quinta-feira, 22 de março de 2007

MILITARES

Estava hoje, manhã cedo, no "tasco" da rua, tentando acordar com uma "bica", já não se ganha para o "Prozac", e ouço um "popular" que falava mal do Zézito da CowVillain por causa do homem (dizem!) ter uma licenciatura "martelada" como o wiskey do Trombinhas (dizem, que eu nunca lá fui) e remata: "eu quero ver quando ele chegar aos privilégios dos militares". A esta hora ainda não decidi se devo chorar ou rir. Aceito sugestões sobre o estado de alma mais adequado.

5 comentários:

O Jorge Beirão Reis disse...

Podemos falar da gasolina mais barata (será que o "bacalhau" ainda mexe?), dos supermercados da Cordoaria Nacional, a preços de saldo e das brutas horas extraordinárias que recebemos quando temos que fazer a guerra fora do horário normal das guerras (de 2ª a 6ª feira das 9 às 17 horas, com uma hora de interrupção - da guerra, claro - para o almoço).
Podemos também falar do 15º mês, das percentagens (em acções da guerra) que recebemos no final do ano por termos atingido os objectivos programados (da guerra, claro - atenção que os danos colaterais não contam), dos meses, para além do mês de férias, em que a guerra está interrompida (como nos tribunais, por exemplo) em que nos podemos dedicar a estudar os processos em atraso (da guerra, claro).
E viva o Medíocre Ditador, Senhor Professor Doutor António de Oliveira Salazar, heroi da raça pestilenta!
E Tenham uma muito boa noite!

O FdaPonte disse...

Nada mais efectivo que uma boa gargalhada.

O 403 d'62 disse...

Atenção aos ditos do povo. Um deles reza mais ou menos assim: "A rir, a rir foi o macaquinho ao........"

O Bastos Moreira disse...

Acho que é motivo para chorar...no entanto os cães ladram e a caravana passa.

O Orlando Temes de Oliveira disse...

Cá continuamos com o problema da qualidade e actuação dos Chefes. Enquanto forem "cinzentos" e publicamente aceitarem tudo não vislumbro alternativa. Quem cala consente (e não me venham dizer que a alternativa é ser arruaceiro...)