segunda-feira, 26 de março de 2007

DEFESA NACIONAL (IX)

"As Forças Armadas e a “Organização”. O Sistema de Forças (1997), o 11 de Setembro de 2001 e o Sistema de Forças (2004) (IV)". É este o título do mais recente artigo do João Pires Neves sobre as Forças Armadas e que já foi publicado no "Jornal Defesa e Relações Internacionais". Diz JPN que " ... o que é certo é que o processo de reequipamento das Forças Armadas não teve evolução de maior e só depois do 11 de Setembro de 2001 é que a questão da reestruturação das Forças Armadas voltou novamente a ser levantada com ênfase e importância. Afirmava-se mesmo em determinados sectores, que ela poderia beneficiar com a revitalização da discussão em torno da problemática da Segurança e da Defesa, que um pouco por todo o lado iria ter lugar. Muito em especial, na União Europeia, entidade tida como militarmente débil, com pouca ou nenhuma capacidade de intervenção estratégica e por isso com um papel cada vez mais secundarizado nas grandes decisões políticas, de nível mundial."
O texto completo pode ser lido aqui.

Diana Ross - Chain Reaction

Imaginem que já faz hoje 63 aninhos. Como passa rápido!
Mais para mim do que para ela

ADVINHA, AO ESTILO DO PROGRAMA DA TV DAS MENINAS TONTAS MAS BOAS


Quem foi ele, quem foi, que disse:
" Não sou homem compartimentado, com gavetinhas que abrem e fecham. Estou preso às idéias do passado, sinto vontade de me ir embora, não me dou com a nova mentalidade.Isto é só para safados"

Bom dia OC!

Segundo consta no Almanaque do “Portal da História”, no dia 27 de Março de 1781 o Intendente-Geral da Polícia, Pina Manique, decretou a obrigatoriedade da inspecção sanitária das prostitutas.
Tenham uma boa semana.

GIBALTA


Está em arranjo.

Dia Sim, dia Não, ...mas está em arranjos.

Lentamente , mas a coisa vai...

Não se sabe para quê... Mas presume-se que quem vai pagar as obras é o Gago.

E, depois, instala-se aqui o IH.

Está perto da água e, portanto, dos navios!!!!

domingo, 25 de março de 2007

Raça Pestilenta? - V

Quando eu era pequenino (embora já tivesse nascido há uns anos e os meus olhos estivessem bem abertos) a minha Mãe disse-me:”Anda para cima do passeio, meu filho, porque o passeio é que é para as pessoas. As ruas são para os automóveis”.
Anos mais tarde, quando quis tirar a carta de condução, uma das aulas práticas mais importantes do curso de condução, consistia em estacionar, entre dois automóveis, em marcha-atrás, numa rua íngreme do Porto, situada entre a Rua do Campo Alegre e Massarelos, sem tocar nos dois automóveis nem galgar o passeio.
Parece-me que, agora, tais ensinamentos se encontram fora de moda pois é raro encontrar uma viatura estacionada sem ter, pelo menos, duas rodas em cima do passeio.
Quando interrogados sobre as razões de tal anomalia, justificam-se pela pouca largura das ruas, não tendo sido previstas, pelos “tugas” autárquicos, no ordenamento dos respectivos conselhos, a existência de duas faixas de rodagem e duas faixas de estacionamento, eventualmente para não penalizarem exageradamente os “tugas” patos-bravos.
As consequências desta invasão dos passeios são evidentes (não é necessário ser licenciado em engenharia para compreender, basta apenas utilizar a cabeça para outros fins para além de se lhe colocar o chapéu):
1. Deixa de haver espaço suficiente no passeio (cuja largura não é, habitualmente, ampla) para permitir que uma mãe com um carrinho de bebé, ou um deficiente motor, ou um idoso possam passar entre a viatura e a parede ou muro, vendo-se obrigados a ir para a rua, correndo o risco de serem atropelados (sabiam que a maioria dos acidentes mortais rodoviários em Portugal é constituída por atropelamentos?);
2. Adicionalmente, como os passeios não são calculados, do ponto de vista de resistência estrutural, para suportar as pegadas de viaturas (mas apenas de pessoas, se é que foram alguma vez calculados), o estacionamento das viaturas sobre os passeios conduz à cedência do respectivo material, com o aparecimento de irregularidades (covas, etc.) que provocarão necessariamente quedas das pessoas mais débeis ou, caso decidam vir para a rua, evitando as irregularidades dos passeios, correrão o risco de serem atropelados, pelas viaturas que passam.

Pergunta: Somos ou não “TUGAS”, a tal Raça Pestilenta?

Deixo-vos um ponto adicional de meditação: Não serão os “tugas” automobilistas uma espécie de animal mítico, como o Minotauro? Senão vejamos:
Tomemos um cidadão português, tristonho e melancólico, inofensivo.
Tomemos também um veículo automóvel, estrutura mecânica, sem vida nem vontade própria.
Coloquemos esse cidadão ao volante de um veículo automóvel e verifiquemos qual é o resultado: um “tuga” automobilista, ser sem qualquer ponta de educação e de uma agressividade inaudita, um autêntico perigo público!

Tenham uma muito boa semana!

O Paredão de Cascais Foi Ontem Notícia

No noticiário da SIC das 20 horas foi referido que a polícia municipal de Cascais estava a multar os ciclistas que circulavam no paredão, em 24 euros e alguns cêntimos, por não cumprirem o código da estrada, não respeitando os sinais de proibição da circulação de velocípedes.
Dizia um dos ciclistas entrevistados que não se admitia que aplicassem tais multas pois a polícia marítima apenas os informava da proibição. “Então quem mandava no paredão? A polícia municipal ou a capitania?”.
Outro ciclista, “tadinho”, lamentava que não lhe permitissem circular no paredão pois, assim, tinha de se arriscar a circular na marginal (ai, que perigo!), quando no paredão era muito mais seguro! Sugiro eu: Se é assim tão perigoso circular na marginal, autorize-se a circulação no paredão e proíba-se a circulação de velocípedes na marginal! Ou é apenas perigosa a circulação de velocípedes na marginal entre Cascais e S. João do Estoril?
Um terceiro ciclista sugeria a atribuição de horários para a circulação de ciclistas, à semelhança do paredão de Oeiras. Acrescento eu: das 8 às 9 ciclistas, das 9 às 10 patinetes, das 10 às 11 patins e das 11 às 12 peões (sem cães “cagões”). Este horário repetir-se-ia da parte da tarde. À noite permitir-se-ia a circulação de bêbados e peões com cães “cagões”.
Hoje, de manhã, lá estava a polícia municipal a multar mais “tadinhos”!

Permitam-me terminar com a definição de velocípede, aprendida há muitos anos: Veículo de tracção animal, em que a besta vai montada.

Tenham muito bom domingo!

sexta-feira, 23 de março de 2007

Polícias felizes


Os advogados paquistanezes resolveram fazer uma manifestação contra o governo, que foi reprimida pela polícia, como se vê na foto. Isto é de fazer inveja a todos os polícias do mundo...

Do mal, o menos

No princípio de Fevereiro, nesta onda, chamava-se a atenção para a estrutura cinzentona que estava a ser construída no Tamariz.

E, nesta imagem, mostrava-se o magnífico panorama a ser desfrutado de algumas janelas do edifício, com a parede a pouco mais de meio metro de distância das ditas.
Pois hoje, a situação é um pouco diferente. Parte da estrutura foi modificada e um bom bocado de parede desapareceu ...


Enfim, do mal, o menos ... parece-me que estão no caminho certo; agora só falta retirarem o resto da estrutura.

Saudade


Se continuasses entre nós, cá estaríamos a dar-te um abraço de parabéns.

Assim, estejas onde estiveres, dizemos-te que ainda não se apagaram dos nossos ouvidos as tuas gargalhadas e da nossa memória a tua amizade e camaradagem.

Parabéns


Velho companheiro de corridas de bicicleta e de outras loucuras (pequenas, diga-se) de juventude: um grande abraço de parabéns pelo dia de hoje (extensível, pela parte que me toca, ao teu pai).
Muitos outros te desejo, com saúde e amizade dos teus amigos.

P.S. Vai sendo tempo de iniciares a colaboração na Água Aberta.

Bom dia OC!

Calouste Gulbenkian, cujo legado muito tem contribuído nestas últimas décadas para que a nossa cultura ainda tenha algum alento, nasceu em Üsküdar, na Turquia, no dia 23 de Março de 1869.
Veio para Portugal em 1942, deixando a França ocupada, e por cá foi ficando até ao fim dos seus dias em 20 de Julho de 1955.

quinta-feira, 22 de março de 2007

MILITARES

Estava hoje, manhã cedo, no "tasco" da rua, tentando acordar com uma "bica", já não se ganha para o "Prozac", e ouço um "popular" que falava mal do Zézito da CowVillain por causa do homem (dizem!) ter uma licenciatura "martelada" como o wiskey do Trombinhas (dizem, que eu nunca lá fui) e remata: "eu quero ver quando ele chegar aos privilégios dos militares". A esta hora ainda não decidi se devo chorar ou rir. Aceito sugestões sobre o estado de alma mais adequado.

Bom dia OC!

Continuando na maré da pintura, assinalo o nascimento em Antuérpia, no dia 22 de Março de 1599, de Anton van Dyck, que se notabilizou a pintar nobres e reis, sobretudo na corte britânica.
Morreu em Londres no dia 9 de Dezembro de 1641.

ANTÓNIO QUADROS

Morreu neste dia, provavelmente assustado pelo início de mais uma primavera. Era filho de António Ferro e de Fernanda de Castro e penso que toda a sua vida se quiz dramaticamente afastado do ideário dos pais mas sem nunca se ter tornado um opositor do regime. Divulgou o existencialismo na sua versão cristã e eu, "puto", tive o privilégio de o ter conhecido quando ele trabalhava nas bibliotecas itinerantes e fixas da Gulbenkian.
A biblioteca do IADE tem o seu nome e, nem de propósito, esta efeméride caiu como sopa no mel, como os mais curiosos poderão verificar respigando nos comentários à postagem de ontem do Barbosa.