quarta-feira, 7 de março de 2007

DEFESA NACIONAL (VI)

A organização das Forças Armadas continua a ser analisada pelo JPN na sua série de artigos sobre o tema. O título do último é "As Forças Armadas e a “Organização”. O Sistema de Forças Nacional, o Planeamento e as Sensibilidades (II)" e, como habitualmente, está publicado no "Jornal de Defesa e Relações Internacionais" onde pode ser lido na íntegra, seguindo esta ligação.

COISAS DE VER, PROVAR E GOSTAR.

Voltando à gastronomia, que penso ser um dos únicos prazeres que resta à maioria de todos nós,em vila Nogueira de Azeitão experimentem a sopa de peixe da "Adega do Avô", em frente ao Intermarché.

Baú das Velharias

(Para ampliar, "clicar" na imagem)
Não sei se serei acusado de pelágio e/ou se esta imagem já terá sido publicada noutra onda, por um OCeano. Encontrei-a, já em formato electrónico e suponho que diz respeito ao Maestro Fernando Lopes Graça, tendo-a retirado da revista Visão, de Dezembro passado.
Aqui fica, para a posteridade.
Tenham um muito bom dia

Parabéns


Na marcha imparável do tempo, hoje és tu a dizer presente.
Com um grande abraço, os meus parabéns e votos de longa vida e muita arte.

Bom dia OC!

No dia 7 de Março de 1957, começaram as emissões regulares de televisão em Portugal.
Nesse dia, não imaginávamos certamente que o azar nos estava a bater à porta.
Divirtam-se, mas não à frente de uma televisão…

terça-feira, 6 de março de 2007

Raça Pestilenta

Tenho que contar a história do meu amigo Zé Miguel:
O Sr. Dr. José Miguel Figueira Amado, funcionário aposentado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, é meu amigo (e de mais uma dezena de oficiais de marinha) há mais de trinta anos, tendo acompanhado e sofrido intelectualmente as diversas vicissitudes por que a Marinha tem passado. Por tais razões, decidimos incorporá-lo na Marinha Portuguesa, tendo-o promovido ao elevado posto de Sargento de Mar e Guerra.

É dele a expressão em título desta crónica, expressão justificativa das situações actuais de degradação da Coisa Pública nos domínios, por exemplo, da justiça, da educação, do poder local, do desporto, da corrupção, etc.), acrescentando que serão necessários, pelo menos, três gerações de portugueses para nos aproximarmos dos valores médios da União Europeia. Estes portugueses tomam, então, a designação pejorativa de “portugas” ou, apenas e mais familiarmente, “tugas”.

Mesmo admitindo que possa haver algum exagero do meu amigo Zé Miguel, tenho que reconhecer que não é possível qualquer comparação entre estes “tugas” e os Portugueses da Epopeia dos Descobrimentos, de que tanto nos orgulhamos, cujo avanço tecnológico, relativamente aos conhecimentos da época deveria ter sido superior ao dos americanos, no século passado, na conquista do espaço. E interrogo-me: como é possível que esse domínio do mundo de então tenha durado apenas cerca de cem anos (de meados do século XV até meados do século XVI) e nada reste ao fim de apenas 500 anos.

Eu reconheço não haver qualquer semelhança entre os habitantes actuais do Egipto e os do tempo dos Faraós ou entre ao que actualmente habitam a Grécia e os gregos de Sócrates, Platão e Aristóteles. Mas nestes casos decorreram milhares de anos. Agora, em apenas 500 anos?

Uma vez que este tema me tem vindo a atormentar (até já emagreci cerca de 15 kg!), conferenciei com vários camaradas que, concordando na generalidade com a teoria da degradação, avançaram diversas explicações sobre a sua justificação, a saber:
1. Quem levou a cabo a Epopeia dos Descobrimentos não foram os portugueses, mas os filhos de uma inglesa, uma tal Filipa de Lencastre, tendo os portugueses contribuído apenas com mão-de-obra não qualificada;
2. A Inquisição foi a responsável principal do início da degradação, perseguindo, torturando, queimando e provocando a fuga para o estrangeiro (nomeadamente para os países protestantes, Inglaterra e Holanda) das elites portuguesas, tendo apenas permanecido em Portugal a ralé;
3. Constituiu também uma razão para o início da degradação a miscigenação dos portugueses com outras raças (Hitler, se fosse português e vivo à época, não o teria permitido).

E este é o mote. Desafio os OCeanos a defenderem o seu ponto de vista, atacando as opiniões expressas ou corroborando-as e, em qualquer dos casos, apresentando exemplos esclarecedores sobre a situação actual, contribuindo para clarificar se somos ou não uma RAÇA PESTILENTA.

Baú das Velharias


Nota: leia-se como anedota.

Bom dia OC!

Maria Helena Vieira da Silva, uma das mais reconhecidas pintoras do século XX, morreu em Paris no dia 6 de Março de 1992.
Nasceu em Lisboa em 13 de Junho de 1908. Em 1919 inicia os estudos de desenho, pintura e escultura, indo mais tarde, aos 20 anos, para Paris. Nesta cidade ainda tem algumas aulas de escultura mas, depois de alguma hesitação inicial, acaba por abraçar definitivamente a pintura.
Em 1930 casa-se com o pintor de origem húngara Arpad Szenes e perde, graças a isso, a nacionalidade portuguesa. Em 1939, com o início da II Guerra Mundial e sendo Arpad Szenes judeu, resolvem vir para Portugal. Contudo, Maria Helena Vieira da Silva não consegue obter do governo português a restituição da nacionalidade, pelo que vão para o Brasil onde permanecem até 1947, regressando depois a Paris.
Só depois de 1974 é que Portugal reconheceu o valor desta notável artista, tendo-lhe sido então atribuída a Grã Cruz da Ordem de Sant’Iago da Espada.

HEROIS de TROIA


Este Senhor foi homenageado.


Foi lá meio mundo, mas não se sabe bem porquê.


O outro meio ficou em casa, a pensar na reforma que o Senhor tem da Caixa, estando lá pouco mais de ano e meio.


segunda-feira, 5 de março de 2007

Patrulhas e Patrulhões

O último número dos Anais dá-nos conta da continuação da sinistra saga dos patrulhões, patrulhas e LPD. O tempo vai passando e nada. Nem o número de navios conseguimos fixar. Se fossem para a G.N.R. já cá estavam todos...
Entretanto, deparo no Expresso com um grande anúncio de meia página, dos estaleiros "Royal Schelde" anunciando a vinda a Lisboa do novo Tromp , obviamente para vender o produto! Fico intrigado. Os holandeses são tudo menos parvos e devem saber que daqui não levam nada. Por outro lado a venda das Van Nes e Van Galen já está contratada, pelo que só resta pensar que a visita se destine aos armadores mercantes nacionais, se é que ainda os há.

COISAS A VER, LER ; OUVIR e PROVAR


Resposta do Sul à sugestão do MPM-
1. Alcacer do Sal : Ortelã da Ribeira.
Quase junto ao Sado, para juzante da vila, sob a arriba do Castelo, onde está a esplêndida Pousada.
Sugestão gastronómica :
Sopa de Ameijoas com espinafres, Pézinhos de porco de coentrada e para assentar umas magnificas pinhoadas. Vinho? Perguntem ao Hita Vacas mas um Quinta da Mimosa, não será muito caro mas é bom para a ementa.
2. Setúbal . A Ribeirinha do Sado.
No fim da Av. Todi. Tipo tasca, mas já citada no Expresso, na Visão, etc.
Na minha opinião um local de excelência para se comer peixe. Peçam migas de alho, de beterraba ou de espinafres para acompanhar maçacotes ( hibrido da Arrábida, entre o robalinho e o salmonete).
Sejam humildes e digam ao dono, o sr. Fernando (mais Vitoriano que o próprio Vitória) que são meus amigos.
E com esta me vou, e este fim de semana lá estarei ou num ou noutro,com o Zé Pedro e o Pedro Serradas!

Baú das Velharias


Como é princípio da semana, vai esta para animar (ou desanimar, atendendo ao estrato etário a que se destina?).
(clicar para aumentar)

Bom dia OC!

Heitor Villa-Lobos nasceu no Rio de Janeiro no dia 5 de Março de 1887.
Um dos maiores compositores brasileiros de música clássica, a par de António Carlos Gomes que se notabilizou no século XIX, Villa-Lobos aprendeu música praticamente sozinho e, embora tenha frequentado o Instituto Nacional de Música do Rio de Janeiro, não chegou a concluir o curso.
As suas obras mais conhecidas são as “Bachianas Brasieiras”, de que nos deixou 9 peças compostas entre 1932 e 1945, e também os 14 “Choros”, escritos entre 1920 e 1929.
Heitor Villa-Lobos morreu na sua cidade natal no dia 17 de Novembro de 1959.

domingo, 4 de março de 2007

COISAS A VER ; LER; OUVIR; PROVAR 8

CAFEÍNA

Restaurante, na Foz do Douro.
Uma delícia . Cheio , a uma 4ª feira para jantar , só com gente nova e "casual".
Carote. Ainda dizem que não há cacau !!!!!!!!
Mas quando forem às maravilhosas terras nortenhas , vão ver aquele rio e a sua foz , agora com uma maravilha da escultura de uma artista portuense , e jantem neste sítio. Aproveitem para olhar, na Av. Brasil, para a casa de António Nobre e o Homem do Leme.

Bom dia OC!

Como o Fernão já assinalou, foi no dia 4 de Março de 1394, uma quarta-feira de Cinzas, que nasceu no Porto o Infante D. Henrique, terceiro filho de D. João I.
Virou Portugal para o mar e, graças ao impulso que deu ao descobrimento de novas terras, quando morreu no dia 13 de Novembro de 1460 os nossos navegadores já tinham alcançado a Serra Leoa. Daí até Índia ainda foram precisos 38 anos. Mas, muito provavelmente, sem a visão do Infante a nossa expansão resumir-se-ia a algumas escaramuças no norte de África.
Sagres e S. André