sexta-feira, 27 de setembro de 2013
O Lançamento (visto pelo JTA)
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Curso OC
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08:09 –
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Curiosidades
No Diário da República n.º 185,Série II, de 2013-09-25, Parte C encontram-se publicados os Despachos n.º 12199 a 12209 do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, designando pessoal para exercer funções no seu Gabinete
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Jorge Beirão Reis
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10:34 –
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domingo, 22 de setembro de 2013
ESTORIAS OCEANICAS – 9
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José Cruz
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11:52 –
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sábado, 21 de setembro de 2013
ESTORIAS OCEANICAS - 8
Dois Oceanos estavam a circular pela 5ª Avenida em NY, quando deram com uma enorme geladaria que estava a fazer uma promoção; tirava-se um balão que indicava lá dentro o preço do gelado (enorme) e que variava entre 10 cents e qualquer coisa como 1 dólar. Estavam a saborear os gelados sentados ao balcão e perto estava um casal de velhinhos que os observava sem eles repararem. Entretanto um dos Oceanos sujou o uniforme do outro com um pouco de gelado. A reacção não se fez esperar e a vítima largou um chorrilho de palavras em bom vernáculo português. A velhota começou a chorar e virou-se para os Oceanos dizendo quão feliz estava por ouvir alguém estranho a falar a sua língua pátria. Eram imigrantes há 20 anos e nunca tinham voltado a Portugal nem sequer tinham familiares. Falou, falou e os Oceanos envergonhados pelo seu palavreado aguentando. Por fim a senhora chamou a empregada e com um pano embebido em detergente lavou a nódoa no uniforme. Os Oceanos passado algum tempo de conversa foram embora com um misto de vergonha pelas asneiras e de regozijo por ao menos terem proporcionado ao casal de velhotes a felicidade de ouvirem falar realmente português sem sotaque.
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speedy
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16:07 –
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Convite
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Curso OC
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17:30 –
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Polaco a bordo
Às vezes temos uns flashes que nos trazem à memória coisas incríveis. Nos idos de 1973, estava eu em S. Tomé, escalou a ilha em viagem inaugural um navio mercante nacional de cujo nome não me recordo. O navio fora construído na Polónia e trazia a bordo um técnico do estaleiro de origem para dar a assistência normal da garantia. O pobre homem, ao fim de tantos dias de mar, também gostava de ir a terra. Ora isto era um problema, porque polaco era equivalente a comunista e a DGS não deixava. O problema subiu até ao Governador, que terá ponderado que numa escala de 24 horas não havia perigo de contaminação dos indígenas e lá o deixou vir espairecer para terra.
Foi um fait divers que deu muito que falar lá na terra, onde nunca acontecia nada...
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J.N.Barbosa
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16:21 –
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Costa Concordia
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Luís Silva Nunes
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07:56 –
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
ESTÓRIAS OCEANICAS - 7
Quando a Sagres chegou a New York, ficou fundeada 3 dias ao largo e com bastante mau tempo. Em seguida fomos atracar a Brooklyn, local pouco apetecível devido à perigosidade dos seus habitantes. Finalmente fomos atracar ao cais em Manhattan, numa localização bem melhor. Logo na primeira manhã apareceu um camião da Coca Cola e de lá saiu um individuo que pediu para falar com o Imediato. O assunto era que a Coca-Cola queria oferecer ao navio um carregamento de "Cocas" mas teria que ser da responsabilidade do navio a faina de embarque da bebida. E lá iniciamos a faina, Cadetes e Praças com a faina; só que a certa altura alguém reparou que os americanos estavam a filmar a faina. O Imediato deu logo ordem para suspender a faina e chamou os americanos. Veio a saber-se que pretendiam fazer um filme de publicidade à nossa custa. Depois de muita discussão ficou assente que o filme serviria para fazer uma notícia a passar em algumas "TVs". Do mal o menos lá ganhamos nós uns bons litros da bebida par o rancho. Relembro que o médico da Sagres (Jervis Ponce) à nossa chegada a NY recomendou que bebêssemos muita Coca Cola para revigorizar o nosso organismo.
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speedy
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10:56 –
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
ESTORIAS OCEÂNICAS
Quem quiser adicionar narrações nestas estorias, pode fazê- lo a vontade. Nao sou o dono do titulo e terei todo o prazer em ler crónicas de outros Oceanos.
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speedy
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19:18 –
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
Lançamento do Livro "OC"
Para além daqueles a quem foi dirigido um convite pessoal, convidam-se genericamente todos os camaradas que nos quiserem dar esse prazer, a estar presentes na cerimónia do lançamento do Livro de (Per)Curso do “OC”.
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Curso OC
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16:42 –
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ESTÓRIAS OCEANICAS - 6
Esta é uma estória que se passou nas Bermudas, mas da qual eu não consigo ter a certeza de poder fazer uma descrição correta. No entanto os factos principais são aqui narrados.
Um Oceano que tinha falta de uniformes brancos e portanto o seu asseio era menos bom, ao passar por uma loja lavandaria self-service logo pensou que tinha o problema resolvido. Entrou, falou com a empregada para se informar como é que aquilo funcionava. Começou a despir-se perante a incrédula empregada, que reagiu dizendo que ele não podia despir-se. Depois de um arrazoado diálogo, lá a empregada consentiu que ficasse apenas em cuecas e que se fechasse na casa de banho. um pormenor importante, ele era o único cliente. O Oceano fechou-se na casa de banho e teve que aguentar cerca de uma hora para que o seu bragal ficasse pronto. A seguir e com a promessa que levaria a empregada (nova e engraçada) a uma recepção de Cadetes consegue que esta engome o uniforme.
Quando ao fim da tarde se reunião aos restantes camaradas, estes ficaram de boca aberta ao vê-lo trajando um uniforme imaculadamente branco e bem engomado. Se ele cumpriu a promessa ou não, desconheço. Creio que foi o único Oceano a usar este sistema.
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speedy
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10:30 –
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
ESTÓRIAS OCEÂNICAS - 5
Este episódio passa-se em plena viagem de instrução na Sagres. Est6amos fundeados em Hamilton, Bermudas. Dois Oceanos aproveitam o fim da tarde para tomar um aperitivo no "Gallego Bar" do "Princess Hotel". Este hotel tinha a curiosidade de içar a bandeira dos países dos navios de guerra fundeados no porto. O bar era muito formal com as senhoras de vestido comprido e os homens por vezes de "smoking" e calções com meias pretas altas, os Oceanos claro com dólman branco, sendo pontos conspícuos no bar. Os 2 Oceanos sentaram-se frente a duas loiras americanas cerca dos vinte anos, estavam em standby à espera de oportunidade para lançarem a "retenida". Um dos Oceanos, que não percebia nada da língua inglesa e que decorara o dicionário durante a viagem, resolveu avançar; embora não fumador, pediu ao seu camarada um cigarro e dirigindo-se às duas americanas disse em voz alta e pausada:"Please can you give me your fire?". Claro que como resposta ouviu um palavreado que pela cara da americana se sentia ofendida e magoada. O outro Oceano que percebia algo de inglês levantou-se e dirigindo-se às duas louras, pediu desculpa em nome do seu camarada, explicando que ele era uma nulidade na língua inglesa. O pedido de desculpas foi aceite e os Oceanos lá atracaram às duas americanas para um inicio de noite bem agradável. O curioso é que o Oceano em causa agora é um ás em língua inglesa.
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speedy
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12:08 –
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Uma pérola
No despacho de delegação de competências do Primeiro no Vice-primeiro ministro lê-se esta maravilha: O Vice-primeiro -ministro será também responsável pela coordenação política da orientação estratégica da política económica !!!
Ora digam lá que o governo não sabe o que faz. É clarinho como a água.
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J.N.Barbosa
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18:27 –
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Jornalismo no Irão
No Irão ser mulher não é fácil. Jornalista e mulher parece ser ainda pior. Nenhum dos cavalheiros oferece o lugar às senhoras?
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J.N.Barbosa
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17:04 –
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