segunda-feira, 8 de outubro de 2007

OLÁ OC - 8 de Outubro

Movimento de Unidade Democrática (MUD)

Movimento político de oposição ao regime fascista em Portugal nascido a 8 de Outubro de 1945, em Lisboa, no Centro Republicano Almirante Reis.
Formou-se numa fase de crescente isolamento internacional do Estado Novo, na sequência das vitórias aliadas na Segunda Guerra Mundial, lideradas por países com governos democráticos.
Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, principais triunfadores sobre as ditaduras de direita, forçaram então Salazar, a uma "abertura política".
Esta situação animou os sectores oposicionistas, insuflados ainda mais pela dissolução da Assembleia Nacional e pelas mudanças na lei eleitoral. Para se reforçar a oposição ao regime, era necessário, todavia, que ela se tivesse de unir e encontrar um programa político válido que pudesse desencadear um apoio nacional crescente.
De facto, a oposição encontrava-se fragmentada e tendencialmente radicalizada, modos de actuação entendidos por muitos como inviáveis para uma luta eficaz contra o poder de Salazar. Existia já o MUNAF (Movimento de Unidade Nacional Antifascista), organização surgida clandestinamente em 1943, e o Partido Comunista Português (PCP), verdadeiramente a única força política organizada e com actuação concreta, liderado por Álvaro Cunhal.
No entanto, alguns oposicionistas, sem recorrerem ao MUNAF ou ao PCP, solicitaram ao governo a autorização para realizar uma reunião política para estudar a possibilidade de participar num acto eleitoral.
Tal reunião foi autorizada e veio a ocorrer precisamente em 8 de Outubro de 1945, conclave oposicionista que esteve na origem do MUD. Todavia, volvidos três anos foi dissolvido pelo regime.
No entanto, enquanto existiu, o MUD não deixou de perturbar seriamente o regime de Salazar e de empolgar as multidões.
Pugnando por uma oposição legalizada e activa junto da opinião pública, o movimento pretendia proporcionar um debate público em torno da questão eleitoral, base de apoio para uma luta pela deposição do regime sem recurso à clandestinidade ou ao terrorismo.
Neste contexto organizativo surge a primeira comissão central (à frente de uma estrutura nacional e concelhia, com funções e quadros de actuação definidos), onde pontificavam nomes como José Magalhães Godinho, Gustavo Soromenho, Teófilo Carvalho dos Santos, Manuel Mendes, entre outros. Os objectivos prioritários da luta do MUD eram então a luta pelo direito à "liberdade de reunião, de associação e de imprensa" e a seriedade nas eleições, pelo que se propõe um novo recenseamento eleitoral e uma participação fiscalizadora da oposição, para além do adiamento do escrutínio, de forma a poder aplicar-se aquelas duas estratégias.
Todavia, as pretensões do MUD foram rejeitadas pelo governo logo a 10 de Outubro de 1945, o mesmo fazendo o Presidente da República, Óscar Carmona, a 17 desse mês, numa reunião com dirigentes do MUD. Apesar destes contratempos com o regime, o MUD angariava grande simpatia popular, com comícios e reuniões públicas com enorme adesão, criando-se gradualmente um "estado de ebulição" no País, apoiado pela crítica de inúmeras personalidades nacionais em jornais como a República, o Primeiro de Janeiro ou o Diário de Lisboa ou o Rádio Clube Português.
Este crescente apoio popular insuflou no MUD a convicção de que poderia bater-se a nível eleitoral pelo poder, apresentando-se por isso, a 26 de Outubro, um recurso ao Supremo Tribunal Administrativo para se impugnar a data das eleições legislativas. O MUD tinha já em seu poder uma lista de dezenas de milhar de assinaturas, o que garantia o suporte popular e legal para ir a votos. Mas o governo, inquieto e temendo um impacto ainda maior do MUD no País, instaura um inquérito acerca da elaboração das listas e suspende, a 27 de Outubro, qualquer reunião ou comício do MUD.
A questão das listas acabaria mesmo por levar à prisão algumas figuras do MUD, como Mário Cal Brandão e Ruy Luís Gomes. A oposição pela legalidade era cada vez mais difícil e vulnerável, clamando-se em alguns sectores pela radicalização. Porém, acabou por se adoptar uma estratégia de "paciência" e contenção, ainda que se tenha admitido no seio do MUD alguns elementos do PCP e do MUNAF.
A desistência das eleições foi outra das formas de luta aventadas, com os célebres cartazes ostentando uma figura de mãos agrilhoadas clamando "Sem Eleições Livres, Não votes".
Em Novembro de 1945, nova comissão central surgia, desta feita com algumas caras novas como Bento de Jesus Caraça ou Alves Redol. O regime salazarista enveredou então pela sua reorganização a nível nacional, criando-se condições políticas e sociais para se atacar e enfraquecer o MUD, com o objectivo de o ilegalizar. Este movimento não só se mantém como também se expandirá em termos de acção, revitalizando-se com a criação do MUD Juvenil (ou MUDJ), organismo do qual faziam parte figuras como Mário Soares, Octávio Pato, Salgado Zenha, Júlio Pomar, Rui Grácio (todos do PCP) e muitos outros. Esta "juventude" do MUD era a herança política do MAUD (Movimento Académico de Unidade Democrática), que aderira ao MUD na criação deste. O PCP detinha cada vez mais influência e poder de acção no MUD, forçando mesmo a criação de uma nova comissão central em Julho de 1946, amplamente dominada pelos comunistas.
Algumas figuras do MUDJ passam a integrá-la, como foi o caso de Mário Soares. O MUD passou nessa altura a endurecer as críticas ao regime, organizando a sua acção política e aproveitando muito bem todos os ensejos e oportunidades para o fazer. Um desses momentos, que se tornou fulcral, foi a recusa da admissão de Portugal na ONU em Agosto de 1946, devido ao veto da URSS, que recusava a adesão de regimes fascistas à organização. Esta situação embaraçou e humilhou internacionalmente o regime salazarista. O MUD logo aproveitou para, através de reuniões, debates, comícios e artigos de imprensa criticar o regime, principalmente a forma como conduziu o processo político e diplomático de adesão à ONU, sem o dar a conhecer ao País. Na sequência destas duras críticas, o regime empreende o processo de ilegalização do MUD, que acusa de "traição à pátria" e clandestinidade, para além de mandar prender e julgar alguns dos seus elementos directivos. Bento de Jesus Caraça foi uma da vítimas deste contra-ataque do regime. A 10 de Novembro de 1946 a União Nacional (partido de Salazar) realiza a sua Primeira Conferência partidária. Vinte dias depois, o MUD responde apresentando uma série de medidas de combate ao regime salazarista e em prol da democratização do Estado.
O grande tema desse pacote de propostas era a elaboração e aplicação de uma nova lei eleitoral, mais justa e abrangente. Pediam-se, insistentemente, eleições "livres". O general Norton de Matos era na época o "rosto" do MUD, que exigia também um novo recenseamento e calendarização eleitorais. O governo de Salazar passou então a endurecer as suas acções contra o teimosamente resistente MUD. A primavera de 1947 passou a ser uma época de amargas recordações para muitos dos elementos do MUD, pois a polícia política do Estado Novo prendeu vários activistas do MUDJ, procedendo também a julgamentos dos seus dirigentes. Em Janeiro do ano seguinte o pior acontecia para o MUD: a sua ilegalização efectiva, sob o pretexto governamental de que os seus dirigentes tinham fortes ligações com o clandestino PCP. Toda a comissão distrital e os dirigentes da secção de Lisboa do MUD são encarcerados. Somente o MUDJ escapa a esta iniciativa neutralizadora do governo.
O MUD desaparecia, embora muitos dos seus membros se tenham integrado, à imagem dos sobreviventes do extinto MUNAF, na comissão de apoio à candidatura do general Norton de Matos à Presidência da República, apresentada em Abril de 1948. O Estado Novo reconsolidava a sua base de apoio popular, reestrutrando-se em termos programáticos e organizativos de molde a fazer frente ao perigoso MUD, que apesar de ter sido tolerado na legalidade por Salazar, acabou por criar "rombos" políticos na muralha ideológica do regime e inquietar as populações, revitalizando o tema das eleições e activando a luta oposicionista, encarada antes de 1945 como algo que apenas se poderia fazer na clandestinidade.

O Cherne

Quem quiser ir ver (ou rever) o vídeo colocado neste blogue no passado dia 3 de Outubro pode tirar o cavalinho da chuva pois o You Tube, pura e simplesmente, desactivou-o. Como é longo o braço da Comichão Europeia.

domingo, 7 de outubro de 2007

Armando Pascoal


Um grande abraço de parabéns pelo teu aniversário, com votos de repetição por muitos e muitos outros.
Se alguém tiver a possibilidade de te fazer chegar esta notícia, que faça esse favor.
Teremos todo o gosto em que retomes o nosso convívio.

sábado, 6 de outubro de 2007

COISAS BOAS

Imperdível a exposição de Paula Rego no museu reina Sofia (parte nova) . Uma coisa de sonho.

Sobretudo o que me espantou foram os desenhos e os esboços para as grandes telas.

Também me espantou ver um fabuloso tríptico , pertença da Tate e que foi ajudado a adquirir por ..... a Gulbenkian.


Imperdível. Vale a pena cá vir.....

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Praça do Município

Acompanhei pela televisão a cerimónia que decorreu esta manhã, em frente à Camara Municipal de Lisboa, comemorando a efeméride do dia de hoje. Para além do discurso do Senhor Presidente da Républica, com um tema muito a propósito para os dias que hoje vivemos e muito bem construido, não pude deixar de reter o seguinte:
1- embora o tema da intervenção do PR fosse sobre a educação (e que certamente não era desconhecido no meio político) os Senhores Ministros da Educação e do Ensino Superior tiveram mais que fazer e não apareceram. Se isto acontecesse 2 anos atrás, seria uma "trapalhada".
2- o Senhor 1º Ministro chegou atrasado à cerimónia. Se isto fosse com o 1º Ministro anterior teria sido uma "trapalhada".
3- embora a reportagem da Televisão evitasse mostrar a bancada da assistência, parecia que estavam mais individualidades na tribuna do que povo a assistir. Pelos vistos as festas dos Santos Populares dizem mais a este povo lisboetas do que comemorações republicanas!. Será por ser inculto? Ou será porque nada significa?
A vida está difícil, não haja dúvida!

SALUT

De Madrid vos saúdeo, Camaradas e oceanos , depois de uma viagem inacreditável na nossa(será?) TAP.

1-Comprei bilhete TAP e voei na Portugália

2- O embarque era ás 1520 para sair pelas 1600. Eram 1610 ainda ninguém tinha aparecido na porta 3 e nos ecrans nada dizia...

3-cerca das 1640 lá se embarcou. Ficamos 12 minutos no autocarro junto á porta. Seguimos para o aviao(Fokker) e ficamos , ainda dentro do bus e sob um sol escaldante , cerca de 15 minutos.

4- Com tudo sentado no aviao , eram 1720 , informa o comandante que só sairiamos ás 1800.

5-Resumindo. ATD casa Lisboa 1400 TMG ATA casa Madrid 2015 TMG

6- Conclusão......Nem tiro

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

OLÁ OC


Dado que o nosso inestimável e indispensável Jota resolveu meter férias do Bom Dia OC, ficámos todos um bocado descalços... Assim cabe-nos a nós todos dar um input e tentar preencher o vácuo deixado pelo desertor. (VOLTA,JOTA;ESTÁS PERDOADO...)
Assim proponho que todos ou alguns de nós editemos uma espécie de bons dias ao OC, em molde provisório faça, e vamos ver o que dá.

Para já proponho que a rubrica se chame OLÁ OC.
E como hoje é 4 de Outubro aí vai uma sentida homenagem de um Republicano a um oficial de Marinha:
Almirante Carlos Cândido dos Reis

Nasceu em 1852 e morreu em 1910, na Travessa das Freiras, em Arroios, Lisboa.
Teve uma carreira militar na Armada chegando ao posto de vice-almirante. Nunca ocultou as suas convicções republicanas, participando inclusive em manifestações públicas. Foi, por isso, um dos líderes republicanos com maior evidência na propaganda contra a Monarquia e contra os abusos do clero.
Se o movimento revolucionário, a 28 de Janeiro de 1908, não tivesse falhado, Cândido dos Reis teria chefiado o movimento. Depois deste fracasso, empenhou-se cada vez mais na sua actividade contra a Monarquia. Juntamente com João Chagas, marcou uma revolução para 20 ou 21 de Agosto de 1910. Devido a uma denúncia tiveram que adiar essa revolução. Todavia, a 28 de Agosto de 1910, o Partido Republicano conheceu um importante triunfo: são eleitos dez deputados entre os quais se encontra Cândido dos Reis.
Perante esta situação, abre-se caminho para a revolução republicana, que ficaria agendada para a madrugada de 4 de Outubro. A morte do Professor Miguel Bombarda, na tarde do dia 3, membro do comité civil e amigo do vice-almirante, fez recear a revolução, mas Cândido dos Reis avançou contra todas as hesitações.Os oficiais da Armada juntaram-se então no local e na hora combinados. Sob a chefia de Cândido dos Reis foi suposto dirigirem-se aos navios e fazerem desembarcar as guarnições disponíveis, com o fim de travarem o combate final contra a Monarquia. Contudo surgiram algumas contrariedades, pois a revolução em terra falhara, os sinais combinados encontravam-se todos trocados e travava-se uma batalha sangrenta. Para evitar uma chacina ainda maior, Cândido dos Reis libertou os seus companheiros de qualquer actividade e desmobilizou-os. Dando a revolução como falhada Cândido dos Reis foi para casa da sua irmã, na Rua de D. Estefânia. Pouco depois das cinco horas da manhã, quando já não se ouvia o troar da artilharia, saiu de casa. Às 6 horas da manhã era encontrado morto na Travessa das Freiras.
A sua morte levantou desde logo dúvidas, ignorando-se se foi suicídio ou assassínio.
Após tentativas frustradas de revolução e de algumas décadas de propaganda contra o regime monárquico, o regime republicano foi instaurado em Portugal, a 5 de Outubro de 1910, por meio de uma revolução armada organizada por conspiradores militares e civis, congregados em torno do Partido Republicano e de duas organizações secretas de cariz social diferente (a Maçonaria e a Carbonária).
Os dirigentes revolucionários tinham previsto que a revolução triunfaria facilmente em Lisboa e seria depois proclamada no resto do País por telégrafo. Assim veio efectivamente a acontecer, dado que os combates, de dimensão relativamente reduzida, se circunscreveram unicamente a Lisboa (Rotunda).
A República instituiu um regime de igualdade política, nomeadamente no campo das liberdades de associação e expressão e dos direitos eleitorais, mas não realizou a igualdade social, nunca conseguindo encontrar meios para eliminar as precárias condições de vida da grande massa da população, extremamente pobre e com elevado nível de analfabetismo.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

O HOSPITAL DA MARINHA É NOSSO?

Não me consegui calar , pessoal.

Não vos estou a criticar pelo vosso silêncio.

Só estou a dizer que resolvi não me calar , dentro da hierarquia , pois não gostaria de o fazer fora.

Assim , além da carta ao CEMA , falei a outro importantíssimo membro das nossas (para mim ainda são) Chefias , que ficou siderado e nem queria acreditar.

Fiquei magoado , melindrado , ofendido e achincalhado.

E resolvi acordar.....
"MPM versus Serviço de Estomatologia do HM" enquanto isto é mole.


O Mar continua zangado ...

... com a Azarujinha. Não satisfeito em ter-lhe levado a maior parte da areia, agora deixou-lhe em troca um "caldo verde" que não é brincadeira nenhuma. Nunca tinha visto nada parecido com isto. Este ano, em termos de praia, é para esquecer!


(Para ampliar, "clicar" nas imagens)

Olha quem ele é ...



Apanhado no blogue "Cãmara Corporativa" ... mas que achado, senhores!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

COISAS BOAS

Fui ver o MS DEUTSCHLAND.

Linha moderna , 470 passageiros , camarotes simples mas cómodos , e uma área comum de luxo , belle époque , muito bonita e cómoda.

Almoçei. bem , mas podia ser bem melhor. Aquela comida.....

Seguia para Portimão e Mónaco.

Para reformados é o que convém. Sobretudo os reformados das Forças Armadas Portuguesas

Alguém explica?

O Governo , este , que vamos tendo graças à oposição de Mendes e dos seus assessores, pela voz , ou boca , daquela personagem sinistra que é o Ministro da Presidência , resolveu isentar de IRS a bolsa dos profissionais de alta competição ....MUITO BEM , digo eu ....e, os seus treinadores ...ESSA É BOA , digo eu também.

Os rapazes e raparigas , com esforços tremendos , mas , sobretudo carreiras de muita curta duração, percebe-se bem.

mas os treinadores ?????

Vou ali e já venho

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

BOLSA DE PANDORA

Dá-me ideia que o meu Amigo , ontem , abriu a bolsa.

E , como dizia o poeta , "...quando desembarcarmos no Rossio , canção , verão que a rua não é um rio....".

Ou , como diria Madaíl "...driblou-se a ele mesmo..."

É pena. Gosto dele

O Mar

(Para ampliar, "clicar" na imagem)

Talvez zangado por não lhe terem ligado nenhuma no seu dia, como muito bem notou o Temes, o senhor Mar veio por aí acima e levou a praia da Azarujinha com ele ... adeus e até pró ano, espero eu.

domingo, 30 de setembro de 2007

Dia Mundial do Mar

Gostaria de saber quantos de vós souberam que no passado dia 27 de Setembro se comemorou o dia Mundial do Mar. E já agora quem me indica um orgão de comunicação social que tenha referido tal evento. E quem me indica onde estiveram navios abertos a visita (por ex. os oceanograficos e de pesca).

Mais uma vez estamos presentes perante a incoerência entre o discurso e a acção. Como será possível, por um lado andar a afirmar a importância do Mar para a vida desta comunidade portuguesa e depois assistir a este alheamento nomeadamente dos governantes.
Estive, na tarde desse dia, presente numa sessão evocativa promovida pelo IPTM (Instituto Portuário e Transporte Marítimo) única entidade que que se dignou falar sobre o Mar. Estavam igualmente presentes os habituais 100 indivíduos, que normalmente se arrastam nas sessões da área marítimo-portuária e onde os orgãos de comunicação social primam pela ausência (talvez tenham que ter ido ver o treinador Mourinho entrar em casa depois do seu almoço com uns amigos em Setúbal!). A única diferença foi a presença do Alm. CEMA a quem a Secretária de Estado dos Transportes, na sua intervenção) chamou CEMGFA (e que não estava em sua representação!).

Trantando-se do Dia Mundial do Mar seria natural a presença naquela sessão de outros membros do governo que tem tutela sobre o Mar (e são vários....), principalmente o Sec Est dos Assuntos do Mar (a menos que o título lhe tenha sido atribuído por engano, ou porque os membros do governo tem ciúmes uns dos outros). Para já não referir que seria natural que outros ministérios tivessem iniciativas sobre o tema!

A vida está difícil, não haja dúvida !