ..." , " Eu entrei naquele porto ... " , " Eu
etc... " e quando bateu quando passava frente ao Hospital da Marinha (onde o Cema da altura estava hospitalizado ) acrescentava " Nós batemos " .
Sem conhecimento completo da situação corremos o risco de fazer a figura que alguns dos entrevistados pela TV fizeram, todos eles
querendo passar como peritos.
Um abraço amigo do
E. Gomes

P.S. Para além de não conhecer o capitão do navio continuo a cometer os mesmos erros ortográficos de sempre .