domingo, 4 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Parvoice jornalística
Saiu ontem no Diário da República o decreto-lei que define os quantiativos dos quadros permanentes das F.A., onde se verifica a já falada redução de 1300 efectivos. Pois houve logo jornalista que fez o título Número de oficiais supera soldados! Marinha vence Exército em número de recursos humanos. Nem mais. O pobre escriba tresleu o decreto-lei, que trata só de quadros permanentes. Se tivesse tido o cuidado de ler bem, veria que o Exército tem zero soldados; mas não viu e preferiu fazer um título bombástico. Se o Júdice e o Saldanha Sanches pegarem nisto não se admirem...
Onda do
J.N.Barbosa
@
17:28 –
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domingo, 27 de setembro de 2009
LDP 208
Recebido em 25SET09 de J Maia-Teixeira:
"Para o caso de interessar... ao Manel.
As fotos são da LDP 208 no Zambeze, em 1970/71. Na primeira, salvo o marinheiro, estão camaradas meus da C.Caç.2788 (açorianos) em Lumbala Velha. Quando os fusos por lá passavam era obrigatório abrir a cantina, porque eles recusavam-se a beber água do Zambeze...
A segunda foto penso ter sido tirada ou no Chilombo ou na zona do Cazombo.
Cumprimentos"
"Armados em Fuzos"
"LDP 208"
Onda do
LSN
@
18:38 –
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Iate Aleksandra
Recebido em 25SET09, como comentário à "onda" de 23SET09 ("A" de Aleksandra)
"Bom dia,
Tambem tive a oportunidade de estar perto deste fabuloso iate e como estive a poucos metros de distância obtive umas fotos que pretendo partilhar com o autor do post para que as utilize como entender se assim o desejar.
Continuem com o vosso bom trabalho.
Cumprimentos,
Fernando Boaventura
Militar da Armada na Reserva"
Onda do
LSN
@
18:12 –
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A Patria e os Militares
Hoje, dia de eleições para a Assembleia da República, ocorreu-me discutir um tema que reputo de alguma maior importância para a Pátria (Nação, Estado, República, Monarquia, ou que quer que seja):
Reporto-me a um artigo, publicado no Expresso Economia, de 19 de Setembro passado, da autoria de J. L. Saldanha Sanches (autor de quem sempre aprecio os artigos), subordinado ao título “O (mau) capitalismo”
Recomendo a sua leitura e não resisto a, com a devida vénia e arriscando-me a citar fora do contexto, a reproduzir o seu 7º parágrafo:
“O Bloco não é Chaves, felizmente, e há décadas que em Portugal ninguém acredita que os militares possam salvar a pátria ou servir para qualquer coisa”. Fim de citação.
É obvio que este “ninguém” está mais (suponho que nunca foi feita uma consulta à Pátria, que permita tal afirmação) devendo ser substituída pela palavra “eu” (ele).
No entanto, considero que o tema é de extrema importância, não para nós militares, mas para a Pátria e deveríamos (nós, os Portugueses e não nós, os militares) determo-nos a discuti-lo, por exemplo aproveitando o período eleitoral que hoje termina para ficarmos um pouco mais esclarecidos.
Como tal não foi, infelizmente, possível sugiro que o nós os militares passemos a dedicar mais tempo a discutir o tema com as nossas relações (e os nossos blogues constituem um espaço privilegiado para o fazer), e a tentarmos esclarecermo-nos e esclarecermos os que nos rodeiam.
Reporto-me a um artigo, publicado no Expresso Economia, de 19 de Setembro passado, da autoria de J. L. Saldanha Sanches (autor de quem sempre aprecio os artigos), subordinado ao título “O (mau) capitalismo”
Recomendo a sua leitura e não resisto a, com a devida vénia e arriscando-me a citar fora do contexto, a reproduzir o seu 7º parágrafo:
“O Bloco não é Chaves, felizmente, e há décadas que em Portugal ninguém acredita que os militares possam salvar a pátria ou servir para qualquer coisa”. Fim de citação.
É obvio que este “ninguém” está mais (suponho que nunca foi feita uma consulta à Pátria, que permita tal afirmação) devendo ser substituída pela palavra “eu” (ele).
No entanto, considero que o tema é de extrema importância, não para nós militares, mas para a Pátria e deveríamos (nós, os Portugueses e não nós, os militares) determo-nos a discuti-lo, por exemplo aproveitando o período eleitoral que hoje termina para ficarmos um pouco mais esclarecidos.
Como tal não foi, infelizmente, possível sugiro que o nós os militares passemos a dedicar mais tempo a discutir o tema com as nossas relações (e os nossos blogues constituem um espaço privilegiado para o fazer), e a tentarmos esclarecermo-nos e esclarecermos os que nos rodeiam.
Tenham uma boa semana de trabalho.
Um grande abraço
Onda do
Jorge Beirão Reis
@
12:28 –
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Mais faróis
Depois de umas longas férias, os faróis voltam a atacar (pacificamente, como sempre). Desta vez através do senhor Alfred Stevens. Quem quiser saber mais sobre o autor deste Lighthouse at Dusk, pode consultar a Internet. Entretanto, para não defraudar ninguém, fica a informação de que este pintor era belga e viveu entre 1823 e 1906.
Onda do
José Aguilar
@
15:02 –
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Etiquetas: Faróis
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
"A" de Aleksandra
O cãozinho é muito giro, não é???
Onda do
LSN
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17:34 –
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
"Henrique Tenreiro - Uma biografia política"
A quem puder interessar deixo esta nota. Se bem que com bastantes imprecisões, sobretudo depois de 1974, saiu há tempos este livro do Círculo de Leitores que demonstra a conquista do pode político e económico por um oficial da Armada de origens humildes, no seio do regime saído do 28 de Maio!
Onda do
Jorge Lourenço Goncalves
@
17:40 –
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Etiquetas: Tenreiro
sábado, 19 de setembro de 2009
Francisco Lobato (2)
Francisco Lobato venceu a etapa com o tempo de 6 dias,2 horas e 31 minutos a uma velocidade média de 7.84 nós. Isto apesar de nas últimas 36 horas ter enfrentado uma calmaria enervante.
Parabéns.
Onda do
J.N.Barbosa
@
17:50 –
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Francisco Lobato
Francisco Lobato lidera a regata La Rochelle- Funchal-Baía para solitários em barcos de 6,5 m. Está com vinte horas de avanço sobre o previsto, a mais de setenta milhas do segundo e deve chegar ao Funchal amanhã, assim não haja qualquer contratempo. Está a dar um espectáculo raro no desporto português. O barco chama-se ROFF TMN.
Onda do
J.N.Barbosa
@
10:39 –
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A nova lei orgânica da Marinha
No Diário da República de ontem foi publicada a nova lei orgânica da Marinha, com as alterações já anunciadas e outras que nós não conheciamos. É interessante analisá-la em conjunto com as leis orgânicas dos outros ramos, EMGFA e MDN. No que respeita à da Marinha, vou só apontar alguns aspectos mais relevantes, começando pelo preâmbulo da lei, que é sempre o local onde se encontra a poesia, a demagogia e a mentira. Ressaltam duas passagens. A primeira diz que a lei "incorpora importantes alterações relativamente ao emprego operacional da Marinha no quadro das Forças Armadas, adoptando um conceito de emprego operacional como actividade permanente e não excepcional". Isto é um insulto gratuito que só pode ser fruto da ignorância. A segunda diz que será uma "Marinha de duplo uso em actuação militar e não militar, numa lógica de economia de esforço e de escala". Isto é importante e parece estabelecer este aspecto de uma vez para sempre.
No que respeita à missão, diz que "a Marinha participa de forma integrada na defesa militar da República... especialmente vocacionada para a geração, preparação e sustentação de forças". Ou seja, a vocação da Marinha não é a condução das operações navais ou a responsabilidade pelo espaço marítimo de interesse nacional, estas serão da responsabilidade de um tal Comando Operacional Conjunto obviamente mais competente.
No que respeita à estrutura orgânica assinala-se a criação de uma nova superintendência e de uma inspecção-geral, e a reconfiguração (!) do Comando Naval em comando de componente naval (com minúsculas). A Superintendência dos Serviços de Tecnologias de Informação é chefiada por um contra-almirante e fica na dependência do Vice-CEMA e será a autoridade funcional para a área dos sistemas de informação e comunicações. O Inspector- Geral será um vice-almirante.
O comando da componente naval, designado por Comando Naval, terá como missão o cumprimento de todas as missões particulares da Marinha e fará o que lhe mandarem como comandante da componente naval de uma task force constituida, em permanência, por todas as forças deste país! Brilhante; é uma inovação a nível mundial e uma nova interpretação do que é organização operacional e relações de comando. Esperemos que um futuro ministro mais bem avisado corrija esta, nem sei como lhe chamar...
As funções de Vice-CEMA vêm agora mais bem definidas, nomeadamente dizendo que é o 2º comandante da Marinha e hierarquicamente superior a todos os oficiais do seu posto. Isto nunca fora escrito num diploma legal.
O Conselho do Almirantado passa a incluir todos os vice-almirantes em serviço nas Forças Armadas e não na Marinha, como até aqui.
Desaparecem o Hospital da Marinha e o Arsenal do Alfeite de uma penada.
Perdeu-se uma oportunidade de corrigir a terminologia usada nos comandos administrativos, voltando a chamar flotilhas e esquadrilhas ao que já assim fora, e voltando a chamar esquadra ao que hoje, envergonhadamente, chamamos flotilha.
No que respeita à missão, diz que "a Marinha participa de forma integrada na defesa militar da República... especialmente vocacionada para a geração, preparação e sustentação de forças". Ou seja, a vocação da Marinha não é a condução das operações navais ou a responsabilidade pelo espaço marítimo de interesse nacional, estas serão da responsabilidade de um tal Comando Operacional Conjunto obviamente mais competente.
No que respeita à estrutura orgânica assinala-se a criação de uma nova superintendência e de uma inspecção-geral, e a reconfiguração (!) do Comando Naval em comando de componente naval (com minúsculas). A Superintendência dos Serviços de Tecnologias de Informação é chefiada por um contra-almirante e fica na dependência do Vice-CEMA e será a autoridade funcional para a área dos sistemas de informação e comunicações. O Inspector- Geral será um vice-almirante.
O comando da componente naval, designado por Comando Naval, terá como missão o cumprimento de todas as missões particulares da Marinha e fará o que lhe mandarem como comandante da componente naval de uma task force constituida, em permanência, por todas as forças deste país! Brilhante; é uma inovação a nível mundial e uma nova interpretação do que é organização operacional e relações de comando. Esperemos que um futuro ministro mais bem avisado corrija esta, nem sei como lhe chamar...
As funções de Vice-CEMA vêm agora mais bem definidas, nomeadamente dizendo que é o 2º comandante da Marinha e hierarquicamente superior a todos os oficiais do seu posto. Isto nunca fora escrito num diploma legal.
O Conselho do Almirantado passa a incluir todos os vice-almirantes em serviço nas Forças Armadas e não na Marinha, como até aqui.
Desaparecem o Hospital da Marinha e o Arsenal do Alfeite de uma penada.
Perdeu-se uma oportunidade de corrigir a terminologia usada nos comandos administrativos, voltando a chamar flotilhas e esquadrilhas ao que já assim fora, e voltando a chamar esquadra ao que hoje, envergonhadamente, chamamos flotilha.
Onda do
J.N.Barbosa
@
13:22 –
tem 2
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