segunda-feira, 11 de abril de 2011

Vai Deixar de Haver Crise! Vamos Ter Eleições!

De acordo com o Mapa Oficial n.º 4/2011, da Comissão Nacional de Eleições, publicado no Diário da República , 1ª Série, n.º 71, de 11 de Abril de 2011, apresentado acima, somos 9.621.076 eleitores (informação prestada pela Direcção-Geral da Administração Interna, em 7 de Abril de 2011) e vamos eleger 230 deputados, os quais, espero, irão fazer com que Portugal ultrapasse a Crise. Com que custo? E quem paga? Como dizia o nosso Grilo nos tempos idos de 1975, e cito: "Os pobres que paguem a crise! Por duas razões: 1ª - Porque estão habituados e 2ª - Porque, sendo muitos, não se nota tanto". Fim de citação. Aproveito a oportunidade para acrescentar uma 3ª - Porque, se os ricos pagassem a crise, deixavam de ser ricos. E isso, eles não estão pelos ajustes. Tenho dito! Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia (espero que sem erros).

Na China há crise?


Foi anunciado o próximo acabamento do primeiro porta-aviões chinês. Este navio, o Varyag foi comprado à Ukrania em 1998 e, desde então, tem sido reconvertido às especificações chinesas. Foi apresentado como símbolo da modernização das forças armadas e da ambição naval deste país.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Isto É Que Vai Uma Crise. O Dinheiro dos Nossos Impostos

Ando curioso sobre o destino dos nossos impostos (para quem paga impostos). Assim, decidi reproduzir a Listagem n.º 68/2011, do Fundo de Fomento Cultural, publicada no Diário da República, 2ª Série, de 6 de Abril, com os subsídios concedidos no 2º semestre de 2010, num total de, apenas, 11 milhões de euros (0,022 de um submarino, utilizando a nossa nova unidade monetária). Noto que este é dos mais baratinhos. Noto também quais foram os três mais notórios subsídio-dependentes - Fundação Arte Moderna e Contemporânea-Colecção Berardo - 1,5 milhões, Fundação Centro Comercial de Belém - 3,6 milhões e Fundação Serralves - 2,4 milhões. Isto é que vai uma crise! Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a com a antiga ortografia

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Isto É Que Vai Uma Crise! Crise no BPN

Não Resisti! O tal BPN (o do risco sistémico ou o do caso de polícia, não sei qual) foi objecto de um artigo no Diário Económico de hoje, o qual, com a devida vénia, reproduzo (embora incompleto). Parece que trabalhadores e sindicatos consideram que não estão a viver e a fazerem-se transportar em viaturas, pagos com os nossos impostos. Isto é que vai uma crise! Tenham uma boa semana de trabalho (ou de descanso). Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia (mesmo com erros).

domingo, 3 de abril de 2011

MUITO FEIO

O que aconteceu no Estádio da Luz , depois da consagração do FCP como Campeão Nacional.

Apagar as luzes e ligar a rega....nunca se viu. E ainda falam de "fair Play" no futebol.

A culpa, coitada, morrerá uma vez mais solteira e virgem

Isto É Que Vai Uma Crise! O CULPADO!

Já o disse, e repito, que vale a pena ler o semanário "Expresso". Este sábado, para além dos artigos de Clara Ferreira Alves, na revista Única - "Os políticos nossos amigos" - de Miguel Sousa Tavares no caderno principal - "E A ORQUESTRA TOCA..." - de Luís Mira Amaral, no caderno economia - "AJUDA EXTERNA À PORTUGUESA" - gostaria de salientar o artigo de Luís Marques, também no caderno Economia, intitulado "Caça ao Culpado". E porquê? Tal como eu, que desde há longo tempo clamo que a culpa é de D. Afonso Hienriques, por ter batido na mãe (dele), também o autor afirma, embora de forma mais elegante e sofisticada, que, e cito: "... a culpa é de D. Afonso Henriques. Se ele não se tivesse revoltado contra a mãe, nada disto tinha acontecido". Fim de citação. É obvio que, se as gerações "à rasca", "rasca" e outras respeitassem os mais velhos, ou simplesmente os "velhos", nada disto e daquilo teria acontecido. Agora que sofram as consequências das faltas de respeito. Tenham um bom fim de fim de semana! Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia (mesmo com erros)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Casamentos ... e divórcios?????

(Para ampliar, "clicar" na imagem)

Visto para os meus lados. Nos tempos que correm não deve faltar negócio à "Adega Camponesa".

terça-feira, 29 de março de 2011

Where? Where?


Roubada a "Sapo Notícias", e da autoria de José Sena Goulão, da Lusa, aqui fica uma fotografia muito oportuna da visita de S.A.R. (porque, senhor cadete, o respeitinho é muito bonito) o príncipe Charles Philip Arthur George (KG, KT, GCB, OM, AK, QSO, CD, SOM, GCL, PC, AdC(P), FRS) ao N. E. "Sagres".

O senhor príncipe

Na reportagem televisiva da visita do príncipe Carlos à Escola Naval ouvimos um cadete declarar à SIC que o senhor príncipe (sic) era uma pessoa muito simpática, etc. Ficamos de cabelos em pé, mesmo não sendo monárquicos. Pois hoje o senhor teve um programa em Cascais que começou com um atraso nada britânico de hora e meia, o que permitiu assistir ao maior convívio policial dos últimos tempos, já que havia mais polícias do que espectadores. Só ali à volta da estátua do D. Carlos, local de chegada, eram uns vinte fardados e outros tantos à paisana, vestindo um figurino semelhante, que já não inclui peúga branca, mas se faz notar pelo gel no cabelo e os óculos escuros. À mistura, há uns com aspecto chunga que se infiltram entre a escassa assistência. Tudo isto comandado por um oficial à paisana com uma máquina fotográfica que disparava contra tudo quanto mexia. Entretanto evoluiam na baía quatro embarcações à vela especiais, adaptadas para deficientes, que eram o objectivo da visita de sua alteza. Apesar das embarcações estarem apoiadas por dois botes de borracha, entra em cena um semi-rígido dos Socorros a Náufragos de pirilampo ligado, guarnição de capacete, que se vai pregar mesmo em cima de terra para não perder nada do espectáculo. E lá chegou a alta entidade por entre a curiosidade de meia dúzia de ingleses e alguns portugas, que se dirigiu rapidamente ao cais para cumprir a sua obrigação. Estava isto a terminar quando chegam pachorrentos dois polícias maritimos para ver o que se passava... E foi assim.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Cabelos grisalhos ...

No Público de Sábado, 26 de Março, o historiador Filipe Ribeiro de Menezes, autor de Salazar: Uma Biografia Política assina um artigo intitulado "Crise a nossa amiga de sempre".


Aconselho vivamente a leitura do artigo, mas aquilo que me traz aqui é transcrever alguns parágrafos que nos dizem directamente respeito. Aqui vão eles, sem comentários:


"Pensões e reformas serão um dos campos de batalha das próximas eleições. O PS tendo formulado o PAC IV, já não poderá voltar atrás nessa matéria, que o condena aos olhos de muitos; o PSD, pelo contrário, afirmou já que são intocáveis. O exemplo irlandês ajuda-nos talvez a entender porquê. Numa primeira fase da crise financeira económica irlandesa, o anterior governo, liderado por Brian Cowen, tentou reduzir os benefícios de alguns reformados no campo da saúde. A revolta que se seguiu mostrou a força do "voto grisalho": os reformados formam uma fatia importantíssima do eleitorado, não só pelos números, mas também porque exercem o seu direito de voto, não se abstendo. Nenhum político consegue sobreviver a uma campanha bem orquestrada por estes eleitores de idade avançada. Desde então, e apesar do agravar constante da situação financeira, os reformados irlandeses têm sido protegidos, estando as suas pensões e reformas ao abrigo de um fisco cada vez mais voraz"


Fim de citação


Fico de algum modo confortado por ver que na Irlanda os cabelos grisalhos conseguiram fazer valer a sua força. Espero que por cá sejamos também capazes de criar e fazer valer a nossa força.

domingo, 27 de março de 2011

Mais alguns números da crise

Embora os números indicados pelo JBR revelem uma senhora crise, não queria deixar de, na sequência e em complemento das suas considerações, mostrar mais alguns. Reconheço que não são tão importantes e significativos como os da "onda" anterior mas apresento-os apenas como curiosidade.

Segue-se um gráfico com a evolução das visitas e número de "ondas" vistas no nosso blogue durante os últimos 30 dias:

Começámos a usar o actual "Sitemeter" em 14 de Setembro de 2009 e os dados, desde essa data, são os seguintes:

Os 154 711 visitantes anteriores a 14Set2009 incluem os do 1º "Água aberta ... no OCeano" que, aliás, continua a ser usado desde então (21 202 entradas).


A primeira "onda" do 2º "Água aberta" foi feita em 22Fev2007 e nesse ano tivemos um total de 764. Bem indicativo da crise que vivemos é a evolução deste parâmetro: 600 em 2008, 300 em 2009, 253 em 2010. Este ano vamos com 36 e a amostra do JBR não augura grandes melhorias. Esperemos que o futuro próximo traga inspiração bastante a todos os OCeanos para incrementar a colaboração no nosso "Água aberta ... "


Nota final: Eu, LSN, tento, embora com alguns sobressaltos e calafrios, escrever de acordo com a nova ortografia. Na semana passada tive um susto quando passei pelo Campo Pequeno e vi que a praça foi inaugurada pela "Empreza Tauromachica Lisbonense" ... mas rapidamente me refiz do abalo, tinha sido em 1892.

Isto É Que Vai Uma Crise!

Estatística do Blogue no Mês de Março (até hoje):

Dia 1 - 1 mensagem - 2 comentários.

Dias 2 e 3 - 0 mensagens (e 0 comentários).

Dia 4 - 1 mensagem - 0 comentários.

Dias 5 a 10 - 0 mensagens (e 0 comentários).

Dia 11 - 1 mensagem (do Selva) com 6 comentários!

Dia 12 - 1 menagem - 1 comentário.

Dia 13 - 2 mensagens, das quais uma (do Selva) com 5 comentários!

Dias 14 e 15 - 0 mensagens (e 0 comentários).

Dia 16 - 1 mensagem - 0 comentários.

Dia 17 - 1 mensagem - 0 comentários.

Dia 18 - 0 mensagens (e 0 comentários).

Dia 19 -1 mensagem - 0 comentários.

Dias 20, 21 e 22 - 0 mensagens (e 0 comentários)

.Dia 23 - 2 mensagens - 1 comentário.

Dia 24 - 1 mensagem -0 comentários.

Dia 25 - 1 mensagem - 0 comentários.

Dia 26 - 1 mensagem - 0 comentários.

Isto é que vai uma crise de participação! Haja fé que vindo aí eleições teremos uma oportunidade de encher o nosso blogue.

A despropósito: Gostei muito do comentário do Allen. Vou também começar a escrever, no final da cada intervenção: Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.

(Mesmo com erros)

sábado, 26 de março de 2011

O Big Brother

Isto de trazer um telemóvel no bolso é mais complicado do que julgamos. É como trazer um lembrete que diz sempre onde nós estamos. As operadoras de comunicações móveis obtém e guardam inúmera informação dos clientes, da qual a localização é só uma parte. De sete em sete segundos a companhia determina qual a torre mais próxima do telefone, para fazer o roteamento mais eficaz das chamadas. Assim, em qualquer instante, a operadora sabe onde estamos, regista e guarda essa informação, mas as operadoras não gostam de dizer que dados é que guardam. Um político alemão foi a tribunal para obrigar a divulgação dos seus dados pessoais e descobriu que, nos últimos seis mêses, a sua operadora tinha registado as suas coordenadas 35.000 vezes. Todos os seus percursos estavam registados.
De facto estamos lixados, só falta dormirem na cama connosco.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Portugal e o síndrome de Pinóquio

Por mais PECS aprovados ou não, por mais declarações do Primeiro ministro e dos seus boys (ministros ou caceteiros de serviço) façam, os mercados continuam sem lhes dar ouvidos, não acreditam e vão subindo os juros da dívida portuguesa. Pelo contrário, parece que quanto mais o primeiro ministro clama, mais os juros sobem, o que quer dizer que os mercados reagem proporcionalmente em sentido contrário ao seu clamor.

Entretanto os especialistas vão debatendo o problema e nós vamos ouvido, lendo e tentando perceber. A única conclusão a que um leigo como eu pode chegar, é que o recurso a ajuda externa, para além de ser imprescindível, passará sempre por uma intervenção mais ou menos profunda do FMI.

Hoje de manhã lembrei-me do Pinóquio. A partir de uma determinada altura, que não consigo precisar, mas já lá vão uns anos, quer o engenheiro Sócrates fale verdade ou mentira o nariz, aparentemente, passou a crescer sempre. Hoje, sempre que ele aparece em qualquer lado os mercados vêem sobreposta a imagem de um apêndice nasal desmesurado. . O pior é que a doença contaminou todo o Governo e mesmo algumas figuras do partido se não se põem a pau e não se calam muito depressa passam a sofrer do mesmo síndrome. E o próprio pais, apesar da imagem geográfica que nós temos dele o não o favorecer, ainda acaba por ver crescer o Cabo da Roca.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Elizabeth Taylor

Outra estrela que iluminou a nossa juventude ... partiu ontem, aos 79 anos.