quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
O "Ti ALFREDO" deve estar furioso
No passado dia 25 de Novembro, o Ministério da Defesa Nacional anunciou a extinção do Arsenal do Alfeite, a mais importante empresa pública do Concelho de Almada, fundamental do ponto de vista económico e social, com forte impacto a nível local e regional, como no plano estratégico da defesa e soberania nacionais, garantindo a operacionalidade da Marinha Portuguesa.Anuncia assim a intenção de criar a Arsenal do Alfeite, Sociedade Anónima, empresa tutelada pela EMPORDEF, na lógica da desresponsabilização do Estado face à economia e ao aparelho produtivo nacional, caminhando para a entrega aos privados de mais uma importante empresa de construção e reparação naval, empresa estratégica para a defesa e soberania nacionais e para o desenvolvimento do País.
O ataque que desde há muito tem vindo a ser realizado pelos sucessivos governos contra o Arsenal do Alfeite, integra-se na ofensiva que tem vindo a ser feita contra a indústria naval, com a entrega ao grande capital de empresas nacionalizadas de prestígio internacional, produzindo a destruição de milhares de postos de trabalho, precarizando outros tantos e destruindo uma grande potencialidade nacional. O concelho de Almada já assistiu às consequências desta política com o encerramento da Lisnave na Margueira.
Este ataque conduziu, propositadamente e particularmente desde a década de 90, ao desaproveitamento e não modernização dos meios tecnológicos e humanos, à sua não adaptação às exigências que se colocam ao exercício da actividade de sempre do Arsenal, desde o século XIV, e enquadra-se no objectivo de privatizar tudo aquilo que, segundo a sua concepção e opção, o Estado não esteja vocacionado para fazer, mas os privados sim.
O Governo do PS, agindo em conformidade com a essa concepção, pretende, sob o argumento do desajustamento estrutural do Arsenal de que é responsável e da necessidade de modernização e requalificação, entregar ao sector privado um estabelecimento industrial público, com enormes potencialidades técnicas e humanas, cuja credenciação e qualidade dos trabalhos executados é reconhecida internacionalmente, e que desde sempre esteve e está vocacionado para servir a Marinha Portuguesa e Portugal e contribuir para a defesa da soberania do País.
O Ministério da Defesa Nacional diz garantir a ligação da nova empresa à Marinha Portuguesa mas, de facto, nada pressupõe que assim seja, ficando a nova empresa submetida aos ditames do mercado nacional e internacional e à lógica do lucro, colocando em segundo plano a Marinha, os trabalhadores e a defesa e soberania nacionais.
O Governo diz que a Arsenal do Alfeite, S.A., terá 100% capitais públicos mas não diz que também a OGMA era tutelada pela EMPORDEF e agora 65% do seu capital pertence a EMBRAER, empresa multinacional brasileira. Tendo sido semeado todo um investimento pelo Estado, os lucros são depois colhidos pelos privados.
Esta decisão do governo, que repudiamos com toda a energia, é feita sem consulta e à margem da opinião dos trabalhadores e dos seus órgãos representativos, merecendo forte contestação por parte dos trabalhadores do Arsenal e da população de Almada, que saudamos calorosamente.
São graves as afirmações do Ministério da Defesa Nacional que, dizendo que todos os direitos e garantias dos trabalhadores estão assegurados, clarifica que o quadro de pessoal definitivo só será definido pela administração da Arsenal do Alfeite S.A., e que estudos recentes apontam para um quadro de pessoal com menos 400 trabalhadores.
Afirma que “só com a colaboração dos trabalhadores será possível levar o Arsenal do Alfeite a novos patamares de desenvolvimento”, quando apenas recebeu a Comissão de Trabalhadores minutos antes de anunciar a decisão, ignorando por completo a Comissão Sindical e as reivindicações apresentadas.
Anuncia também que os trabalhadores poderão celebrar contratos individuais de trabalho com a nova empresa, ocupar vagas disponíveis noutros organismos da Administração Pública ou integrar o regime de mobilidade especial. Tal retrocesso social e laboral, só pode merecer o mais firme repúdio por parte dos trabalhadores, que vêem assim os seus direitos conquistados ao longo de décadas completamente destruídos.
O PCP rejeita a criação da Arsenal do Alfeite, S.A. e defende o reforço do investimento do Estado no actual Arsenal do Alfeite, garantindo a estabilidade, a modernização e o futuro do estaleiro. Combatemos a intenção da privatização do Arsenal do Alfeite e exigimos que se mantenha a sua natureza pública e a ligação à Marinha, garantindo a operacionalidade e funcionamento da Armada Portuguesa, protegendo a economia e soberania nacionais, o emprego e os direitos dos trabalhadores.
Assim, exigimos:
- A manutenção do papel público do Arsenal, como estaleiro integrado na Marinha;
- A responsabilização do Estado no que toca à recuperação das infra-estruturas e equipamento do estaleiro;
- O investimento na modernização tecnológica e material necessário para o cumprimento de todos os trabalhos executados;
- Melhor formação profissional e valorização dos trabalhadores, nomeadamente através da vertente salarial;
- Uma aposta em novos projectos e construções (lanchas rápidas, patrulhas e navio de combate à poluição) e não só na manutenção e reparação da frota existente;
- A contratação de mais trabalhadores efectivos de maneira a dar resposta ao trabalho existente e a formar novas gerações;
- A confirmação do vínculo público de todos os trabalhadores.
Apelamos para que os trabalhadores e a população de Almada, elevem a luta desenvolvida até aqui a um patamar mais elevado. A unidade e luta dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, em conformidade com a sua heróica história de resistência, poderá denunciar o ataque de que são alvo, para que a culpa não morra solteira, e criar as condições para a defesa dos postos de trabalho, dos direitos e de um Arsenal do Alfeite público, ao serviço da Marinha, dos trabalhadores e do país.
Fonte: A Concelhia de Almada do Partido Comunista Português
E eu digo porque aqui pus o "Ti Alfredo" . é que ele trabalhou no Arsenal , como marceneiro, e agora deve estar a dar voltas na tumba.
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Manel
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21:48 –
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Conferência do MDN
Como antigo auditor dos Cursos de Defesa nacional recebi um convite para assistir a uma conferência do MDN, esta tarde, no Instituo de Defesa Nacional.
Certamente que estava programada há meses! Mas não deixa de ser curiosa a coincidência. Depois uma palavras de um general reformado que foram consideradas como extemporâneas e desajustadas eis que o 1º Ministro vai falar na abertura do ano lectivo nos Altos Estudos Militares e agora o Ministro também vai dizer coisas sobre os militares!
Certamente que são coisas redondas, com têm sido habitual...
Espero que os militares não se sintam obrigados a estar presentes e perderem o seu tempo. A menos que queiram figurar na fotografia da “brigada do reumático II”.
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Orlando Temes de Oliveira
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13:30 –
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O Banco Alimentar
De acordo com as informações tornadas públicas a recolha de donativos para o Banco Alimentar durante o último fim de semana ultrapassaram as 1900 ton, ou seja mais 19% que no ano anterior.
Notável o espirito de solidariedade que este nosso povo demosntra. Em altura de aperto de carteira aumenta a ajuda para aqueles que menos têm.
Menos notável é a atitude da classe política, e do governo em particular, que nem uma palavra tem sobre esta atitude do povo a quem tudo exigem. Quem viu um membro dum partido colaborar na recolha ou fazer um comentário. Claro que para estarem presentes numa inauguração ou na oferta de um computador sempre atentos e até 1º Ministro aparece! Não sabem ou não querem resolver os problemas dos portugueses e ainda ignoram quem vem minimizar a situação.
Pobre País que consegue gerar tal raça de políticos!
Onda do
Orlando Temes de Oliveira
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13:29 –
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
LÁ FORA HÁ DISTO
HMS Westminster chega a Londres , atravessa a ponte e vê a sua cidade.
Que Fragatão , como diriam os alentejanos
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Manel
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23:44 –
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Etiquetas: Navios
domingo, 30 de novembro de 2008
Ataque à Nau de Pedra
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J.N.Barbosa
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18:54 –
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sábado, 29 de novembro de 2008
GOOD NEWS
Vice-Almirante Saldanha Lopes escolheu o Comando de Zona Marítima da Madeira para realizar a sua primeira visita oficial aos diversos comandos pelos quais é, agora, responsável. O novo Comandante Naval, que foi empossado no passado mês de Outubro, esteve durante três dias na Região e parte, hoje, para Lisboa, a bordo da fragata Côrte Real, um dos mais modernos navios da Armada portuguesa. Em declarações ao Jornal da Madeira durante a sua visita ao Funchal, Saldanha Lopes referiu que esta é uma forma de se fazer, também, treinos de pessoal para diversos cenários, aproveitando a navegação que é aconselhável que se faça aos navios, sendo importante “verificar todos os equipamentos, treinar o seu uso” pelo menos uma vez por mês. Neste caso particular, a fragata, da Classe Vasco da Gama, fez então o treino específico nas águas próximas à Madeira, “em vez de o fazer no Algarve, por exemplo”, com o Vice-Almirante a aproveitar para assistir às capacidades de reacção daquele meio. Como tal, prosseguiu, “o aproveitamento de todas estas sinergias talvez possibilite, e é desejável que o faça, uma presença mais assídua dos meios navais na Madeira, para além do navio-patrulha atribuído à Zona Marítima”. Mais meios com mais frequência
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Manel
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10:53 –
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O NOSSO CLUBE
Onda do
Manel
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23:16 –
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
HÁ sinceridade nisso ?
Oh , Camarada , Sr . Nogueira:
Aqui , que ninguem nos ouve , diga lá , mas sob juramento:
O seu protagonismo e esforço contínuo , direi mesmo exagerado , neste momento , tem a ver com a luta e a causa dos Professores , ou com a sua luta para substituir Carvalho da Silva na INTER?
Seja sincero , camarada , olhe que o seu rival está atento.
Onda do
Manel
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23:30 –
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Etiquetas: sindicatos
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
JOBS FOR THE BOYS
O Ministério da Defesa Nacional anunciou o início do processo de modernização do Arsenal do Alfeite, assegurando que este se manterá uma única empresa, totalmente detida por capitais públicos e ligada à Marinha Portuguesa. O actual Arsenal do Alfeite será transformado em sociedade anónima de capitais públicos, designar-se-á Arsenal do Alfeite, S.A. e ficará na égide da holding das indústrias de defesa portuguesas, Empordef, seu único accionista. A nova empresa irá operar na actual localização, instalações integradas na Base Naval de Lisboa, pertencentes ao Estado, que serão cedidas à Arsenal do Alfeite, S.A. através da celebração de um contrato de concessão com a duração de 30 anos.Dado o seu grande interesse estratégico, não existe qualquer intenção do Ministério da Defesa Nacional em proporcionar a alienação total ou parcial do capital da nova empresa a participações privadas. O conselho de Administração da nova empresa será composto por três elementos, um representante da Marinha Portuguesa e dois gestores profissionais nomeados pela Empordef. O processo legislativo de criação da nova empresa terá agora início, prevendo-se que a sua conclusão possa ocorrer em aproximadamente 6 meses. O normal funcionamento da actividade do estaleiro não será afectado durante este período de transição.
O Arsenal do Alfeite é hoje a única empresa industrial ainda directamente dependente da Orgânica Central do Estado e que opera segundo um modelo de funcionamento definido nos anos 30 do século passado, totalmente desadequado a uma gestão moderna e eficiente. No actual formato, o Arsenal do Alfeite corre inclusivamente sérios riscos de encerrar pois apresenta vulnerabilidades que afectam gravemente o seu normal desempenho e enfraquecem as suas evidentes potencialidades. Um novo modelo de gestão e organização pode responder melhor aos interesses da Marinha Portuguesa e abrir outros mercados, potenciando as suas receitas.
O Arsenal do Alfeite, S.A. irá ser alvo de investimentos avaliados em cerca de 70 milhões de euros, em parte relacionados com obras de recuperação das estruturas portuárias e construção de um novo sistema de docagem. Estes investimentos, assim como a sua empresarialização, são considerados os dois elementos fundamentais para permitir modernizar o Arsenal do Alfeite, posicioná-lo num patamar tecnológico mais avançado e aumentar a sua competitividade. O propósito é criar um centro tecnológico de excelência da indústria naval que sirva melhor a Marinha Portuguesa, actualmente a completar um ciclo de renovação de toda a sua frota, e que também permita voltar a projectar a indústria naval portuguesa no mercado internacional.
Após a sua modernização, que também implicará a obtenção de atributos de centro de reparação acreditado por diversos fabricantes de equipamento marítimo de referência, existirão condições para que o Arsenal do Alfeite aspire à realização de trabalhos até hoje impossíveis, tais como:
reparação naval militar nos novos navios e submarinos adquiridos pela Marinha Portuguesa;
reparação nos portos portugueses de navios militares de Marinhas de países amigos;
reparação naval de navios não militares que demandem os portos portugueses;
manutenção de equipamentos militares e de armamento em tecnologias correntes nos navios militares, orientado para o mercado das Forças Armadas, Forças de Segurança, instalações NATO, etc.;
criação de um centro nacional de desenvolvimento tecnológico das actividades marítimas e de formação profissional e tecnológica;
projecto e construção naval de navios de serviço, de fiscalização e de navios militares de pequeno e médio porte, orientado para mercados em África e, eventualmente, nas América Central e do Sul;
desenvolvimento de actividades de consultoria em engenharia naval e em gestão e tecnologia de estaleiros orientadas para mercados em África e Américas, Central e do Sul.
A médio prazo, pretende-se que o Arsenal do Alfeite, S.A, apresente um crescimento das suas actuais receitas em pelo menos 20%. A longo prazo, a facturação poderá superar a actual em cerca de 30%.
Portugal detém portos próximos das principais rotas atlânticas e não faz sentido que a sua indústria naval não se encontre mais desenvolvida, contribuindo para o crescimento geral da economia nacional. O Ministério da Defesa Nacional pretende também contribuir para a retoma sustentada da economia e considera que as estruturas da indústria naval sub sua tutela, se modernizadas, podem ajudar nesse objectivo. Para a sua concretização é fundamental a participação dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, principal garante do know-how da empresa.
Todos os direitos e garantias dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite estão perfeitamente assegurados, ao abrigo do seu actual vinculo à função pública. Durante o período de transição para a nova empresa os trabalhadores do Arsenal do Alfeite não vão sentir qualquer alteração, qualquer falha no pagamento de salários ou quebra de qualquer outro benefício ou regalia em vigor. O período de transição será de cerca de 6 meses, durante o qual os actuais trabalhadores do estaleiro poderão: celebrar voluntariamente contratos individuais de trabalho com a nova empresa; ocupar voluntariamente vagas disponíveis no quadro civil da Marinha Portuguesa ou qualquer outro organismo da Administração Pública ou integrar o regime da mobilidade especial.
Logo que tome posse, a nova Administração irá iniciar o processo de transição dos trabalhadores.
A dimensão final do quadro de pessoal do Arsenal do Alfeite, S.A. só vai ser definida pela nova Administração, após definição e aprovação final do plano estratégico. Os estudos efectuados recentemente apontam que, para responder à carga de trabalho requerida para os anos imediatos, a nova empresa deva deter um quadro de pessoal com cerca de 800 a 1000 trabalhadores.
O propósito deste processo de empresarialização é modernizar e aumentar a competitividade do Arsenal do Alfeite, o que irá naturalmente permitir melhorar significativamente as actuais condições de trabalho na empresa. O know-how da organização está nas pessoas que nela trabalham, desta forma, a futura Administração terá todo o interesse em reter todos os trabalhadores que aportem valor à organização e que queiram contribuir para transformar o Arsenal do Alfeite, S.A. num caso de sucesso.
Onda do
Manel
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23:14 –
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Olimpíadas de Xadrez
Para os mais curiosos: podem ver todos os detalhes destas Olimpíadas neste site.
Onda do
LSN
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12:47 –
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
ADEUS velha AVENIDA
Onda do
Manel
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18:10 –
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Arsenal, Arsenal
Quando se fala destas mudanças sublinha-se muito os aspectos financeiros, de gestão e os costumados despedimentos (cheios de garantias...); nunca se diz se o cliente ficará mais bem servido, se o serviço é mais barato ou se a empresa ficará mais moderna e eficaz. Como o único cliente é a Marinha ( poderá haver um ou outro biscate para fora sem significado), já sabemos quem será a vítima.Fica a dúvida se os administradores civis vão ganhar como o militar ou vice-versa.
O espectro de Viana do Castelo paira sobre o Arsenal.
Onda do
J.N.Barbosa
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16:11 –
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AORN
Tratando-se de fim de semana prolongado a segunda feira dia 1 de Dezembro, feriado nacional, é esta mais uma excelente oportunidade de deslocação a Norte e convívio da Reserva Naval.
Anexamos ainda Anúncio oficial da REGATA DA RESERVA NAVAL. Mais informações no nosso website http://www.reservanaval.pt/.
Esta foto é do nosso LSN
Onda do
Manel
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00:42 –
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domingo, 23 de novembro de 2008
Notícias de Lagutrop
Hoje fui visitar a freguesia de Carnide. Entre outras coisas interessantes, descobri esta casa que foi do bispo de Lisboa. Conclusão: já nem a religião se safa!
Onda do
José Aguilar
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22:51 –
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Etiquetas: Património



